Aula 4 de hidromet 24 de abril
Apr 27, 2026 15:15
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O importante que eu preciso mencionar é que toda vez que a gente consegue ter essa média de 30 anos, para definir o clima de local, essa média de 30 anos tem o nome que é a normal climatológica. Toda vez que você ouvi em termos normal climatológico, é o clima, as condições meteorológicas, baseadas numa média de 30 anos. Uma questão importante é a fonte de contas. Quais 30 anos? Provavelmente eu vou comentar isso mais tarde.
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas são os últimos 30 anos? Só qualquer 30 anos? A organização meteorológica ambiental gosta de períodos padrão, ou seja, períodos fechadinhos, de três décadas que terminam em zero, por exemplo. Então, por muito tempo, na meteorologia, na cinematologia, a gente usava a normal climatológica de 1961 a 1990. Depois eu vou explicar por que essa normal climatológica é muito útil. Muito útil.
1:06
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
a que usa até hoje. Pegando esse gancho de 1990, se a gente começar uma nova normal de 1990, 91 no caso, fechou em 2020. Então também, a maioria dos trabalhos mais recentes estão usando essa última normal, de 1991 a 2020. Ah, mas eu não posso pegar nos últimos 30 anos? Posso. Seria de 94, 96 a 25. Já em 2010 a gente não tá.
1:40
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, só que eu tenho que declarar, né? Por isso que toda vez que a gente vai apresentar, fazer o trabalho, a gente tem que detalhar essas coisas. Qual o período que está se baseando. Ainda mais se a gente está num trabalho comparativo com outros, ou dentro do meu trabalho comparando, limpa de diferentes pontos, claro que todos têm que ser baseados no mesmo período. Pode dizer, ah, em Pelotas a temperatura média é tanto, de acordo com a normal, onde isso sempre é o logístico de Rio Grande, é 2 graus nesse período.
2:16
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
no geral quais são as variáveis eletrológicas que a gente usa pra definir o nível de um local? basicamente não, vai depender da transificação que a gente usar mas no geral a gente não escapa de temperatura e chuva não conheço nenhuma transificação climática que a gente não use pelo menos essas duas variáveis temperatura do ar e chuva aí dependendo
2:44
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
o tipo de classificação que eu vou usar, existem algumas na literatura. Também pode ser interessante usar pressão, umidade, vento, mas, no mínimo, temperatura e o que a gente tem de saber. Aqui é duas coisas, né? Por exemplo, eu posso definir o clima de perlato simplesmente dizendo que a temperatura média é tanto e a chuva varia assim ao longo do ano. Beleza.
3:11
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A temperatura também varia assim no plano. Não é uma classificação, mas é um dado importante. Tem que saber o comportamento da chuva e temperatura. Mas é claro que eu posso encaixar esses dados e ter alguma classificação já conhecida. Aí a gente tem uma série de nomenclaturas que ajudam a definir o período do local. Certo? Uma coisa mais importante é a diferença entre tempo e clima. Quais faturas que influenciam aqui?
3:52
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Latitude. O gosto de diferenciar entre variáveis. O clima de Pelotas e Belém. Quais são as principais diferenças? Como a gente viu até na aula passada, é quando a inflação dos fases solares. Então, sim, a latitude influencia. É um, só dois. Não que seja nenhum principal. Proximidade com centros de grandes massas continentais.
4:40
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, aqui tem uma palavra que pode traduzir isso aqui, que é continentalidade. O que isso significa? Basicamente é o seguinte, se eu tenho uma cidade localizada no meio de um continente, longe dos oceanos, as variáveis meteorológicas principais...
5:00
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Normalmente, a temperatura tende a variar muito mais do que as cidades que estão próximas ao oceano. Por que isso? Um exemplo extremo. Comparação de uma cidade bem no meio do Brasil, bem no meio dos Estados Unidos. Estados Unidos é sempre uma boa referência, porque é um país muito largo. Então, se a gente imaginar uma cidade bem no meio dos Estados Unidos, comparando com o Havaí, que é uma ilha. Então, a temperatura...
5:30
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
No Havaí vai variar muito menos do que essa cidade no meio do continente. Então, essa cidade no meio do continente, ela vai ter um inverno muito mais frio e um verão bem mais quente que no Havaí. Porque será que uma ilha ou uma cidade costeira, vamos pegar o nosso Nordeste? O que vocês acham que é mais quente? Em Recife ou lá no interior, bem no interior de Pernambuco? E aí? Calor mesmo. É, então, calor específico.
