Aula de hidromet dia 10 abril
Apr 22, 2026 14:56
· 1:20:58
· Portuguese
· Whisper Turbo
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0:08
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Primeiro, voltando em dois passos. A gente tem que pensar aqui na chuva. Nossa pós é de cursos híbridos. A chuva vem de onde? De uma nuvem. Pensando na nuvem, o que seria mais interessante? A gente conseguir detectar onde tem o ar subindo ou onde tem o ar descendo? Descendo. Quem dá mais cuidamentos? Ninguém dá o ar subindo.
0:40
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Vai parar, vai... Mas no sentido de formação das nuvens? Isso. Aí é de pra cima, né? Subindo? Pra poder gerar. Subindo. Então a gente vai fazer a previsão de termos de onde é que eu vou ter o ar subindo. Essa é a preocupação também. Tá? Porque o ar subindo, ele vai formar uma nuvem. Mas como é que forma a nuvem, Fonte? Ou melhor ainda, o que o ar vai subir? Após o calor? Fazer evaporar?
1:15
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Esquenta. É. Vou evaporar. Vamos deixar o ar. Mas aí tem dia. Então, o ar esquenta. É isso aí. Mas o que o ar quente ou aquecido vai subir? Porque ele é menos denso. E vocês estão querendo botar umidade aí. Evaporação, vapor. Vamos pensar só na parcela de ar. O que o ar quente vai subir? Menos denso. Menos denso.
1:52
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
fica ao redor. E essa é uma questão interessante. Por que que o ar vai se aquecer? Por que que pode aquecer uma parcela de ar? Imagina um cubo. Calor? Calor tá, mas o calor. Radiação solar. Radiação solar. Então vamos pensar a superfície. Radiação solar, então o solzinho aqui, e ele chega em toda a superfície. Então a superfície tem que ser como um todo. Mas aí vai subir toda a atmosfera.
2:38
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, nós temos um termo muito importante que chama aquecimento diferencial. Diferenciamos fácil, ou no plano horizontal. Ou seja, tem regiões que vão se aquecer mais que outras. Isso forma o movimento ascendente. O movimento ascendente é isolado, ele é típico de alguma região, de algum local. Se não, a gente funciona todo brasileiro, hein?
3:08
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Porque o aquecimento não é homogêneo, ele é bem heterogêneo, certo? Tem um exemplo bem prático. Vamos pensar primeiro em micro escala, uma escala de enxergue, e depois a gente vai para uma escala de resistência. O problema que tinha até a década de 90, hoje em dia praticamente não existe mais. Mas existia um problema muito grave nos aeroportos, que eram os corvos...
3:41
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
do bus, sei lá, que ficava sobrevoando bem onde tinha, onde tem o aeroporto, justamente onde tem toda hora avião decolando e pousando. Aí pegava o pão perto do bicho nesse na turbina, vai provocar o acidente. E todo mundo se perguntava, pô, mas uma cidade, terra de São Paulo, guardando, desse tamanho e justo em cima do aeroporto, tanto porcaria de bicho que não quer voar, só para atrapalhar nossos voos. Então, por que ceráculos?
4:15
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Lula gosta do aeroporto. Gostava, né? Hoje em dia eles botam uns balcãozinhos lá, de chismos. E até uma sirene parece, né? Isso. O bicho é esperto. O bicho não quer saber de fazer exercício. Batear asas, ele quer planar. Um asa delta. E aí, no aeroporto, o que é feito no aeroporto? Concreto, asfalto, na pista.
4:49
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E ao redor, hoje em dia, até antigamente, eles voltavam aos aeroportos afastados da cidade. Primeiro, porque precisa de espaço. E segundo, para a questão de segurança.
5:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A parte do acidente é na hora de decolar ou pousar. Hoje em dia, já pega compunhas, por exemplo, dá até mesmo que a gente vai pousar. Só tem prédio na volta. Antigamente era afastado, ou seja, tu tinha campo e aí de repente tu tinha aeroporto rodeado por campo. Então o maior aeroporto, que é concreto e asfalto, era uma fonte diferencial, porque ele aquecia mais do que o campo.
5:30
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então como aquecer mais, o que que aquecer mais? Que absorve mais. Isso a gente vai ver na próxima unidade, que é sobre radiação. Ele absorve mais, e se absorve mais, vai emitir mais calor. Então a radiação solar chega na superfície, chega conforme a onda curva, a superfície se aquece e vai devolver onda lomba, que seria o calor propriamente dito. O calor que a gente vê é uma pluma subindo.
5:58
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aí, claro, a gente pode definir que tem uma região, por exemplo, aeroporto, uma região que tem um albedo menor, albedo é a capacidade de refletir. Então, vai absorver mais. Então, tem uma região aqui específica que vai aquecer mais. Então, essa região, à medida que ela está mais quente, essa parte da superfície, vai aquecer a parcela que está sobre ela mais o que é menor. Então, supondo aqui uma região...
6:27
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
botar um Q de calor na proteção da química, mudança dos ars, então vai aquecer. Se aqui está mais quente do que ao redor, essa parcela de ar vai aquecer mais do que a parcela ao redor. E como vocês disseram, a parcela aquecida fica menos densa, portanto fica mais leve, sobe. Bom, aqui a gente tem o princípio, não vou definir como instabilidade, mas o princípio da instabilidade.
7:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E na meteorologia, a gente também chama tanto de instabilidade, como de conflicção. Só que até para bater o martelo tanto nessa definição como na outra, aí sim entra o que vocês já começaram a citar aqui. Ou seja, um pouquinho de unidade vai ter nessa parcela. Certo? A unidade vai ter. Vai ter muita, muito ou pouco? Depende. Depende do local, depende do dia.
7:37
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Assim como a temperatura, como a densidade, a umidade, ou seja, o vapor d'água, ele se concentra muito mais em baixos níveis do que em altos níveis. Então toda a partição que acender, ela quando acende, quando sobe, ela leva junto dela a umidade que está no interior dela. Certo? Bom, então ela vai subindo, né? Enquanto esse aquecimento continuar, vai subindo, subindo, subindo.
8:04
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E a medida que vai subindo, o que vai acontecer com esse valor que está no inferior dela? Condensa. Por que condensa? Esfria. Claro, aqui isso é suficiente. Esfria, condensa. Lembrar da lei do diagrama de três fases da água, né? Ao diminuir a temperatura, ó, entra na fase que condensa, mantendo a pressão. Mas, claro, a gente tem alguns termos.
8:37
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
um pouco mais coloquiais, não necessariamente a gente precisa entrar em detalhes, só que a gente quando trabalha com uma parcela, a gente acaba fazendo uma análise adiabática, ou seja, considerando só a parcela sem troca de temperatura no meio. Mas como é que ela vai se resfriar? É o seguinte, à medida que ela sobe, como é que a atmosfera é de cima em altos níveis?
9:02
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A medida que a gente vai subindo, vocês acham que o ar continua mesmo a quantidade de ar ou vai diminuindo a quantidade de ar? Pessoal que sobe em meneste, sobe tranquilão. Pessoal que joga bola, ele joga quando o time brasileiro vai jogar na bolívia, é tranquilo. O trabalhador quase morre, né? Por quê? Falta de ar. Tem muito menos ar ali em cima. Se tem menos ar, então essa parcela tem mais espaço. E ela acaba se expandindo.
