Escola Superior Agrária de Bragança 32

May 04, 2026 19:45 · 1:17:36 · Portuguese · Whisper Turbo · 2 speakers
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S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Uma volta é de 0.5 valores e tenho que colocar, ao som dos meus testes, logo em um ciclo virtual, depois para a segunda vez conseguir aceder ou não. Não é obrigatório, quem fizer, eu vou lá a um visto a dois, para ver se tem que o mínimo fez a dizer aquilo bem, e quem fizer aquilo mais ou menos, leva um 0.5. Qual é a vantagem de ter as fichas? Estão escolar também com a matéria, também não é assim que uma ficha qualquer, é um robô que vocês estarem e melhorar a medida nota. Descreve o que acontece imitamente à molécula.
0:31
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O DNA é uma das etapas térmicas, a desnaturação, o que é que é o anélite e o que é que é a extensão.
1:10
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O gel da garose funciona como um filtro. Se estivesse a tentar separar farmates de TNL ao BNs muito pequeno e muito parecidos entre si, seria melhor usar um gel com uns 100% ou 10%. Ou seja, mais ou menos concentrados, um esticado pequeno. Conseguiria perceber um gel da garose, não é?
1:41
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
para responder às questões. Então, observando os poucos no grupo da imagem, para que lado, para cima ou para baixo, é que migram as bandas. Depois, as bandas estão mais perto do fundo da imagem e são as que, a gente tem que ter, nem a mais pequena. Onde é que é o palo positivo? É na imagem. Depois, a hipnótica de identidade, fazer uma aplicação disto. O perfil do genético de um filho é uma combinação das bandas visitadas da mãe e do pai.
2:16
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Cada banda que apresente um style, a escala em segundo, e que não esteja presente na mãe, tem a opiniotória única e por quatro. Analisando as bandas do style, podemos ver quais é que pertencem a a mãe. Podem dar-se acima e tentar identificar quais são as bandas e quais as da mãe. Por exemplo, podem colocar uma cor diferente, um lápis, o que vocês quiserem. O E. O base das bandas restantes, com outros três candidatos, é o quadro lógico. E sobre a técnica fixe,
3:16
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Nós podemos utilizar a técnica física, por exemplo, para saber se uma pessoa tem um atorismo mínimo, ou se também é uma técnica de análise dos nomes, ou para saber quantas cópias é que tem um determinado. Agora vamos falar um pouquinho mais para isto. Vocês vão recordar que devem ter este slide, o dogma da biologia molecular. Não sei se vocês viram esta semana ser um artigo científico em que momento em questão este dogma, porque afinal...
3:46
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Nós, a célula, conseguimos produzir DNA sem ser necessário óptimo. Descobriram isto. Esta série é uma das falsas formandárias de estudo. É um meio do nosso DNA. Esta semana soubito para ter as notícias. Tenho a ideia de que é uma forma de poder de defesa do organismo. Mas, basicamente, se nós conseguirmos fazer um DNA, é um bocado de uma relação. É um bocado diferente do que nós estamos à espera. Podemos analisar-se um bocado mais.
4:47
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O gene é a unidade de informação biológica da editariedade
4:58
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Depois, você...
5:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Agora, já se conhece com um ósseo do colete que transporta a informação para uma dada proteína. Não sei qual é o DNA, RNA, proteína. Nós temos então a informação do DNA, a informação biológica, depois há a expressão génica e na expressão do DNA transforma-se em RNA. Nós também já vimos que temos dois tipos de RNA. Um, que é estrutural, nós chamámos-lo de RNA estrutural, não é?
5:25
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
que vos engenham uma própria função, ou seja, o produto final. O RNA às vezes é o produto final. Temos, por exemplo, o bivossomal. Depois temos o RNA que vai ser traduzido para uma proteína. Vai ser o RNA exagero, que depois é traduzido para uma proteína. Tudo isto não é recapitular. Subiu?
5:53
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Existem duas das classes, a de SYNs Proteínas, que é o RNA mensageiro. O funcional que vamos falar não modifica para produzir proteínas o próprio RNA no luto final. E participa de uma diversidade de processos celulares, incluindo a RNA transferência, que desperta o código de mRNA e sequências de RNA lácteos. E o eblogosão, que faz parte do negócio, mas conto ao próprio SYNs Protein.