6:29
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Calor específico é uma propriedade da matéria que ela retém e como ela perde calor, bem grosso modo. O continente, ele se aquece mais rápido e se resfia mais rápido do que o oceano. Lembrem do exemplo na aula passada, ou na aula retrasada sobre circulação, que a gente terminou a aula, se não me enganar, com aquele exemplo das frisas. Então aquilo ali ajuda a explicar o papel do oceano. O oceano demora a se aquecer, mas depois demora para prender calor.
7:09
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, por isso que à noite o oceano é quente, por isso que nos invernos, fora das provas, nos invernos, no fato, o oceano acaba sendo a fonte de calor mais importante do que o continente. Então, o oceano, como ele varia muito lentamente a temperatura, ele tende a normalizar, normalizar, é, normalizar a temperatura, ou seja, evitar esses vírus, certo? Então, o verão não é tão quente assim, o inverno não é tão frio assim.
7:43
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, a continentalidade é importante. Assim como a gente está dividida em continentalidade, tanto no caso das cidades no meio dos continentes, como nas cidades próximas da água. A questão da água, além da temperatura, também pode influenciar na umidade. Principalmente se a gente tem um vento climatológico, ou seja, aquele vento que a gente costuma observar ao longo do ano. Se tem um vento que sopra sempre no oceano em direção ao continente,
8:13
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Essa cidade ali próxima do litoral, ela vai ser mais rúbida, porque vai receber essa humidade do oceano. Aqui, as regiões tendem a ter precipitações maiores, especialmente a solta-vento das porções de água. Solta-vento, o que significa solta-vento? A diferença de solta-vento é barulamento, basicamente. Depende do nosso tempo, referencial espacial. Barulamento é antes, solta-vento é depois, ou seja.
8:55
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Se a gente pegar uma montanha, a gente tem aqui a superfície, e aqui temos uma montanha, daqui a pouco a gente vai fazer esse mesmo exemplo. Aqui temos o vento sobrando nessa direção. Então, parla vento, solta vento na montanha. Solta vento é depois, parla vento é antes. Parla vento é onde bate vento, solta vento é depois. Então aqui no caso desse exemplo aqui, está falando como se fosse um mar.
9:31
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, há cidades que estão depois do lago, ou seja, que recebem a umidade do lago. O vento sopra no lago. Então se a gente for ver uma vista no plano XY, olhando em cima, a gente tem um lago, a gente tem um vento soprando nessa direção. Então se eu tenho uma cidade localizada aqui, depois do lago...
10:00
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Qual das duas vai ser mais úmido? Aqui é o parlamento, né? Aqui está recebendo o ar seco, o ar se obedece aqui no lago e chega úmido nessa cidade aqui é só para dentro. Também é importante. Então, se a gente tem uma cidade, uma região que existe um vento preponderante, então também isso influencia, acaba influenciando o rima desse local.
10:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Beleza? Então, latitude, continentalidade, a posição geográfica, tudo isso em princípio. Beleza? O que mais? Outro fator aí que vocês possam lembrar em outros. A questão da latitude que a gente falou. Quanto será que varia a latitude? Por exemplo, a gente pode pensar já, declarar aqui no Brasil, como o Brasil fica quase todo no Ministério Sul, quanto mais ao norte, mais quente, certo? Ou seja, quanto menor a latitude em...
11:14
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Um módulo, né? Uma atitude negativa. Mas quanto mais é próximo do Equador, mais quente. Certo? Temos exceções ou não? Por exemplo, se a gente pegar numericamente as atitudes, Gramado fica mais próximo do Equador do Calados. Gramado é mais contigo do Calados. Por que não? Então a altitude é um fator geográfico. Menor é a temperatura média, mas afastada da principal fonte de calor da antroposfera, que é a...
11:57
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Superfície, é claro que gramado tem a sua superfície, não está flutuando. Só que mesmo assim, por ser uma montanha, a superfície, quando a gente vê essa superfície, é o nível médio urbano. Essa seria a principal fonte de calor. Além disso, também na estrioteca mais vento. A altitude influencia na temperatura? Uma perguntinha, a altitude influencia na umidade? Ou na chuva? Na cidade? Tem uma cidade localizada na terra.