9:33
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, ela está desse tamanho aqui e aqui em cima ela fica desse tamanho. Existe uma expansão adiabática e também, consequentemente, o resfriamento adiabático. E aí sim, o vapor d'água no interior dela acaba condensando. E esse é o modo da gente enxergar o vapor d'água.
10:21
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Por isso que o nosso objetivo é, no geral, a preocupação em relação ao movimento da semente. Então esse é o princípio básico da formação de uma nuvem que a gente chama de nuvem convectiva.
10:39
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Certo? Toda nuvem para se formar, claro que ela depende de condensação. E essa condensação vai depender de álcool subindo. Isso aqui a gente chama de convecção livre. A parcela subiu quase que livremente, ou seja, foi só em função da temperatura mesmo, entendeu? Ela sai aqueceu e subiu. Mas a gente vai ver que não é só a frente fria, por exemplo, não é nem assim a frente fria.
11:06
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aí a parcela quente sobe sobre a massa fria. Existe uma subida forçada sobre a massa polar. Esse tipo de duvem é aquela duvem de flocos de algodão, duvem de bom tempo. Por ser uma duvem convectiva, a gente já disse que é uma duvem da família Culus. Ou seja, ela começa a se acumular na vertical.
11:35
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aí tu vem, se for um ambiente bem propício, com muito aquecimento e muita umidade, então essa nuvem vai se alimentando cada vez mais. Então o cúmulos vai acumulando na vertical. Então vai mudando de fase, começa a ficar acinzentado por baixo, que é a sombra, nada mais difícil, mais fogueira, não é nada, é só a sombra. Até que, continuando com essa alimentação por baixo, chega um aumento de tempestade que é a cúmulos nuvens.
12:03
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Bom, o que eu quero mostrar disso aqui, beleza. Vocês já sabiam de um modo ou de outro, né? Obviamente já sabiam. Essa ascensão vai até onde? Até o meme. Até a trocopausa. É isso aí. Depois da trocopausa, o Rio tem outra camada atmosférica. É a estratosfera.
12:36
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Dificilmente passa para lá. Existem alguns mecanismos bem específicos de troca de massa entre estratosfera e troposfera. Mas é pouca coisa e tal. Então a gente pode interpretar que essa parcela vai subindo até chegar na tropopausa. Qual é a altura da tropopausa? Qual é a altura do meio? Mais ou menos. Umidade só aqui. Não só a umidade.
13:12
S…
Speaker 3 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Em vez de quilômetros, metros. Ou 10 quilômetros. Em latitudes médias, no geral, 10 quilômetros, certo? Claro que conhecemos a condomínios, tá? Primeiro, nós temos a condomínios.
13:32
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aliás, pelo contrário, se a pessoa desenha, a gente vai ver a seção da parcela, a parcela vem a subir, se continuar sendo forte, chega até a tropopausa, pode gerar nuvem, se tiver humildade, pode ser um ambiente muito seco, acabar não gerando nuvem, mas chega até a tropopausa. Então, no caso de uma tempestade, a tropopausa acaba empurrando essa tropopausa para cima, ou pode gerar 15 km.
13:59
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Nos trocos, por exemplo, que é a camada muito quente, aí chega, né? Pode chegar 15, 16, até 20. A compensação da antártida na tropopausa tem 6 km. É muito frio, então a camada está se comprindo. Muito bem, então essa parcela está subindo, chegou na tropopausa, e aí? Não dá, tá bom? A gente pode pensar ali na tropopausa quase como um limite físico. Não vai conseguir passar. Ou seja, pode passar um pouquinho só, mas no geral não passa.
14:31
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E o que acontece? Qual é a consequência disso? Bom, esse ar que está subindo não consegue passar para lá, está de um lado e outro lado. Ou seja, vai divergir.
15:32
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E essa parcela que subiu, por que não fica o ar aqui com essa parcela que subiu? A gente fica com falta de ar. Então, a parte subiu, o que que resultou pra mim? Toda vez que sobe na parcela, a gente fica... E agora... Não, ele é reposto. Reposto como? Eu só quero falar isso.
15:57
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, toda vez que tem o ar subindo, é claro que eu vou ter que em superfície uma convergência do ar. O ar converge e lá em cima diverge. Ok? Bom, já dá para ter uma noção e aqui nós vamos acabar fechando uma célula robusta. É isso que eu quero chegar. Células.
16:33
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
de conversão, células de circulação. Nesse caso, são células verticais. Aqui está a lenda vertical, uma pluma subindo, chega lá da tropopausa, chega lá, começa a subsidir e aí vai fechar o caminho, o circuito. Isso é uma célula. Eu citei o exemplo do aeroporto, isso é uma micro escala, metrológica a gente fala assim.
17:05
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Por quê? Porque eu usei o aeroporto como um exemplo de aquecimento diferencial. E se a gente pensar no globo, no planeta, tem algum lugar da Terra, em grande escala, de aquecimento diferencial, naturalmente diferencial? É, como a gente está pensando em aquecimento, é o Equador. Mas o ar que acende no Equador...
17:34
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
acabaria subsidiado com o polo. E aí do polo em direção ao Equador aquece de novo. Então como se aqui fosse o Equador e aqui o polo, polo sul e polo norte. Então esse conceito de circulação na vertical, na verdade seria uma circulação meridional.
17:55
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Ou seja, o ar acende em zero grau de latitude, subside em 90, pega o meridiano, volta para o Equador, acende, depois vai subsidiar lá no polo. Então esse é o modelo de circulação geral de uma célula. É uma célula por hemisfério. O ar acende no Equador, subside lá no polo e volta no Equador. Então essa ideia é uma ideia que vem dos gregos até, ou antes.
18:26
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Certo? Uma ideia primária. Primária. Aí contando um pouquinho de história. Então isso foi sempre razoavelmente bem aceito na atividade. Ou idade média, enfim. Mas quando chegou ali a época das grandes descobertas, né? Então lá no início do século XVI, no final do século XV. E aí os caras, os cientistas da época, começaram a usar as embarcações para o pessoal relatar o que eles viram.
18:56
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A gente não tinha essas grandes. Então, imagina, sair lá de Portugal e ir por baixo da África para chegar na Índia. Quanta informação esse pessoal não tem. O pessoal vai dar até a China depois. Então, como vocês observavam isso? Não estava ali no Equador, observava o vento chegando no Equador. O que é isso? O vento tem que chegar no Equador para acender. Então, no Equador, ele tem que ter bastante tempestade. Aí, depois, os índios de lá longe, eles não chegavam um pouco, mas eles imaginavam que não era tão longe.
19:26
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
eles vão estudar, e eles, sim, a medida que a gente foi chegando, a gente não chamava Equador, lógico, quem sabia que existiu, mas vinha a palavra Equador que tem outra definição, mas viu mais tempestades, tempestades convertidas, tempestades fortes, mas eles já ficaram assim, não é tão simples assim, não tem nada, sim, é muito mais complexo do que isso, e aí a medida que foram ver todas essas navegas, principalmente navegações, tanto que,
20:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Esse vento que chega no Equador, principalmente quando ele está bem próximo do Equador, ele tem o nome, os alísos. Então os ventos ali são os ventos que convergem no Equador, não que saem do polo, ele já está bem próximo do Equador, são ventos tropicais. Como é que é vento alísio, Inglês? Trade winds. A definição de trade são várias.