6:23
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
É que se parece um gênio. Neste caso, nos organismos, eu tenho exones. A primeira imagem do erro é o exão, que é a zona codificante, e o intrão, que é a zona não codificante. Para não se esquecer, quando eu, na altura, deporei, intrão, intrusos. Aqueles que nós temos que ficar fora, não fazem parte da proteína. Se eu deporei na altura, intrão, intrusos. Se vos ajudar. Modificamos os exones.
7:08
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E temos aqui vários exemplos, vários genes, vários organismos diferentes, onde tem os enxões e os entrões. O que vocês veem é que, às vezes, os entrões são maiores do que os próprios enxões. Quando nós traduzimos o DNA para o DNA, vai haver o freio que é o DNA, que tem os entrões e os enxões, depois ocorre o splicing, e o splicing é nada mais, nada menos, do que retirar os entrões.
7:40
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Isto é interessante, porque um único gene pode levar a diferentes transcritos. E isto ocorre devido a que se gera um splicing alternativo. Isto é o splicing alternativo. Às vezes, aquilo que é um interão, um transcrito, vem a uma ilusão do outro. E qual é a parte disto? Um único gene com uma única sequência.
8:10
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
vai produzir proteínas diferentes. E é uma das explicações porque é que todas as nossas células têm o mesmo DNA, todas elas são muito diferentes. Os olhos são muito diferentes do cérebro, alguns diferentes da pédula. Também está relacionado com isso. O mesmo género pode imaginar proteínas diferentes devido àquilo que se chama de splicing alternativo. O splicing alternativo são formas alternativas de retirar os drões.
8:44
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O que nós caracterizamos de um material é evitável, que podemos utilizar estudando os genes, que é a disciplina que nós chamamos de genómica. Nós falamos de genómica, falamos de perceber qual é que é o papel dos genes no organismo, quando também, desde logo, identificar e deslocar e localizar um grupo de genes. Reparem.
9:10
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Muitas vezes, nós sabemos que existe uma determinada característica, um determinado género de fazer qualquer coisa, mas nós não sabemos onde e em que cromossoma está. Certo? Então, hoje de novo, eu também estudei isso. Em que cromossoma está? Em que parte do cromossoma? Conseguimos dizer alguma técnica em que eu já tenha um jogado, que seja importante ou que possa ser aplicada para saber onde é que está o determinado género? Eu sei a sequência, mas eu não sei onde é que ele está.
9:58
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Normalmente, eu vou ler isso, porque eu...
10:01
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Eu quero saber em que cromossoma está o meu género. Por exemplo, nos humanos. Dizendo que é o lugar que me interessa. Quero saber onde é que está em cromossoma. O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam? O que é que vocês fariam?
10:41
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
É uma técnica fixa onde nós fazemos uma sonda. Imaginemos que nós temos o nosso DNA. Fazemos uma sonda complementar que tem fungência e nessa fungência nós conseguimos saber.
12:22
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O que é que nós temos de fazer? Temos de fazer uma sonda complementar para o nosso género, fazemos a hibridação e o uso é incrível para o nosso género. Então, a técnica que podemos usar é a técnica que diz, quando você fizer estes passos, onde nós temos de fazer a sonda, temos de desnaturar o DNA. Se estiver em cadeia pública, a nossa sonda não consegue hibridar. A nossa sonda, todos os lados, desnaturado e hibrida.
12:54
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
e depois, onde descobrimos de fluorescência e íons, incluindo para o nosso homem muita fluorescência. Pais de fluorescência e dorante. A estrutural pode seguir onde é que está o gene ou um conjunto. Depois, a genómica funcional, e hoje, muitas vezes, nós temos esta funcional, é descrever a função biológica dos genes e definição de um determinado fenómeno. Hoje em dia, nós temos a sensação de um genómico. Muitas vezes nós sabemos que existem montes de genes, mas não sabemos que existem.
13:40
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Não sabemos se aquela variação que existe na população a que fenótipa é clara. Então, a parte funcional, genómica funcional, é importante para perceber a função biológica dos genes. E depois, não sei se vocês têm um teste como as que se comunicaram a se fazer manter, engenharia cinética, engenharia cinética, que vocês não, ferramentas onde podem utilizar o laboratório para prever um bocado esta função do gene. Por exemplo, certas ferramentas.