12:46
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Tem uma cidade localizada aqui e outra aqui, no mar Portilheiro. Qual das duas deve ser mais uma? Essa daqui, o que acontece com o vento? Você tem o vento soprando nessa direção. Qual é a consequência desse vento? Ele encontrou uma montanha, o que ele faz? Sobe. Ao subir, uma coisa que insisti bastante na primeira e na segunda aula. O que acontece com uma parcela? Sobe.
13:44
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A gente viu muito a chamada contenção livre. Quando aquecer, o estalado é o corpo, o fluxo, a parcela é subindo e a umidade no interior dela acaba condensando. Isso acontece sempre. Seja ela subindo devido ao aquecimento ou subindo forçada por uma montanha. Então, à medida que ela vai subindo, a umidade no interior dela vai condensando e vai formando as nuvenzinhas. Aqui vai a respeito de chuvas orográficas.
14:20
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então vai chover desse lado aqui, quando passa para o outro lado, passa seco. Passa bem mais seco. É muito difícil uma lume resistir e passar para o outro lado. Então aqui passa seco. Então essa cidade aqui, que tem esse vento climatológico, é claro que ela vai ser mais úmida do que a cidade em Passau também. Beleza!
15:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A cidade está a solta dentro de uma montanha, a gente tem que tomar cuidado com essa história de referência. Por quê? Se eu tiver uma outra cidade, uma terceira cidade, localizada aqui, lá embaixo, na superfície, eu mostrei que essa cidadezinha aqui, ela está a solta vento da montanha também. Aí, como pensar assim, a solta vento é seco, né? A solta vento não tem, o ar está descendo aqui, o ar seco. A maioria das vezes que o ar desce, é seco.
15:47
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aqui em cima não tem umidade. Ah, então essa cidade devia ser seca. Não. E aí vai encontrar o calor da superfície, né? Pois é, pode ser. Mas, e aí? Mas se é uma superfície, né? Vamos pensar, vamos pegar esse gancho. Exatamente esse gancho. Esse gancho é outro. Mas é. A gente espera que tenha mais umidade próxima à superfície. Claro, mas de repente...
16:16
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Vamos imaginar que isso aqui seja na ponta sul, lá na América do Sul. Frio, meu caralho. É difícil. Mas será que não tem uma outra forma? Bom, aí realmente aqui seria puxar um pouquinho mais. Mas eu faço essa pergunta lá na meteorologia e o pessoal está bem casgado. Lembra por que a parcela condensa quando está subindo?
16:50
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ela condensa porque está subindo com uma análise, a gente tem que imaginar uma análise adiabática, ou seja, pensar só na parcela. Ela está subindo, ela está indo para um lado mais parefeito, então ela se expande. E a gente tem que nem puxar a circulação da termodânia para entender que quando ela se expande, ela vai resfriar adiabaticamente, portanto condensa. Quando comprime, no laboratório é mais fácil.
17:18
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Quando a gente comprime, a gente acaba aquecendo. Quando a gente expande, acaba aquecendo. À medida que essa parcela vai descendo, ela vai sendo cada vez mais comprimida, porque ela tem uma atmosfera cada vez mais densa que a nossa superfície. Então, quando ela chega aqui na superfície, ela está aquecida devido à compressão adiabática. E aí, depois que ela desce a montanha, como a parcela está quente,
17:46
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O que que acontece com a parcela? Fica leve e sobe. Então essa parcela de ar, quando ela chega aqui, quente, ela sobe. E o que que acontece quando sobe? A água nuda. A gente tem duas cinturinhas de água nuda. E aí, essa aqui são as... Na verdade, essa parcela de ar, quando vem assim, ela acende aqui de novo, depois ela desce por inés e vai formando uma luzinha.
18:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
que a gente chama de nuvem de onda. A gente só está vendo. A gente olha uma imagem de satélite. Ali tem os ângulos, por exemplo. Tem que ter outros sistemas atrapalhando. A gente vê as fileiras de nuvens. Ou seja, a gente olha uma fileira de nuvem, aí tem um espaço branco, sem nuvem, né? Outra nuvem, espaço branco, então fica umas trilhas assim bonitinhas.