20:31
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Até troca, negócio, comércio, aí as navegações. Aí o vento que a gente usa vai fazer negócio. Vai passar ali para pegar ali também o pessoal da África ali e fazer e depois descer lá para as outras, para a Índia e tal. Ou seja, já tinha essa noção. Ele já sabia como é que funcionava esse vento, tranquilamente.
20:55
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Isso aí, eu tenho até, provavelmente eu tenho no meu computador, um artigo de 1600 falando de trade winds. 1600. O hardware. É legal o inglês que eles usam. Naquela época, eles usavam aquele S no lugar do S. Bem legal. Muito bem, eu já tinha essa noção bem clara. Só que aí, à medida que as aplicações foram se desenvolvendo, o pessoal foi começando a levar instrumentos para os navios.
21:26
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
para ver como é que funcionava, se torna diferente, rindo, rindo e tal, é desfrutado, não é observado. E à medida que o cérebro eles foram passando, eles foram ver, na verdade, não é uma célula só, isso aqui vai ser quebrado em outras. E aí, quando começaram os experimentos, já no início, há mais de 100 anos, o que se pegou? Se pegava uma esfera de metal.
21:54
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
pra tentar simular o planeta Terra, se aquecia, tudo troca, e aí depois quando se virava ela assim, né? E botava assim o fluido, a água e o corante, pra poder enxergar essas cálulas se moverem, aí tu aquecia aqui no meio e via, né? Isso que a gente faz pros alunos, a gente fala uma coisa quadrada, né? Um aquário, se aquece, bota um gelo aqui em cima, e aí vai ter essa circulação.
22:20
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Isso a gente vê. Só que no planeta, a gente já viu que isso aqui, na verdade, tem que ser quebrado essa célula. E aí as pessoas falam assim, pô, mas por que não está dando certo? O que acontece? Será que a superfície é heterogênea? Aí eles viram que não, não é só isso. Tem mais alguma coisa. E aí o Rosby, o grande entrologista histórico, ele simplesmente diz, pô, que é uma coisinha que a gente não está levando em conta. A Terra é vivo. O planeta.
22:52
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aí botaram um motorzinho, fizeram girar. Quando girou, essa célula que era uma só que ganhou em três. E aí sim. Então aí é o modelo de três células. Só recapitulando, por que esse método diferencial? Então, claro, pode ter em grande escala. A questão da radiação solar, o Equador se aquece mais que as outras regiões, porque tem menor inclinação dos radios solares.
23:21
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aliás, a região tropical é uma região de aquecimento diferencial. E claro que tem uma escala menor do fator geográfico. Ou seja, o planeta é dividido entre continentes e oceanos. Continentes aquecem mais rápido do oceano. O oceano demora antes de aquecer, mas depois ele demora mais para se resfriar. O oceano sempre tende a minimizar as variações de temperatura. Isso a gente vai ter mais adiante.
23:49
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, não tem grandes variações de temperatura do cerâmico. Tem no continente. Então, são fontes de aquecimento diferencial. Então, aqui a gente já pode pensar em sistemas de impressão. Não tem tanta bola pro piso, como isso aqui é um material de álbum, que vocês vão levar pra casa, eles poderiam ficar. Aqui onde eu tenho é uma parcela menos densa.
24:29
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então aqui, nessa região, eu vou ter uma alta pressão atmosférica ou uma baixa pressão atmosférica? Baixa. Baixa. A pressão é proporcional à densidade. Então aqui, onde eu tenho movimento ascendente, onde eu tenho convergência superfície, onde eu tenho a possível formação de nuvem, eu vou ter baixa pressão. Isso é extremamente importante e eu vou repetir até o próximo vídeo.
25:06
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aqui eu estou sem outra cor, mas aqui nós vamos ter uma baixa, ou seja, um centro de baixa pressão. E compensação aqui em cima, aqui que é uma convergência. Convergência é uma das características do centro de baixa pressão, do sistema de baixa pressão, assim como o movimento ascendente. Então, baixa pressão está associada com o movimento ascendente, convergência.
25:50
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Possível formação de avaliação. Aqui, onde a célula desce, então esse movimento subsidente, seja para baixo, está pressionando isso aqui contra a superfície, é claro que a gente vai poder ter uma alta pressão. Uma alta pressão está associada com o tempo mais cedo, no geral. Um burst, aí o bicho pega. Então, o burst é um movimento subsidente dentro de uma tempestade. Aí é uma escala de imenso.
27:17
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
É um problema de meso escala. Então entra aqui. A gente tem que pegar uma nuvem de tempestade, que tem o seu próprio universo aí dentro. No caso do Don Burst, tem que ser uma aglomerada de cúmulo, não é um cúmulo isolado. Porque é um movimento descendente. Descendente, mas é de micro meso escala. E aí é dentro da nuvem. Aí é o outro mundo.
27:44
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
É um outro universo, é dentro da nuvem. Dentro da nuvem a gente vai ter outro movimento subsidente atrás dela. Que aí não dá pra ter centro de alta, centro de baixa, dentro de uma nuvem só. Mas isso aqui, pensando em grande escala. Invergência, movimento subsidente, tá? Pra baixo. E tempo seco aqui é uma tendência, tá? Depois a gente vai ver como é que funciona mais na prática. No geral, a gente vai ver a inibição de nuvem na escala. Seria isso.
28:39
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Certo? Isso aqui tem que ficar claro para vocês no resto do curso. Então, houve uma tempestade em Pelotas e tal dia. Vamos fazer uma análise? Vamos olhar um campo de pressão para saber que tipo de sistema estava atorando? Sim. Qual é o sistema que a gente espera? A gente espera que em Pelotas, aquele diante de tempestade, tenha...
29:10
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
sobre a cidade, porque quando a gente está falando de análise norte, é claro que não vai ter pontualmente a cidade mais cedo, principalmente na parte do Rio Grande do Sul, do Rio Grande do Sul inteiro, a região. Vai ter um centro de alta ou centro de baixa? Fazer um estudo de casa, por exemplo, por que choveu tanto aquele dia? Vocês acham que naquele dia, quando choveu tanto, quando choveu tanto, tinha um centro de alta atuando ou um centro de baixa? Baixa.
29:47
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Se você for em vaga, um avião pequeno, um pouco mais, né? Frágico. E aí, a previsão de melhor. Informação dos centros de baixa pressão, serviço de velório.
30:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Se não ficar mais tranquilo, vai... nervosas. Então, olha, associada com instabilidade, quem gosta de muita emoção vai gostar. Mas no caso de uma Pumbo Nimbus, não tem avião que atravessa. Para não ser aviões específicos, né? Porque a Pumbo Nimbus é a dúvida que ele vai ficar. E aí, realmente, não. Os russos, né? Porque russos...
30:32
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Os fundos fizeram uma carenagem absurda para testar, e ninguém tinha, Deus, não conseguiu atravessar ela, mas chegar muito próximo do mundo. Quando eles pousaram, é interessante como é que está o avião assim. Imagina, como se fosse um, imagina esses lutadores de M&A no fã da luta, esses que acompanham até quase morrer, é um avião completamente amassado. Completamente amassado.