14:09
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
que inibem o género. Isto é importante porquê? Imaginem um organismo que tem todo o género a funcionar normalmente. Depois temos outro onde inibimos o género e vamos ver o que acontece com o organismo. E com aquilo que nós conseguimos observar, nós conseguimos fazer inserências da função do género, certo? Sequenciar, maviar, adressar e depois na parte funcional, que é da parte de proteínas, tendo-se os micróveis, DNA, proteção da vossa ENT.
14:47
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
a genómica, envolve tudo, desde o núcleo que é o centro coláctico, desde os básicos, como tudo é ignorado.
15:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Então, as laços púricas ou pirimínicas, o que é que é isto? Ou as piriminhas e as corinas, o que é que é isto? O que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é que é
15:32
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
que o DNA vai absorver a 260 nanômetros. Só DNA, RNA e também hipólicosacadílicos. O que nós temos, mesmo quando temos um prospector fotómetro, é que as proteínas e as polisacadílicos vão absorver numa onda diferente. Tem o máximo de absorção a 280 nanômetros. Estão aí a ver com a proteínas 280.
16:20
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
e os polisacarídeos a 230. Isto é importante que vocês saibam. Se nós quisermos saber, isto é importante, reparem, nós o que temos de estudar hoje é como é que vamos estudar o DNA, um estudo de xenómico. Então, a primeira coisa que nós fazemos é estudar o DNA. Concorda ou não concorda? Mas quando nós estudamos o DNA, ao mesmo tempo já havia a restação do DNA, nós não conseguimos ver o DNA.
16:53
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
como uma coisa transparente, para essa água. E nós precisamos saber se ali há ou não há DNA. Que nos permitam saber se naquele tubo transparente, se temos lá DNA ou não. Uma das formas que nós temos de ver isso é através da utilização de cetofotometria, que vai ver que não é uma absorvância. Então nós sabemos que o DNA, que já só tinha dito, tem um máximo de absorvência aos 260 nanómetros.
17:30
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O espectrofotómetro dá uma máquina e depois nos dá um valor. De repente, dá a absorvância e o pó tem dentro. O DNA é 260. Nós podemos aplicar esta fórmula. Esta fórmula diz que a concentração do DNA, que nós temos na ação óptica, é igual à absorvância dividida, ou seja, é aquilo que nós temos no letrano na máquina, vezes 50, vezes o fator de incluição.
18:37
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Vamos escolher o A260. Apontem aí.
19:46
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Quando nós temos o valor de absorvência de 200 e 100 igual a 1, nós sabemos que temos lá 50 microgramas por medida que puder ganhar.
20:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Como é o valor que nós sabemos, quantos voar? 260 igual a 1. Nós sabemos que lá dentro temos 50 microgramas por pneu dentro do DNA. Não pode fazer isso, mas o seu ouvir nos calmo também. Exato. O senhor poderia voltar para elevar S ou primeiro a 1 consumir? É só 260, 0,42. É o que nós precisamos. Depois já vamos à pergunta logística, está bem? O que quer exercer é o A260 igual a 0,42.
20:46
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
É um grande ensino.
25:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
É o fator de exibição, A220. Tem o máximo de absorvância. Se nós quisermos saber A260 dividido por A260. Contaminação de polisacetamídeos. Então, temos de fazer o máximo de A260, A260 dividido por A260. Quer dizer que está bom. Se tivermos um valor mais baixo, quer dizer que temos contaminação.
26:44
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E se estiver mais alto? Para o A260, a diminuir por A230, o ratio ótimo é o 2. Se tiver valores muito inferiores, nós temos...
27:13
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Valores inferiores, que significam em voar 230, maior. Certo? Então, vamos ter contaminação com falsos e católicos. Mostras de plantas e de vincetos. Agora, estão para vocês ver como... Com que é? Calcula as razões 260 e 280.
27:48
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E, 260 por 230, a pergunta 3, avalia a beleza das amostras para os cadernos.
35:00
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Eu acho que é muito parecida, não é? Nós colocamos aqui as amostras neste poço. O DNA tem carga negativa. Está vendo? Nós metemos aqui. Aqui na horizontal. Está aqui, está a carga negativa. O DNA tem carga negativa. Isto está aqui. Quando nós colocamos a velocidade, ele vai virar uma onda. Está a positiva. Está a positiva, não é? Isto representa a malha da velha osse. Nós temos um gel da velha osse.