19:02
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Olha que legal, professor! Essas lovinzinhas aqui tudo em trilha assim. Beleza, por quê? Ele diz, não, só vem mostrar que é legal. Tchau! Ele já bate a porta e bate. Mas é por isso, a compressão já bate. Então, a altitude é muito importante para a temperatura, para a chuva, para a umidade. Outro fator aí, será que existe? Bom, aqui ele já deu umas pinceladas.
19:49
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
é uma ideia assim com relação a forçadinha
20:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Por que que eu digo ele? Na verdade, a gente acaba se fazendo muito em literatura internacional, né? A gente tem sempre que dar uma atacada. Mas essa história aqui dos cinturões de baixa pressão, a gente já viu na Unidade 2, né? São aquelas circulação geral de três células, né? Então a gente vai ter um cinturão de alta em 30 graus. Ah, então 30 graus é deserto, porque a alta pressão vem o ar lá de cima até de seco. Mas pelotas é 30 graus. Isso aqui é uma coisa de circulação média deserta.
20:28
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, existem outros fatores climáticos. Por que Pelotas é úmida? Ah, Pelotas é úmida porque fica a parlamento de uma cordilheira. A cordilheira é do Valduro e tal, mas tem. Essa ceginha aqui da cascata, como é que chama essa ceginha aqui para pegar uma santaquinha e serra do sudeste? Não. A Pelotas tem que ficar só para dentro e afastar. Por que Pelotas é úmida? Não é na época de vocês?
21:06
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Na minha época, tinha a frescura que Pelotas era a cidade mais úmida do Brasil e a segunda cidade mais úmida do mundo. Perguntei para os pais de vocês. Só perdendo para Londres. Londres, não é mesmo? Se a primeira cidade fosse, fiz na quinta do norte, Pelotas não ia falar nada. Mas como a primeira é Londres, então não dá, nós somos o segundo. Nós somos o segundo. Quando se fosse um elogio, o segundo.
21:37
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Tava aquele morro maravilhoso, o inverno. Que inteligência, né? Ser pirata, o morro de tossir, né? O inverno todo, os filhos e tal. Então, por que que Teodos é tão úmido por lá? Isso realmente é úmido. Não é a questão de ser a cidade mais úmida do Brasil? Isso os antigos suspeitavam. Claro, tem um fato importante.
22:04
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O fato importante é que a López era uma cidade bastante científica, mais de 100 anos atrás. Não seja agora, mas na época de ciência era uma novidade do Brasil inteiro. Então, quando se criou a faculdade de agronomia, a faculdade escola de agronomia e veterinária, se não tem nada, mais de 100 anos atrás, 130 anos atrás, 140, era a novidade do Brasil.
22:31
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Por isso que tiveram professores franceses, realmente, era muito difícil. E aí começaram as primeiras medições metrológicas. Então, aí tinha a estação, que funciona até hoje, embora a gente tenha que fazer a ressalva, porque essa estação que está lá na Embrapa, na Embrapa, ela juntou o campus, o campus do Leão, né? Ela primeiro estava ali na escola. Vocês sabem de que era a escola da Ordonquia, né? Aqui na cidade. Ali no Liceu, atrás da Prefeitura.
23:03
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então ali era a escola, atrás da prefeitura ali, de frente pro mercado, o pessoal tinha aula ali, e a aula prática era lá na praça dos Enforcados, no dia das horas, o pessoal lá, então eles saíram dali, eu dei aula prática, eu voltava ali, desci né. Aí a cidade foi crescendo, a faculdade foi crescendo, eu não tinha mandado aluno, se pode, precisa, eu tinha dado um campo bom assim, cara. Aí o tal do Eliseu doou.
23:51
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Esse daqui com essas paredes, que também tem uma história antiga como aquele lá, e ele tem duas coisas. Parecido com o oceano, demora para aquecer, depois tudo aquece, está inferno, mas o frio também. Então, por isso que quando está frio, por exemplo, que daí o pessoal tem que deixar essas portas abertas, depois quando entra um calorzinho, para começar
24:16
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Porque o pessoal que trabalha em biometeorologia, eu vejo mais arquitetos que eu estou falando, fala muito da memória térmica. Ou seja, está frio, está quente na rua, e a gente entrava aqui no ângulo e estava frio aqui dentro. Pô, beleza, está friozinho. Ah, por causa do ar? Não, não tem ar. Aliás, aqui na parte da sala não tem ar. É vergonha.