31:01
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E os pesquisadores saem dentro dele com os olhos assim. É a frente suja. Porque imagino que balança para aqui dentro da comunidade, esse movimento ascendente, e depois da nuvem formada, como a colega falou, vai ter movimento subsistente forte. E quando a conexão é tão forte, que o dia um sobe e desce das gotas já condensadas,
31:26
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aqui no meio de algum ponto, tem um nível de zero grau de temperatura. Lembre-se que a temperatura vai diminuindo com altura. Então, quando passa de zero grau, o que acontece com a água? Passa, eu digo, vai indo para um nível superior, que a temperatura é menor que zero grau. O que acontece com a água depois, quando baixa de zero grau? Congela. Então, vira o granizo. O granizo mesmo quando vai cair. Mas vira uma pedrinha de gelo.
31:55
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E se a complexão é tão forte, ela vai se unindo com outras pedrinhas, sobe para em cima, desce e se une com outras. Pode derreter uma parte, mas se a complexão é forte, ela volta, não fica nisso e viram pedras gigantes. É por isso que o organismo consegue atravessar. Quando atravessa, já sabe o que acontece. Não atravessa. Tchau. Bom, é isso que está escrito aí para o texto. População Centro de Pressão.
32:29
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Eu acho que agora quando eles têm um resumo dessa historinha da pluma, pra falar um pouco mais claro, o desenho aí fica caótico. Ó, é a historinha da pluma, o ar quente subindo, o ar frio, né? Esse que desce lá de cima é um ar pouco mais frio, certo? Tá certo? Que a medida que, assim como esse ar que vai subindo, vai se resfriando, essa aqui também vai se aquecendo, né? Mas é um ar um pouquinho menos quente do que esse que está subindo.
33:06
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aqui, claro, aqui é uma variação não só no espaço, mas também no tempo, à medida que a atmosfera fica mais quente porque a superfície está recente. Os termos dessa parcela ascendente, o som de pluma, também chamam de termas ou térmicas, o pessoal que voa de asa delta, acho que chama mais de térmicas, não estou entendendo. Também, o pessoal que voa de asa delta, onde é que eles vão? Eles procuram as nuvenzinhas de bom tempo.
33:36
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Porque sabe que embaixo dela tem a sustentação, então eles procuram ali. Eles não vão procurar onde não tem nuvem nenhuma assim. Pode, pode tomar subsidência. Então olha só, a nuvem está aqui. Aqui o ar que está descendo não tem nuvem. O ar está descendo. E aqui já antecipando um pouco, esse ar que sobe, como ele é fruto de convergência,
34:01
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Essa parcela, quando ela sobe, ela sobe um pouco mais estreita e mais intensa do que o ar de subsídio. Então, vocês podem imaginar o seguinte, o ar que vai acender, a corrente ascendente, ela é mais localizada e intensa. Aí, na hora de subsídio, subsídio devagar e bem elevado. Então, não é um bom burst, por exemplo, que vem aqui e leva um radiante. Não, esse ar de subsídio é bem elevado.
34:29
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E deixe a atmosfera estável, estável, sem nuvem, portanto subsidente, instável, tá? A chance de estar estendida está aqui. Beleza? Bom, vamos ver o que mais. Ah, é a parte mais interessante. Um passo a passo aqui para não botar a carro assim depois. A gente está sempre fazendo...
35:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Uma análise aqui na vertical, num plano vertical. Então aqui é a altura, aqui pode ser x ou y. Como eu estou considerando aqui o Equador e aqui, por exemplo, uma latitude de 30 graus, que é um antissuficítio, é uma primeira célula, acho que já vem depois. Seria aqui um y por z, um mediano qualquer. E aqui é a altura.
35:22
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então agora nós vamos tentar enxergar esses centros de pressão e superfície, vamos enxergar por cima, no plano XY, tá? Então enxergando por cima como é que fica, se o apagador funcionar. Vou precisar de vocês um conceito que certamente muitos têm na bagagem de vocês, nas diversas áreas de promoção, embora também aí são engenheiras, né? Então certamente vimos ao vivo falar.
36:20
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Bom, primeiro vamos pensar passo a passo, olhando de cima, como é que funciona o centro de baixa pressão. Então, olhando de cima. Na baixa pressão, o ar converge ou diverge? Como a gente vê agora o controle. Converge. Então, ou seja, vem o ar, vem de tudo que é ar, de sucre, inércios, maestros, convergidos nesse ponto, que provavelmente aqueceu mais que o arredor.
36:56
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Se a gente pensar numa grande escala, chamamos de escala sinótica, ou seja, analisando um país, uma região sul, por exemplo, falando de milhares de quilômetros. O vento, o pé fluido, na verdade, deve ser fluido. Qualquer deslocamento sofre influência da rotação da Terra. Como é que é um grande deslocamento sofre influência da rotação da Terra? Tem essa trajetória desviada.
37:31
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, o desvio das grandes trajetórias, devido ao movimento de rotação da Terra, é o nome. Que é o efeito Coriolis, Coriolis, mas como é que é Coriolis, a gente fala Coriolis, o cara é francês. Efeito Coriolis, já ouviu falar? Já, né? O efeito Coriolis faz com que, no hemisfério sul, claro, a parte toda de mecânica, a gente não precisa entrar, que vai justificar isso.
37:59
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Mas no MC do Sul, grandes deslocamentos, tem sua trajetória desviada para a esquerda e no MC do Norte para a direita. É isso, certo? Aqui no Brasil, o Sr. Francisco, pelo contexto admiral, o Sr. Francisco, portanto, é um grande milho, vários milhares de quilômetros, ele tem a margem esquerda mais deteriorada que a margem direita.
38:36
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Porque a água vai tendendo a se localizar. Tem a lenda urbana, que eu não sei se é verdade, vamos dizer que sim, não sei se não. A guerra das malvimas, que eu ouvi falar, entre a Argentina e Inglaterra, aquela ilha do sul lá, né? A guerra foi em 1982, não teve troca de mísseis, vamos dizer assim, carinhosa. E a Inglaterra, dizem que a Inglaterra perdeu toda a primeira leva de mísseis.
39:07
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
porque esqueceu de calibrar para o Céu Sul. Então ela via de longe um naviozinho lá da Argentina e ela viu o troço que ela tinha calibrado de guerras anteriores para tirar para a direita, ou no Céu Norte. Eu não sei se é verdade, provavelmente não. Deve ter conversa para a gente. Bom, então nessa parte do pessoal, a gente tem que fazer a pesquisa.
39:38
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E é isso que acontece. Então ao invés de ir retinho para os centros de baixa pressão, na verdade a gente faz isso aqui, desviu-se para a esquerda. A esquerda não movimenta, não vai acabar dizendo na sua esquerda, na sua esquerda, na sua esquerda. Certo?
40:02
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Se a gente somar todos esses efeitos, esses desvios, isso vai dar, começa a dar uma apontação aqui, né? Um giro em torno da baixa pressão. Se a gente pegar todos esses vetores e somar esses vetores, um giro nesse sentido. Sentido esse? Horário. Ou seja, na hemisfério sul, muito importante isso.
40:44
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Em sério sul, baixas pressões giram no sentido horário. Muito, muito, muito importante isso. Em sério sul, baixas pressões giram no sentido horário.