35:35
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
A agarose é uma substância inferior de uma alga vermelha e é como se fosse uma gelatina branca. E ela vai fazer atrito. O DNA vai querer passar, porque tem esta fonte. Mas a agarose vai fazer atrito.
36:48
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Eles conseguem migrar mais. Então, o que vai acontecer? Aqui em baixo, vamos ter as bandas mais pequenas e aqui em cima, maiores. Ok? A pergunta que eu digo, se nós temos fragmentos muito pequenos, muito parecidos, nós devemos usar uma concentração da grosa 1%.
37:16
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
2% com a agarose é mais sólida, apesar que fosse a gelatina. Nós não temos mais pó de gelatina. Como é que ela fica? Mais dura, não é? Que é a mesma coisa. Como você acha? Se nós quisermos estourar para alimentos pequenos e parecidos, devíamos usar a agarose mais concentrada, 2% ou menos concentrada, 1%? Mais concentrada. Mais concentrada. Vai fazer mais atrito. Certo? Sim.
37:48
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Nós temos um pente que colocamos no argaroço e nós fazemos argaroço como se faz da gelatina. Nós temos um pó, que é argaroço, colocamos em água a ferver. Depois temos uma tina, que é um pente que colocamos lá pelo líquido. Deixamos a fresca e transformar em uma gelatina. Tiramos o pente.
38:17
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Fiquem-nos com os poços. Nesses poços nós colocamos as nossas amostras de PCR e depois fazemos eletrofresse, não é? Quando nós vemos aqui então a energia, vou começar a eletrofresse e vai do negativo para o positivo e aparece-nos assim um gel. Ok? Pronto, isto aqui são técnicas que vão ver isto. Eu vou tentar então abrir um dia. Não faz parte do programa.
38:47
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Isso aqui são técnicas que nós usamos proponeramente no laboratório. Como eu vos disse, muitas vezes fazemos estação de DNA, queremos saber se levar ou não, fazemos um gel da garose. Fazemos um PCR, queremos saber se levar ou não, fazemos um gel da garose. Ok?
39:04
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Vamos lá para a origem, este vai-nos dizer logo, sem absorvência. Também temos o espectro fotómetro, mas sem absorvência, nós conseguimos perceber se temos muito DNA ou o DNA, o que vocês acham? Se temos muito DNA, a nossa banda vai ser mais brilhante ou muito brilhante? A banda é o DNA. Mais brilhante. Mais brilhante, exatamente. Uma ideia é que ela mostra se a extração provou bem, se o PC provou bem, não é porque é mais brilhante ou muito brilhante.
39:38
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E conseguimos perceber se é que é isso. E aí nós conseguimos, ou não, fazer-se com exceção. É saber exatamente quais é que são os números de óbito que nós simulados.
40:19
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
É o tipo de sequenciação que ainda dá resultados com maior qualidade.
40:32
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
A sequenciação está relacionada com a terminação de cadeias com incorporação de D-DMTPs. Lembrem-se de que nós usamos D-N nucleótidos, o A, o T, o C e o B, que vão sendo incorporados pela autolimorase.
41:25
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O Mácer recebeu o Prémio Nobel, o que realmente foi uma revolução. Para ver bem o conceito de sequenciação, venha-lhe uns slides para este é para nós estudarmos, não é? Então, quando nós temos a sequenciação, nós vamos fazer um PCR. E o PCR nada mais, não é nada mais, nada menos, que a replicação do DNA, certo? A violência inicial, em vez de ser da célula.
42:04
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
de MTPs, acabei em volta a polimorar-se. Mas lembram-se que para a polimorar-se condicionar, nós devemos ter um grupo OH que livre na velocidade ou não. E quem é que dava este grupo OH no caso do PCF? Queremos duplicá-lo, mas quando temos o OH em arma, temos este grupo OH livre. Então, eu quero que vocês me digam, como é que nós resolvemos este problema de nós precisarmos de um OH livre?
42:50
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Portanto, na nossa célula, nos dá um encontrado lá. Nós fizemos uma reflexão. Temos de começar aqui, eu sei que é um bocado chato, mas a gente tem de alguma maneira de se não terem acordados e de vocês tentarem interligar a batalha.
45:00
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
De nós termos um grupo oral livre para acontecer a dedicação. E eu preciso desprepar-lhe isto contigo. Porque não dá-lhe a gente no início. A sequenciação, o senhor que inventou a sequenciação, ele vai fazer o PCR, mas vai culturar nesse PCR, DNTPs, mas também DNTPs.