24:39
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aí, pô, mas por que está fresquinho? Porque é o primeiro dia de calor. O calor ainda não conseguiu entrar aqui dentro, porque essas paredes todas são muito grossas. Agora, na hora que o calor entrar, então quando estiver no verão, por exemplo, não adianta deixar fechado. Mas quem vai deixar fechado? Os alunos entram, deixa aberto, tá. Até uma questão de ar, né?
25:01
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não adianta ter que ter água, senhor. Mas esse ali é um fator microclimatológico, não vai acabar. Ah, largura da parede. Não, não vai acabar. É micrometeorológico ou biometeorológico, que aliás é uma área que mais evolui no mundo. Biometeorológico. É um altíssimo fator de impacto, por isso internacional. Lá na faculdade a gente tem, ali pelo menos, dois professores que trabalham diretamente com isso. Eu, desde quando, morro em seu lado.
25:35
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas é bem engraçado. Bom, eu nem lembro mais que a gente estava falando de... Ah, Pelotas. Ah, eu nem tenho ideia. Então, de que Pelotas... Ah, tá. E por que realmente tinha um fundamento? Um fundamento é que tinham poucas informações meteorológicas. E a que Pelotas tinha. Aí começou a se comparar com o Rio e São Paulo, as duas locais que tinham, né? E aí, assim, pô, Pelotas é a que tem maior umidade. Então, é uma ajuda do Brasil.
26:07
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Só esqueceram que depois vieram várias outras cidades com observações, mas não. Ah, deixa pra lá. Vamos manter esse título aí. E claro que não é. Muitas, muitas cidades mais úmidas de Capelotas. Capelotas é um, relativamente um. Então, nem Londres é a cidade mais úmida do mundo. Do lado de Londres é uma cidade que é mais úmida que Londres. Também não sei, isso eu não sei de onde já. Deve ser pelo Tenski.
26:45
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Um dia a gente recebeu um grande meteorologista de igreja, e eu comentei isso com ele. E aí ele disse, Londres é um, não é uma cidade, nem mais um da Neila Terra. Ele disse, ah, sempre fica lá no pessoal dos condenantes aí na Terra. Bom, de onde vem essa unidade então aqui? Será que tem algum fator? Oceano. Oceano é uma boa, mas não é de ficar pertinho do oceano. Uma boa, uma boa.
27:21
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Sim, tem influência. Não é total. Ela tem influência do oceano, sem dúvida. Dos ventos? Hã? Dos ventos? Duzentos o quê? Ventos. Nem tanto. Dos ventos. Ah, dos ventos. Duzentos. É, dos ventos. O vento transforma a unidade. Ah, vento de onde? Bom, tem uma parte. O vento que vem do oceano, provavelmente traz a unidade.
27:55
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Teria relação com ser, pra topografia ser plana também? É, tipo, montanha é um obstáculo. Isso, também. Pensando em topografia, que é um bom tema, Pelotas é uma cratera. Plano, com montanha na bola pra não deixar a unidade escapada. Aí ficaria isso. Aí a unidade, não, eu tenho que sair, não vou sair pela praia. É água? Não. Fator importante. Um relevo é sempre um fator importante.
28:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas, aí temos aí uma tese da Yuri, que conhece a Yuri, tem a dissertação do Michael, que está terminando, não está na metade do outro lado. Existe um transporte de umidade que abastece toda a região sul e também abastece Pelotas. Esse transporte de umidade, ou seja, vento, vem da Amazônia.
29:10
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Eventualmente carrega um pouco do Pantanal e transporta essa unidade para cá. Então, sim, a gente tem o papel da Amazônia e temos também o papel do oceano da Lagoa. Porque na Lagoa, o oceano é meio complicado a gente conseguir definir ali. Na tese da Iulia, a gente conseguiu comprovar, mas não necessariamente a gente viu que tinha um transporte que vinha de leste por baixo.
29:42
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O transporte ao longo de toda a atmosfera vem da Amazônia, mas por baixo tem a contribuição do oceano. Então vem o vento do oceano, o vento de leste, chega aqui na nossa bacia e ele acende e depois é transportado de volta para a leste.
30:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Tem muito vento de norte, que traz o neve. Aliás, tem no sul de norte, que é preponderante quase todo ano, que é na Amazônia. E tem diferença em outro país, tipo Argentina? Pouquíssima. No norte da Argentina, sim. No norte da Argentina, o PHLE reside um local bem característico aqui da América do Sul.