41:11
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Agora vamos puxar certinho para o sistema de baixa pressão. Quando a gente tem um sistema de baixa pressão com um meio um pouco mais intenso com relação a pressão realmente no interior diminuir, e ter um vento bastante intenso, e ter tempestade, eventualmente uma chuva caracterizada dentro do sistema de baixa pressão, ou seja, quando tem baixa pressão em grande escala em um sistema intenso, a gente chama de ciclone. É um ciclone.
41:40
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Como nos atingiu aí há dois dias, né? Ciclone. Ciclone é o exemplo, talvez o melhor exemplo, né? De um sistema de baixa pressão. E ciclone, se não é que serve o sul. Então, giram no sentido horário. Sempre. Tá? Beleza? E tornados. Qual é a diferença entre ciclone e tornado? Tá, que é tudo de ti. O que as pessoas pensam? Não, tá. O ciclo não.
42:30
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A dimensão? Os dois, no final. No geral, vai depender, claro, do ciclone. Então, puxando essa linha para o nosso lado aqui, nós temos extratrópicos. Então, 99% dos ciclones que nos atingem são ciclones extratrópicos, que são bem menos intensos que os ciclones tropicais. Só o bicho pega.
42:56
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, como eles são bem menos intensos, dificilmente tiverem as cajadas de vento. No geral, isso aí, pontualmente, pode ter uma cajada de cinco anos por hora. Não é como um tornado. Mas, realmente, a primeira diferença é a escala.
43:14
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
O ciclone é uma escala sinótica. O ciclone vem atingir até João Sul no Brasil inteiro. Vem da Argentina, Uruguai, Rio Grande do Sul, Paraná, tudo uma vez só. O sistema é grandão. É um sistema de escala sinótica. E quanto do tornado, não. O tornado é atingir no celular. Mudaria atingir em uma casa, atingir em outra. Então, o tornado é atingir.
43:39
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A gente joga, a gente filma, tira foto. O ciclone não, o ciclone está dentro. Nosso estado está dentro do ciclone, nem quando a gente já dá o ciclone. A gente joga o ciclone para uma imagem de satélite, que está lá longe do planeta. A primeira coisa que a gente tem que saber com muita clareza, a gente vê depois disso também, é a diferença, já que muitos jornalistas se recusam a entender essa diferença e acabam achando de um de outro.
44:11
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E altas pressões? Alta pressão a gente viu que é onde a coca é divergência. Então o ar sai da alta pressão. E também vai sofrer o seu desvio. Então a gente está vendo aqui, se é para a esquerda, está no ministério sul. Está para cá, para cá, para cá, para cá. Então altas pressões viram o sentido anti-horário do ministério sul. Ao contrário da baixa pressão.
44:58
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Certo.
45:07
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Bom, como aqui no ciclone, ou na baixa pressão, existe uma convergência no vento, então ali existe um agumo de massa, por isso que o vento é mais intenso que no anticiclone. Anticiclone é a alta pressão, tá? Então a baixa quando intensa, que é meio redondinha assim, né? É o ciclone, a alta quando intensa e razoavelmente é...
45:36
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
redonda, que a gente chama simétrica, né? É um anticiclone. Nós temos aí, no dia a dia, ciclones e anticiclones. Não é nenhum mistério, não é nada demais. É claro que se faz muito purpurinho quando tem um ciclone, que vai se tornar uma pera próxima da gente e tal, mas no fundo, no fundo, no fundo, a gente tem ciclone toda semana. É que a gente precisa fazer a larga.
46:12
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E até pouco tempo atrás era proibido o microfone de falar na TV, a palavra ciclônica. Ah, mas o pessoal vai comer de susto. Então, assim, é muito melhor saber, a gente tentar que as pessoas entendam, para não ter mais tanto susto, do que evitar de falar. E hoje em dia, ninguém me evita de falar nada. Na internet, olha, vamos falar no ciclônico. Acabou com coisa lá. E bota na rede social, acabou.
46:41
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então é muito melhor explicar. É que não tem um externo nenhum. Quando tiver problema, aí a defesa civil vai dar um alerta, a gente vai falar da defesa civil, os centros de previsão vão dar um alerta. Mas se não dão um alerta, não tem problema. Então são sistemas corriqueiros. Agora, por exemplo, a gente está sob a ação de um anticiclônio. Bom, depois a gente vai ver mais algumas características de cada um.
47:15
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então aqui tem o exemplo pro hemisfério norte, esse desenho aqui, esse esqueminha, pro hemisfério norte, lá o desvio ao contrário, desvio pra direita, certo? Então a circulação inverte aqui, baixa pressão, L é o low pressure, no sentido anti-horário e a alta no sentido horário. Então o contrário dessa, porque essa aqui é pro hemisfério sul. Então fiz até, primeiro tinha deixado aqui um esqueminha bem...
47:45
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
bonitinho, vamos dizer assim, mas é a mesma série norte, eu deixei justamente pra vocês lembrarem dessa diferença. Ok? Bom, só deixa eu ver se aqui já vai entrar a... Tá, acho que aqui a gente pode... Aqui tá legal. Então aqui tem uma diferença entre ciclônios e anticiclônios que é a que eu já tinha votado em relação a baixas e altas. Certo? Porque nem toda baixa é um ciclônio.
48:16
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
O ciclônico, para ser uma baixa, aliás, uma baixa para ser considerada como ciclônico, ela tem que estar meio já redondinha, de algo simétrico. Mas muitas vezes, principalmente sobre o continente, a gente tem baixas pressões em um formato irregular. Então isso aqui não é um ciclônico. O ciclônico também tem que estar redondinho.
48:41
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Mas mesmo assim, com uma baixa pressão no formato irregular, também está associado a convergência, que vai ter movimento ascendente e também vai ter a formação de nebulosidade. E também pode gerar a tempestade. Uma coisa que a gente já pode ficar claro, isso aqui é a formação de nebulosidade, de anticiclone e inibição de nebulosidade, principalmente no centro.
49:08
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
O ciclone não, o ciclone tem regiões mais específicas dentro do ciclone que gera mais tempestade. O anticiclone, a inibição de nebulosidade é mais no interior dele, bem no centro, porque vai ter movimento subsidente. Agora, ao redor dele, que tem um vento um pouco mais intenso, pode ter geração de dúvida. A gente vê mais adiante. Beleza? Vamos mais isolados. Ok.
49:46
S…
Speaker 3 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Como eu já falei do modelo de uma célula, lembra daquela circulação que tinha um grande movimento ascendente no Equador?
50:03
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Por que será que a gente tem, a gente encontra que tem um movimento ascendente no Equador? Porque tem maior cardiação solar. Ok? Então, se é um movimento ascendente, vai ter maior formação de... Entende? Então, se a gente pensar no Equador, é aqui o Equador. Então, como ele vai estar mais quente, vai ter movimento ascendente, formação de núcleos. E aqui vai ter uma baixa pressão.
50:48
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
convergência, e aqui em cima vai subsidir, vai divergir da tropopausa e vai fechar uma célula. Essa primeira célula, que eu já antecipei aqui no C3, vai subsidir em torno de 30 graus de latitude. Ok? Ali em torno de 30 graus. Então, onde? Vai subsidir e vai ter uma alta pressão.