45:29
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Estão a ver? Ali é a representação de um DMTP e um DDTP. Eu quero que vocês olhem para esta imagem e me digam onde é que está a diferença. Onde é que nós o dedicamos? No uracilinatimina. Neste OH-A, certo? Ah, sim, exato. Então, no MTP nós temos o OH-A que é necessário para ocorrer. Se não tem OH-A, não vai ser linguagem de biótipos.
46:23
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Existe o método de sua insenção. O princípio dos processos é bom assim. O método de sua insenção, ele faz, inicial, é necessário fazer quatro reações de PCR. Nas quatro reações de PCR, nós colocamos os primers, os DR, as reações. Nós vamos, um pouco, não todas, para vocês recebam. Nós colocamos lá os DNTTs todos, algumas ameninas.
47:16
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Estão bem? Estão normais? São D-NTPs, não? São D-ATPs. Por uma arduína, é um A. Por uma arduína, é um T. Nós colocamos os D-NTPs normais e uma pequena função dos modificados. A outra reação é colocar pedióticos. Nós temos alguns D-ATPs, não todos. Outra reação, temos os D-TTPs mudados.
48:17
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
O que é que isto vai fazer? Nós temos os bairros que se incorporam, a nossa enzima, a nossa TAC está muito contente, começa a incorporá-los dentro. Contente é MTP, certo? Quando ela incorpora o VNTP, começa milhares de vezes, certo? Nós queremos sequenciar.
49:16
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Na primeira reação, temos algumas goninas bonificadas, na terceira reação. A nossa, por lembrar-se, aleatoriamente, tem um D de alto nível, bonificado, não é? Como não tem lá, o H parou. Então, nós temos uma banda de um parque base.
50:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Depois, noutras reações, a enzima até colocou primeiro o A, muito bem. Depois colocou o C, também naquela primeira reação, o C são sempre normais, muito bem. Coloca o B, também normal, muito bem. E depois coloca o A. E essa A é simplificada. O que acontece? A enzima vai. Então nós ficamos.
50:28
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Com uma sequência de um, dois, três, quatro, quatro espaços. Certo? Na mesma reação, na mesma altura, ela até colocou aquele amor, como nós temos aqui. E está, afinal, até era bom, para outra sequência, está na mesma sequência. Depois colocou um amor. Certo? Para. Então nós vamos ter um tamanho e colocamos um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, quatro espaços.
51:06
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E este é o assassino para todos. Só que aqui, os DPs que são modificados são os Gs, estão a ver? Aqui acaba no G, tem 3 mais bases. Aqui acaba no segundo G, tem um colégio de 6, 7, 9, 4 bases, acho que eu. Bastira no T, começamos a ficar em baixo. Então, primeiro é um A. Aqui é um A. Aqui é o segundo, AC. Primeiro nós sabemos que é um A, colocar no posto do A. Z. Primeiro é um A.
51:49
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
A segunda banda, mais pequena, está aqui. Onde é que está o poço? No C. Então, na segunda posição. C. A terceira banda, mais pequena, está longe. No B. A posição vai ser o quê? A outra banda, mais pequena. E é o quê? No A. Então, a quarta posição vai ser o quê? A outra, mais pequena, está aí no poço. Então, vai ser o quê? E a seguir? A. E a seguir? D.
52:31
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
E assim nós obtemos o IPCF, normal, não é? Os DMTPs modificados e a eletrofia, de mais pequena. É apenas um da esquerda para mostrar a mesma coisa. Nem todos os astos são modificados. Há de uma questão, outros não estão. Que é, paletóriamente, nós temos bandas de todos os tamanhos modificados. O que é que acontecia? Acabava no primeiro A. Certo?
53:26
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Faz sentido ou não? Se todos eles fossem verificados, a enzima punhou o ar e acabou-se. Mas nós queremos que ela acaba às vezes e às vezes continua. É para termos as bandas de diferentes membros. Isto faz sentido na vossa diferença ou não? Vocês têm de imaginar este processo? Então é a mesma coisa? Os A's, os D's, os T's. A reação que colocámos um pouquinho diferente. A reação que colocámos. A reação onde vocês vêm aqui. Conforme com isto ou não?
55:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Tem que fazer uma cópia porque são de C. Certo? Ou seja, se a nossa sequência tem um ar, a nossa tag vai ter o quê? Neste lado? T. Se deste lado, na original, tem um C, neste lado vai ter o quê na cópia? Certo? Então, se eu vos disser qual é a sequência que nós obtemos, aí sim. C é o final. É o complementar. Nós vamos fazer isto normalmente. Já peguei pela máquina. E nós conseguimos.
56:11
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Estão marcados com fenópolos.
1:00:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Para os mais 4 mil, 400 mil, não sei quantos projetos. Olha ali o crescimento exponencial. Como é até 2011, desde 1995, que foi o primeiro de novo, lembram-se? Está aqui. Até 2011 já teremos um crescimento exponencial, certo? Olha 2011, um gráfico que hoje tem de 2023. Estão a ver o impacto que nós conseguimos sequenciar do GNR?
1:00:31
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Nós já passávamos a ver o primeiro genoma de uma bactéria, o segundo genoma de um animal, e os dias saem as genomas nós. E temos aqui também o que nos interessa, porque as bactérias, porquê? Mais pequenas, mais pequenas, e porque são importantes para os humanos, doenças. Depois, a seguir, petrogenome. Porquê é que é que é metagenome? Porque é metagenome que é, por exemplo, da nossa pele, nós temos muitos organismos de petagenome, que é o conjunto, pois conhecemos tudo daquele cadeado.
1:01:14
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Depois, o cardiólogo, um pouquinho mais ou mais, como nós temos, e os ativar técnicos, que são mais difíceis de ir buscar. Nós queremos fazer uma análise molecular da variabilidade gemétrica. Nós temos muitas várias variabilidades, na verdade, a sequenciação é uma delas. Nós sequenciamos cada um de nós para conseguir ver onde é que nós somos. Nós temos algumas diferenças, claro que nós somos muito mais parecidos do que diferentes.
1:02:08
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
A maior parte do nosso sonoma vai ser exatamente igual, mas vai ter partes que vão ser diferentes. E com isso nós falamos de variabilidades népticas, falamos de polimorfismos. E isto acontece porque existem, ao longo da nossa evolução, que existem mutações. Todas as técnicas que é utilizada ainda hoje, mas é um desenho clássico, são chamados NFLPs.
1:02:39
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
que são odimorfismos de complemento. Onde basicamente, o que é que isto consiste? Nós fazemos um PCR e depois colocamos lá uma enzima de restrição. O que é uma enzima de restrição? O que é uma enzima de restrição? Quem me diz? A restrição são tesouras moleculares. Elas cortam o DNA em ciclos específicos.
1:03:19
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Aqui nós temos, por exemplo, aquela enzima HPO2, corta quando vem a sequência C, C, D, C. Ela conhece a sequência C, C, D, C e corta entre o C e a primeira segunda C. Vou ver ali em cima. E aí embaixo está o complementar. O LBO1, ela conhece a sequência E, A, T, C e corta antes essa sequência. Então, o traço significa corte.
1:03:51
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
são tesouras melangulares que cortam em sítios específicos. Temos aqui uma amplificação dos pés índios. O que é que nós fazemos? A extração de DNA. Fazemos amplificação de PCF daquela região do eixo L2. Vamos ver do P1 e do P2, que são as praias. É a forma como nós definimos
1:04:35
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Onde é que começa e onde é que acaba? Como é que nós sabemos onde é que começa e onde é que acaba a sequência que nós queremos amplificar? Pelos pranhos. Nós temos os pranhos que definem qual é a sequência que nós queremos. Amplificar, amplificamos e depois fazemos a digestão com esta enzima que é DNI1.
1:05:00
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Com esse ADCA, corta ali, está bem? Nós sabemos que, quando nós temos um indivíduo normal, nós temos ali um GTG. E quando nós temos um GTG, a enzima não vai. Porquê? Porque aqui tem um G. GTG. Estão a ver? GTG. Como aqui tem um G e ela é específica, ela não funciona. Como não funciona, vamos ter quantas bandas?
1:05:41
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
A doença vai aparecer ali um A. Esse A tem, nessa sequência, a enzima corta. Podemos imaginar que nós temos um fragmento de DNA, certo? Nós temos aqui um fragmento de DNA. Certo? Podemos conhecer. Se nós plantamos 2, tem 212 partes. E este tem que vir 15, mas não é porquê? Aqui é o meio, não é porquê? Porque temos três membros. Ele tem uma cópia.