30:22
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
que é a planície que começa, para você ter comentado já, que é a planície que começa no norte da Argentina, pega o Paraguá, até o sul da Bolívia, o Pantanal, que é a planície do Chaco. Essa é a feijão que começa a ter investido de novo, porque ela converte a unidade ali. Então, é influência da Argentina, mas não é tanto. Porque essa unidade que vem da Argentina, na verdade, também vem da Amazônia, provavelmente. É indireta.
30:52
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Beleza, pessoal? Então, o caminho do vento é sim um fator climático. Vamos ver o que mais tem aqui. Direção prevalente do vento, então está aqui. Elevação da altitude, locações em bordilheiras, como está aqui, mas há correntes oceânicas, correntes oceânicas também. De onde vem a corrente oceânica que banha o litoral. Existe lá o problema.
31:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E quando a gente olha um globo como um todo, sempre a gente enxerga as principais comuns sociais. Agora a gente vai dar um zoom, a gente vê que tem outras pequenininhas ali que estão em cima. Então, por isso a gente tem que tomar um pouco de cuidado. O pessoal que... não tem os turistas aqui, pelo menos bem raro, mas imagina o pessoal que vem do sudeste ou do nordeste, ia visitar algum parênteses, uma coisa assim, ou pegou algo que era raro, e veio apartar no verão.
32:11
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Pô, o cara vai tomar um banho. Ou eu vou tomar banho no cassino. Ou qualquer praia aqui no Rio Grande do Sul. Vocês acham que eles vão achar a água mais fria? Mais fria. Por causa da latitude? Tem alguns cartazes. Mas é só a latitude. Então a gente tem climatologicamente, ou seja, normalmente ao longo do ano, duas correntes oceânicas principais que banham o nosso litoral.
32:52
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Nosso, digo, litoral é o Brasil. Outra aquela história que eu falei, cuidado, né? As coisas não são tão simples, tem que dar sempre um zoom. Ah, qual é a corrente oceânica, o Feconderante e Ilha Bela? Ah, é tal. Uma escala sinótica, uma grande escala sim. Mas se a gente for, dá um zoom, a gente vai ver que ali tem pequenas...
33:18
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
alterações, tá? Mas no geral, no Brasil, né? Por exemplo, só a costa do Brasil aqui, na América do Sul. Vamos pensar que aqui a gente tem o Rio Grande do Sul, tá? A gente tem duas correntes oceânicas pré-ponderantes. Uma tropical e a outra, essa tropical, polar, pré-descada. E essa aqui que vem do Sul, corrente Darcy. É isso aí que tem o Mariana do Brasil. Mariana? Mariana?
34:16
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não, mas é o Roberto.
35:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
No verão, a corrente do Brasil consegue se estender mais para baixo, porque o verão é nosso calor, né? Então tudo que é quente vai se estendendo para baixo. Enquanto que no inverno ela fica mais que essa retraída na média, né? E aí a corrente das bolvinas sobe mais. A gente pode pensar assim, que ao longo do ano, é normal a gente ter a confluência Brasil-Bolvinas próxima ao Rio do Sul. E a gente vai ver, lá na viragem 6, provavelmente,
35:30
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Que ciclones, essas orbitais, são alimentados pela variação de que terapia. Então, ar quente, ar frio, se junta. Onde? Para formar a ciclone tropical. Aí vai para o oceano. O que tem no oceano? Corrente quente, corrente fria. Potencializa o ciclone de mundo. Então, por isso que aqui, pelo menos para os meteorologistas, é uma região abençoe.
35:58
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A gente tá vendo aí toda semana, né? Os sintomas também são sintomas leves, unidos até alguns, né? Mas não sem grandes consequências. Mas aí toda semana tem. A gente acha que não precisa ficar no centro, né? Pra que o pessoal se apavorar toda semana. Beleza. Bom, é claro que uma cidadezinha aqui, até prazer tanto latitude, né? Mas uma cidadezinha aqui vai ter essa corrente fria, então realmente acaba... O que que acaba fazendo? Com duas consequências, você tem que estar nessas duas maneiras.