51:25
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E essa região do Equador, que tem esse grande movimento ascendente, se a gente pensar no globo como um todo, o que a gente tem ali na região do Equador, zero galmo? É com o Pacífico inteiro, ou seja, muita água. No continente da América do Sul tem a Amazônia, com muita umidade, na mata úmida. Depois tem o Atlântico. Na África tem a floresta africana, com muito úmida. Depois tem o Oceano Índio. Ou seja, tem umidade abundante.
51:55
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, se eu tenho calor e umidade, é claro que eu vou ter a tendência de ter nubes constantemente. Então, essa faixa de nebulosidade mais ou menos constante em torno do 0 grau é uma zona de convergência e ela fica ali zanzando entre os trópicos. Então, a zona de convergência intertropical, ZCT ou ZCT, como que é. Esse diagraminha aqui é fake.
52:28
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
mas eles pegaram várias imagens para tentar mostrar como seria uma Z-Site perfeita, mas na verdade ela não tem, não é? Não é assim que funciona, ela fica meio oscilatória, ela tem umas partes sem nuvem, que também não é nada tão perfeito assim, mas pelo menos como ilustração serve, ok? Z-Site, ou seja, uma aglomerada, enfim, uma zona alinhada, mais ou menos alinhada.
52:57
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
de nuvens, principalmente nuvens convertidas. Então esse é o grande quebra-mola quando a gente vai voar lá para o Hemisfério Norte. Toda vez que se voa para qualquer ponto do Hemisfério Norte, tem que passar para a Lacer City. Ainda bem que ela não é assim. Ela é bem espada, tem vários locais que a gente chama de vagas, que não tem nuvem, que é onde o Hemisfério vai passar.
53:28
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E mesmo que eu tenha essa nebulosidade assim, nem toda essa nebulosidade é convectiva de nebulosidade. Tem lumens que não são convectivas, não tem tanta instabilidade. Agora eu passo tranquilo, todo mundo passa por muito. Vai ter uma instabilidadezinha, vai, a turbulência, pronto, não tem problema, certo? A não ser quando tem uma grande falha humana, como aquele Gouvelle France, há uns 20 anos, não sei se tudo isso menos.
53:57
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
que é do Rio pra França, né? Que aí sim, né? O piloto dormiu, o co-piloto sabe de revista, o outro não quis acordar o co-piloto, senão não, o circo, não sei o que, é o que deu. Bom, então aqui, ó, esse ar sobe, forma a Z-Cit, vai subsidiar em 30 graus. Se ele tá subsidio em 30 graus, esse ar de subsídio, ele é sempre seco, ou mais seco. Bom, então...
54:31
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Como eu tenho já como característica aquele equador ser muito úmido, é esperado que em 30 graus eu tenha reservas? Talvez. Em 30 graus?
55:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Tem, mas aí o Pacífico já está lá. A aguinha dele lá, se está vindo o ar subsidente lá de cima, a água ficou chorando ali. Mas e no continente? O continente fica só olhando assim, recebendo que ele era sempre de cima, que não vai chover. Então, teríamos desertos em 30 graus. Uma velha gotinha de 30 graus é claro que não vai ser exato em 30 graus, né? Até porque a terra não é redonda.
55:34
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A Terra é um esferóide. Um esferóide. Ela não é uma esfera. Ela é achatada. Mas tudo bem. Mas não vai se esperar uma exatidão cair em 30 graus. Em torno de 30 graus. Qual é a latitude de Pelotis? Claro, aqui quando eu penso em hemisfério sul e norte. Vou botar aqui, se aqui é hemisfério norte, né, que é o sul, a latitude de sul são negativas. Então, qual é a latitude de Pelotis? Mais ou menos.
56:11
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
15? O que mais? 33, é. 31,7. O clima de pelotas, no geral. Primeira característica do clima. Como é que é o clima de pelotas? O que vocês vão falar? Muito. Primeira característica é o... Não tem nada a ver se não. Bom, vamos lá, meus companheiros. O deserto de Saara. Então, por que aqui não é um deserto? Porque isso aqui é muito simples. A atmosfera é muito mais complexa.
56:59
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aqui, por exemplo, a gente tem uma circulação do hemicépio da América do Sul, que nos fornece umidade, tanto que vem lá de Norte, como que vem de Sul, mas principalmente de Bama. Muito mais de Norte, vem na Amazônia, que é a UV. Então, a circulação, muito em função da existência dos antes, isso é de haver depois, influência gritante dos antes. Aqui é o úmido.
57:28
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Então, as características locais do nosso continente são mais importantes do que essas características aqui do planeta, aqui no caso do Brasil. Em toda a América do Sul não tem... Claro, aqui os caras falam que começam atacando ali e tal, com desertos do Chile, do Norte da China, mas pouca coisa em Soblar. Lá nos Estados Unidos tem desertos, é uma parte mais oeste, centro-oeste, tem deserto, ok?
57:58
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
mas outras partes não. Então a gente tem que sempre analisar a circulação mais local. Pra isso não tem outras fontes de alimentação de unidade. Então até no nosso caso, Rio Grande do Sul, ele é muito bem judiciado aí de unidade o ano inteiro. Apesar de outros feijões no Brasil. No Rio Grande do Sul, a gente não tem como reclamar de nada de unidade. Pontualmente, aí sim.
58:27
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A gente vai dar um zoom, um zoom, um zoom, a gente vai enxergar cada vez mais nos regiões da Terra do Sul. Praticamente só um, a campanha aqui, o próximo Abagé, que ali exige mais atenção com relação a umidade, principalmente falta um daqui. Mas o resto não. Aqui é meio um, sempre, sem dúvida. Bem, então nós temos isso daqui. Essa aqui seria a primeira célula e ela tem o nome.
58:58
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
O nome foi dado em homenagem ao primeiro cara que volou, né? Gerou assim, já em 1600 e pouco, essa ideia um pouco mais... Já existia, assim, nos povos mais antigos, mas já tinha uma ideia bastante mais clara de onde não devia ter mais umidade, convergência e tudo mais, que é o Hadou. Então, essa é a célula de Hadou. E aí depois, como se descobriu que se tinham mais duas,
59:31
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Vou pegar aqui só o núcleo de sério, aqui ó, o Equador, então o ar sobe, vai subsidiar aqui em torno de 30 graus, vai voltar a parte aqui, como ele diverge, vai para o sul, aqui em 60 graus, vai convergir, vai acender, aqui vai subsidiar.
1:00:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aqui subsídio em 90 graus. Então fechou-se as três células. Então aqui, Hadley. Essa aqui também é uma homenagem ao grande pesquisador da época, Ferrell. Não sei se tem 2L, acho que não. E aqui essa última que vai para o pó. Na verdade ela é até mais caidinha assim, que é mais fria. A célula polar. E é um espelho em um sexo.
1:00:35
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Os dois hemisférios são similares nesse sentido. Três células, ok? Mas é claro que a gente tem sempre que respeitar a circulação local, que vai ser preponderante. Beleza, gente? Então, como o título... Ah, esse aqui é o modelo de três células. Modelo de circulação geral da atmosfera. E três células são um pouquinho mais realistas do que o modelo de uma célula.
1:01:13
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Bom, aqui eu botei no plano vertical, aqui está a altura, aqui traz o Y, já que é o meridiano, certo? Eu acho que aqui a gente vai ter umas cingurinhas melhores no plano olhando o planeta. Aqui é tudo que eu falei agora. Aula de Hadley, aquecimento diferencial aqui do Equador.