1:07:53
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Sombaca, a enzima não corta, e que diz que os bandas são 212 padres de base, e tem uma cópia com a doença, que a enzima corta e faz, e portanto nós temos três bandas, porque nós não conseguimos saber. Se nós não tivéssemos duas bandas, ou seja, se não conhecesse aquela de cima, o vento lhe estava a viver. Nós temos que dizer a quem? Nós somos simbólicos para a doença e teológicos. Certo? O que é que pode acontecer?
1:08:52
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
ou o indivíduo, ou nós só temos bandas de 112 pares baixos, como é o primeiro caso, não é? Quando nós só temos o momento de 12 pares baixos, o que é que nos está a dizer? Somos o quê? Homozigóticos. Homozigóticos? Somos doentes ou não?
1:10:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Vamos ser doentes. Se tivermos uma banda, são vagas. Se tivermos duas bandas, se tivermos três bandas, são vagas. Por quê? Porque é uma doença autossómica dominante. Estás entendido ou não? É uma doença autossómica dominante.
1:10:39
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Na segunda ou terceira década, lembram-se que a terra do António tinha 18 anos e tinha medo de ter um filho com a doença. Esta doença aqui. E depois vimos a substituição do resíduo de dolina, que termina na substituição do íter, na proteína, constituída por prómese. Temos aqui, então, A, T e D, que é o local de corte desta endonucleácea. A endonucleácea é sinónimo de enzima de restrição. Ok? A febrada. Enzima de restrição igual a inter...
1:11:12
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Então, nós não esquecemos que os próximos anos temos todos. Então, isto é, endotropiase igual a enzima de restrição. Aqui a manhã é muito mágica, tem muito tempo, tem muito tempo rápido, eu tentava outras coisas. Mas, para o momento, vocês vão simulando a matéria, agora vamos falar, está a semana? Então, vamos falar do DNA repetitivo. Esta é a emissão. Apenas 2% do nosso DNA é transito pera.
1:13:23
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Por isso, a maior parte do nosso DNA é chamada de gene DNA. Nós vamos falar um bocado das zonas suscretivas, que são zonas que são usadas, por exemplo, em testes de atribuidade. E claro, tem outras soluções. Os glóbulos de uma das suscretivas servem para dizer qual é o nosso DNA, o nosso problema. Por isso, nós estamos utilizando estas zonas de DNA aditivo, que são zonas que são mais variáveis e que, por isso, indica facilmente, não são utilizadas pelo testes de atribuidade.
1:13:59
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
e conseguimos saber quem é. São sequências que têm uma taxa de mutação muito elevada e, por isso, conseguimos distinguir quatro pontos científicos. Reparem, nas zonas coincidências, normalmente, quando há uma mutação, acontece uma doença. Normalmente, não é assim? Acontece uma doença ou acontece uma doença.
1:14:20
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Mas há muito mais mudações nestas zonas não modificantes do que há nas zonas modificantes. É mais fácil utilizarmos as zonas não modificantes para distribuir os definidos. Agora, o que é importante, eu acho que é interessante, é nós percebermos que apenas 2% do nosso DNA está aqui, vou ver aqui, são boas adesões. 2% é traduir 44% de DNA único, ou seja, não há repetições.
1:14:58
S… Speaker 2 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Depois também não são traduídos por votinhas, mas...
1:15:00
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Hoje em dia sabemos do mundo do DNA, transforma-se apenas em NNA, que são importantes para a parte da população, por isso este tempo está aqui. Temos o telogéns, que é 1% também, que são publicações. Isto aqui é tudo repetições, é DNA adjetivo.
1:15:28
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
Porque nós estamos, por exemplo, muitas vezes, para estudar a variabilidade de edifício. Depois pela semana, começamos aqui. Está bem? Não se esqueçam de ter várias coisas o que fazer. O 4.6. Nós já falamos para o jornal. Eu creio que vocês resolvam isso. É o jornal que é lá na vista de olhos. Para ver se vocês resolveram. E a ficha 2 está. A minha parte. Ok? Depois, ficha na história de virtual. E tem que começar a estudar 2 meses.
1:16:28
S… Speaker 1 (Escola Superior Agrária de Bragança 32)
3 de junho.

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