36:35
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
É, diminui a temperatura, claro, acaba diminuindo a temperatura agora na praia. Mas outro fator é, uma água mais fria, ela evapora menos do que uma água mais quente. Então a brisa que entra para dentro do continente, a frisa marítima, acaba não carregando tanta umidade assim. É um fator muito importante, beleza? Nesse mesmo gancho, é até bom já abordar isso, aproveitar o gancho dessas plantas oceânicas.
37:11
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Eu acho que, talvez, eu aborde esse tema mais adiante lá. Não deve estar nem emenda. O que causa esse tipo de coisa afegando bem esse gancho, essa história de evaporação da água. Os invernos da Europa, como estamos em aquecimento global, os invernos, principalmente do Céu do Norte e do Centro da Europa, estão cada vez mais intensos, mais neves, mais neves.
37:52
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
mais neve. O global é esse? O político, quando tem uma mulher vizinha aqui, diz, olha lá, e a questão global, que é política, muito política, com as nossas redes sociais. Vou falar agora um pouco mais lá em uma escala maior. A Europa, o inverno mais rigoroso. Isso depois a gente vai abordar com mais calma. Mas tem que ter. Se os invernos não forem mais rigorosos, a ideia da questão global é política.
38:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Depois eu explico o porquê. Pegando esse gancho aqui, vou só pegar um detalhezinho para usar aqui, que eu vou usar esse conceito, é cruelante. A Ândia, devido a crescimento global, está derretendo. Claro que é um continente, mas é fogo alto, está fugindo, está cada vez menos, está cada vez mais rima. Quando descobriram lá, os ricos descobriram, pegaram o verão lá e era verde. Pô, a terra verde.
39:04
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Depois, na verdade, é só aquelas duas semanas lá. Essa é tudo gelo mesmo. Mas está derretendo bastante. A água que derrete, está emocionante para o pote. E essa água derretida tem duas características. Primeiro, como ela é de gelo, ela é muito fria. E como ela é de gelo, ela é doce. E aí, vocês na escola de vocês já fizeram a experiência? Sim, já fizemos. Aquela do pote com água e com o ovo dentro. Não.
39:41
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
nunca fizeram, pegam um copo d'água, um copo grande, né? Na minha época, eles usavam achar um, sei lá, ele fez café. E a gente dá água e bota um no outro. O que acontece com o outro? Boia ou... Se tiver boia, sim.
40:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Pô, então eu não sei se era gorda, mas ele afundava, né, na experiência. Aí a professora lá pegava sal, jogava dentro, misturava e o bicho sobe, porque com sal a água fica mais tensa. Então pegando esse gancho lá do Atlântico Norte, essa água doce vai ficar por cima, porque a água saudável é mais tensa e fica por baixo. Essa água doce por cima, ela é mais fria.
40:29
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
de gelo. Sendo mais fria, evapora menos. O vento que escoa no caso de Mertes, como a gente viu na hora anterior lá, é sempre de oeste para leste. Então tem um vento que sai do oceano em direção ao potente oceano Atlântico, que deixa a Europa úmida. Essa umidade provoca efeito estufa, que não deixa perder tanto calor. Vamos pensar mais em vergonha.
40:59
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Se eu tenho de gelo, a água fica gelada, a água evapora menos, então o ar, o efeito estufa é muito menor sobre a água. Então tu vai ter dias na inverno principalmente mais secos, que tu perde na água. Então tu vai resfriar muito. Resfriando o ambiente, qualquer umidade que vem de norte, o lugar vai condensar. E vai condensar muito fria.
41:26
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
e vai só no fator de ser o inferno mais seco, já é mais frio, porque tem medo de ser surdo. Então, o aquecimento global provoca infernos mais frios, por causa do DG. Então, quando vier alguém, principalmente político, na KS, olha aí, recorde de neve da Europa, os populistas falando de aquecimento global, citando a ciência da perda. Temos mais algum fator?
42:05
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Vamos comparar agora. Aqui nós temos essa primeira linha. Vamos pensar nessa coluna, ver que é a temperatura. Temos duas variações de temperatura de acordo com a época do ano, janeiro e julho, para pegar os ápices das estações. Aqui, por exemplo, é o nosso verão e aqui o nosso inverno.
42:35
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aqui a gente consegue ver bem pelo menos dois fatores climáticos. Mais eternos, mas no mínimo dois. A influência da latitude, aqui no caso o branco é mais quente, tá? E o cinza é mais frio. A influência da latitude, ó, é próxima aos próticos, tá tudo muito quente. E fora, é do dúbio. E também da altitude, que vai estar muito fácil de enxergar, porque fica pequenininho, mas depois vocês podem dar um som dele à vontade, tá?