1:01:39
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Ventos alíseos. Então os ventos alíseos, claro, são esses ventos aqui, só esses, tá? Então os ventos alíseos são os que convergem entre o Equador. Acho que tem uma figurinha, depois fica mais fácil. Vai ser um só aqui, ventos alíseos de norte e de sul também, os dois hemisférios. Então o vento que chega próximo do Equador aqui, que vai convergir no Equador.
1:02:03
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
São os anísimos. Então aqui, por exemplo, longe do Equador, de 60 graus, aqui não tem os anísimos. Só esse daqui. 30 graus em direção ao Equador. Aqui uma esqueminha sobre a tela de Hadley, que explica aqui a ZECIT. Depois a gente vai ver a importância da ZECIT e o clima do Norte e do Beste do Brasil.
1:02:35
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aqui é um esqueminha que fica um pouco melhor. Dá para ver aqui no plano vertical e como é que fica no plano horizontal. É lembrando de colorir, né? Dos desvios de acordo com o colorir. Certo? Então olhando essa figurinha aqui, já com os desvios, né? Os ventos alíseos, eles têm uma direção preponderante? Eles são de oeste para leste ou de leste para oeste? Esses aqui são os alíseos.
1:03:12
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Se a gente somar os vetores aqui para o acervador, então esses ventos estão indo para cá, para a esquerda, e aqui também. Então os alíseos acabam tendo essa direção, de leste para oeste. Isso é muito importante, explicar muito do filme do Brasil, da América do Sul. Beleza? Aqui está o outro, é a mesma figura, mas com outro esquema, ventos alíseos de sudeste, ventos alíseos de nordeste.
1:03:46
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Isso é o norte. Os centros de oeste, porque aqui muda, né? Aqui nas frutas médias é o contrário, tem tudo de oeste para leste. Isso é muito importante. A gente abre as cores. Deixa eu ver aqui mais. A célula de cada, a infernal, a célula polar. Aqui no fundo é a origem das frentes, né? E as frentes depois provivem, né? Para as latitudes menores.
1:04:13
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aqui, claro, onde eu tenho o movimento ascendente, eu tenho a baixa, como está no Equador, é a baixa equatorial. Onde tem dobro, isso seria tanto as vagas, como também pode ser os espaços de tempestade, não são espaços sem tempestade. Então é homogêneo aquela figurinha lá. E aqui o apelido da latitude de 30 graus, que é...
1:04:43
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Latitude dos cavalos. Não comentei essa primeira aula, hein? Sabe por que que é a Latitude dos cavalos? Não? Quando eu cheguei aqui, precisa de... É engraçado. É, não é tão engraçado.
1:05:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
A latitude dos cavalos é o seguinte, então, colonização da América do Norte. Os riqueiros, franceses, vindo lá na América do Norte. O que eles encaravam? Alta pressão, né, de 30 graus. Então eles vinham da Europa, no meio do Atlântico, aquela alta pressão, e deu uma alta pressão no meio do Atlântico. Como é que é o vento numa alta pressão? Vamos pensar, a gente tem ou é alta ou é baixa.
1:05:34
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Onde a gente espera um vento mais intenso? Uma baixa pressão ou uma alta? Tipo o cifrão do interior agora há pouco, né? Aquelas cajadas de vento. Então se a gente vai atravessar bem no meio da alta, é uma calmaria desgraçada. Uma super calmaria. A gente pode ter vento ao redor da alta, mas no interior da alta, como eu falei antes, o ar que subside, é subside bem lentamente. E naquela época, 1500, 1500 e pouco,
1:06:08
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Está tudo na base da vela, ou seja, sem vento. Como é que vai a caravela, a fornal, sei o que chama, vai andar? Então a primeira coisa que eles fazem é, pô, mesmo que eles tenham uma brisa, com esse nada de ilusão pesadão, não vai rolar. Não tem que se desfazer de peso. Então eles pensaram, vai tirar tudo aqui e vamos...
1:06:31
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Até que chega um momento, e claro que não existia cavalo, né? Todos trazidos de outros locais, principalmente a Europa. Eles olhavam os cavalos, aí tinham duas coisas. Primeiro, o cavalo estava pesando muito. E segundo, a comida estava acabando também. Tava feio, dias e dias parados. Então, claro, alguns cavalos se morriam, outros, para limpar o peso, perna bunda, para a água.
1:07:01
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E dizem que na intertiva o pessoal com os cubarões lá se divertindo, eles olhavam e se intertivam vendo ali os cubarões se divertindo com os cabalos na garra. E aí, por isso que pegou a latitude dos cabalos. Né, irmão? É alegre, né? Bom, isso aqui é bem bonitinho assim, né? Ah, que barbaridade. Então, beleza. Eu vou ter chuva aqui.
1:07:29
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Tempo seco aqui e chuva aqui onde tem baixa pressão de novo, aqui ó, né? Até esqueci de botar. Toda vez que eu tenho uma convergência, então aqui ó, baixa pressão, alta, baixa pressão e a alta aqui lá no ponto. Toda vez que tem convergência é baixa, onde tem divergência é alta. Beleza? Beleza, ó. Zero grau chove, aqui trinta graus seco.
1:08:01
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
60 chove, 90 seca. Acabou a previsão o tempo. A gente vê que em Pelotas é uma cidade rúbida. Não vai ter tempo ensolarado todos os dias. Por quê? Como eu falei, é a circulação local. Ou seja, o planeta é completamente heterogêneo.
1:08:26
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Tem locais que tem oceano, tem locais que tem continente. Onde tem continente? Pode ter montanha, pode ter planalto, pode ter deserto, pode ter lavoura, pode ter floresta úmida. Tem cidades, tem completamente trans. E tudo isso a gente tem que levar em conta. Então, ao invés desse esqueminha bonitinho assim...
1:08:49
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Um pouco mais realista, depois a gente faz os campos médios de pressão observados. Verdade. E aí é isso. Ainda assim, é claro que não é isso. A gente observa todo dia. Você tem um campo médio. Médio. Qualquer peça. Janeiro. Janeiro é verão. Para nós, no Céu Sul. E é inverno, no Céu Norte. Então, o nosso verão primeiro. Aqui está a ZCT. Ó, a ZCT não tinha que ficar em zero grau. É, ó.
1:09:25
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Olha a realidade. Cadê aquela Z6T fetinho lá daquela figura das nuvens? Então aqui ó, o que seria esse zero, aqui ó, a baixa pressão em zero grau, na verdade, é mais ou menos. Não tá tão fácil de enxergar, mas aqui ó, que é a América do Sul, sempre ficou tão ruim. O computador tá muito melhor. Aqui tá a América do Sul.
1:10:00
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aqui está a África. E aqui está a Austrália. As baixas pressões tendem a ficar mais claras sobre os continentes. Por quê? Porque os continentes aquecem mais carros. E aí sobre os oceanos ficam as altas. E aí lá no hemisfério norte, por que o hemisfério norte está mais ao contrário? Baixa a pressão sobre o oceano e alta a pressão sobre o continente. Aquela é inverno.
1:10:37
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Aí o continente se espia mais rápido. Então, sobre onde está frio, eu vou ter alta pressão, porque a atmosfera está comprimida. E onde está calor, lembra que a atmosfera fica mais leve. Então, os oceanos ainda restam um pouco de calor, porque eles demoram para ser sfera. E o continente fica mais gelado. Certo? Claro que tem as características típicas de hemiciano âmbito, comparadas com hemiciano sul. Isso é muito importante. A gente vai ver mais nada no lugar de quadro assim.
1:11:09
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Mas, olhando o planeta como um todo, primeiro, como eu falei antes, onde tem mais oceano, a temperatura varia menos. O oceano tende a minimizar as flutuações de temperatura. Se a gente olhar os continentes espalhados no planeta, qual hemisfério tem mais continente? O norte tem muito mais continente. Então, no hemisfério norte, é onde existem as maiores variações de temperatura mesmo. E eu brinco com os áudulos.
1:11:41
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Lá, pegar ali a Europa, os Estados Unidos, Canadá, a Sibéria. Lá é inverno. Lá é frio. Aqui a gente diz que tá frio por quê? Porque a gente precisa puxar as pessoas. Gente, aquele silêncio frio hoje. Ah, então dá lá pra Sibéria. Entra aí, como é que tá os Estados Unidos e inverno lá? Isso aqui de neve.
1:12:14
S…
Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Não. Aqui a gente diz que tá frio. Aqui é meio fresquinho também, né? Mas é fruto. Tá zero grau. Meu Deus. Zero grau. Que horror. Ah, vai lá pro... Passa um ano lá no observar. Na mesma latitude. Passa por lá. E por que isso? Porque tem mais continente. Sim, tem mais continente. Então as variações de temperatura são maiores. Ok. É, são maiores.
1:12:46
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Só que lá também, aí tem uma questão muito importante e chega um pouco mais depois, a gente vai voltar. Nós temos a fonte das massas polares, o ar vindo do polo sul e norte, em direção a 60 graus. Então as massas polares, que fez frio tudo, vêm da Antártida, do Sul e do polo norte. Da Antártida até chegar nos continentes, essa massa polar, ela pega água.
1:13:12
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E o que o oceano faz? Ele dá uma minimizada das variações de temperatura. Então ele bota um pouco de umidade, aumenta o efeito estufa e essa massa polar não fica bem tensa. No inverno deles, fica tudo congelado na estufa. E o ar que sai do Polo Norte vai direto, seco, super gelado para os continentes. É a ideia que o povo vai para o povo todo lado. Seguire.
1:13:40
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Bom, então isso aqui é um pouco mais de calidade, certo? Então só para frisar, altas pressões nos oceanos, porque durante o verão o continente é mais quente, e aqui o contrário, o continente fica mais frio, um pouquinho mais frio, pelo menos vocês veem que não é tão fácil, e o oceano um pouco mais quente só fica abaixo de pressão. Aí quando nós temos o contrário, em julho, aí os continentes aqui,
1:14:10
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
com baixa pressão no céu norte, o oceano vai ficar mais frio comparado com o continente, é sempre que comparar um com o outro, comparar com a vizinhança sempre, vai ficar mais frio por cima das altas, e aqui até desaparecer as baixas pressões. Não vai desaparecer, vai continuar a baixa pressão, só que comparado com as altas, eles vão ficar muito mais sutis. Mas claro que se a gente der um zoom, por isso a gente viu na América do Sul, vai ter sempre uma baixa pressão aqui no anterior.
1:14:38
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Ali que seja na Amazônia, vai ter sempre. E aí o mais interessante aqui em julho, olha a ITCZ. Bom, o dia que está em zero grau, olha que bagunça. Ela vai lá para cima. Ou seja, a ITCZ depende...
1:15:01
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
O movimento ascendente vai defender do calor. Como o hemicélio norte tem mais continente, ele se aquece muito mais do hemicélio norte. Então a ITCZ fica muito mais do hemicélio norte. A posição média ao longo do ano da ITCZ não é em zero grau. A gente bota aqui zero grau, mas não é. É um 5, 7 graus norte, por causa da continentalidade.
1:15:29
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E aí quando chega o verão deles, ela até se mistura com as baixas pressões dos continentes. Depois a gente vai ver aqui até que vai se dar essa mistura. Isso aqui é um pouco mais realista. A gente pode, como eu falei lá no início, a questão do aeroporto, trazer isso aqui de grande escala, que é o planeta, para micro escala.
1:15:59
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Ou seja, uma coisa da praia aqui. A gente está na praia, a gente vai para a cidade. E a mesma coisa que a gente interpreta a variação de inverno e verão, a gente pode fazer uma analogia com dia e noite. O que a gente não pode esquecer é que, independente se a gente está numa escala de meses...
1:16:22
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
para interpretar as diferentes situações do ano ou horas, para sempre quando tem sol ou quando está à noite, é que o continente se aquece mais rápido e se resfria mais rápido do que a água sempre. Então, no caso de pequena escala, que é uma praia, durante o dia a terra, a parte continental da praia, vai se aquecer mais. Então, vai ter pressão mais baixa e o ar subindo.
1:16:49
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
E o ar subsídio de onde? Na água. Então, para fechar a célula, claro que esse ar que sobe, vai ter que ser substituído pela brisa marítima. Então, quem está na praia no verão, vai ter sempre aquele ventinho que vem durante o dia, né? O vento que vem da água. Então, por isso que a sensação térmica para quem está na praia, comparado com o pessoal que está na praia...
1:17:14
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Mesmo aqui que é lógico, que a praia é pequenininha, lagoa, ainda assim dá pra ver quem tá lá na terra da água e quem tá aqui no calçadão ali das grandes neves. Quem é que tá sofrendo mais? Porque lá tem uma brisa, vai descer uma brisa durante o dia, que é a brisa marítima, porque vem da água pra terra. Bom, chegou seis horas, sete horas da noite, bom, aqui vai descer até o período do dia, quase oito, bem à noite.
1:17:46
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Vamos pensar no céu estrelado. Ou seja, realmente a temperatura se perde com mais facilidade. Não tem a nuvem para prender. Então aqui se resfria. Onde se resfria, porque é alta pressão. E aqui a água fica mais quentinha. Realmente no final da tarde, quem entra na água, o cara trabalhou o dia inteiro. Aí vai lá pegar um pouquinho do banho, né? Não se dá beijó que pode ficar doido. A água vai estar mais quentinha.
1:18:18
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
aqui de manhã cedo, porque aí fica mais quente. Então aqui fica abaixo da pressão, tá mais quente. Então vai ter movimento ascendente, vai subsidir na parte continental da praia. E aí o vento sopra da praia, assim, do continente, em direção à água. E aí a brisa terrestre. Então a gente consegue fazer essas analogias.
1:18:43
S…
Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Tanto em micro escala, que é praia, como também em grande escala. Então lá na Amazônia durante o dia tem a brisa que entra. O verão, nossa, aqui o verão do sudeste, nossa, é bem mais úmido porque também tem a brisa que vai entrando. É mais úmido porque também converte mais umidade. Então a gente consegue fazer a analogia tanto em pequena escala como em grande escala.
1:19:11
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Speaker 2 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Agora são as brisas, as brisas terrestres. Certo? Beleza? Então fechamos por aqui. Já mando um pouco o material legal, dei uma olhadinha, qualquer coisa, tudo, tá? Tchau!
1:20:02
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Speaker 1 (Aula de hidromet dia 10 abril)
Obrigado.
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