43:04
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, onde tem branco, está mais quente. E se a gente observar a variação de acordo com o teto do ano, olha só o inverno do hemisfério norte. Vamos pensar no cinza com o frio, como o frio está. Olha o frio tomando conta de quase todo o hemisfério norte. E aqui o frio fica bem reduzido. Quando o nosso inverno, o frio mais do frio avança um pouquinho só, porque o nosso inverno nem avança muito. E fica bem recolhido lá no hemisfério norte.
43:34
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, se a gente olhar, a primeira coisa, essas duas figuras, valendo bem a época do ano, já dá para ver de cara a influência da continentalidade. Então, a gente está vendo influência da latitude, os trocos mais 15 kg, os astrotócos. É a continentalidade. Como é que eu posso ver a influência da continentalidade? A diferença de pontos, vamos dizer assim, entre o centro norte e o centro sul.
44:05
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O hemicélio norte tem muito mais continente. Olha como varia mais o hemicélio norte. E o hemicélio sul? Varia pouco. A gente já deve ter comentado para vocês, na outra casa, a questão do frio que a gente sente no inverno. Nosso inverno é frio? Não. Por que a gente diz que é frio? Para puxar assunto, elevador, na fila. O médico sempre demora para deter a gente.
44:54
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não vai estar muito fácil de enxergar, mas precisa observar...
45:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Riozinho aqui ó, na costa oeste da América do Sul. O que? Cordinharos antes. O verão do Emissério Norte tem um negócio cinza aqui ó. Bom, e com relação a chuva? Com relação a chuva, é o contrário aqui tá, a parte cinza é onde chove mais. Pô, olha essa chuva aqui, aqui vai ser legal né? Os trópicos. E aqui também ó, muita chuva nos trópicos. Por que isso?
45:51
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
É mais quente, portanto... Tem mais umidade? Tem mais umidade? Tá, agora vamos tentar. Vocês estão precisando de uma prova em duplo. Você precisa colocar com a temperatura de boa comidade. Você tem que chegar numa resposta só. E aí?
46:16
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas tá faltando uma coisinha. Achei a bagabatata, maionese, tempero e o arroz é pronto. Falta coisas misturarem. O que tem a ver condensar com o calor e com a umidade? Chuva. Chuva. O que o calor faz? Sobe. Isso.
46:44
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
aquecimento da parcela, aí tem a unidade, vai condensar a unidade, daí a salada vai aquecer. É isso, condensamento devido à sessão da parcela. A gente viu lá na situação geral, essa aqui tem o nome, essa quantidade de chuva aqui. Não é o nome da chuva, mas aquela zona tem o nome, essa zona de muita precipitação. Porque aqui, além de ser calor...
47:18
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Eu tenho uma confluência de ventos aqui. Os ventos alíseos de sul e os alíseos de norte. Então aqui eu tenho uma confluência ou convergência. Então uma zona de convergência. Zé Cite. Zona de convergência aqui no teatro local. Ó, tá aqui ó. Tá aqui. Deixa eu ver aqui mais. É que não dá pra ver tanto aqui no... Tá lá aqui ó.
47:54
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Isso aqui a gente vai entrar até daqui a pouco nos próximos slides. O nosso verão. Olha como é que está o Brasilzão aqui. O Brasil está aqui. Está difícil de enxergar, mas eu estou apontando aqui. Muita chuva. A gente tem estudo no continente. A questão do continente se aquecer mais rápido. Então o verão se aquece. E aí tem a umidade aqui na Amazônia também. Então é bem profício. Certo? Principalmente para a região mais norte e centro do nosso continente. No sul.
48:30
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Cadê, ó? Aqui até tá meio tímido, né? Mas quem fez a mil para os americanos não tomou muita maluquinha. Mas aqui no sul tem umidade no nosso inverno e também tem umidade no verão. Ou seja, o Rio Grande do Sul, o região sul do Brasil, é bem abastecido de umidade o ano todo. Tá? Então, no geral, isso que acontece. Mas o resto do Brasil aqui no inverno, né, Cass?
48:58
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
sobra em cima dos próprios norte da Amazônia e o resto é seco, certo? Vocês sabem que, como é chamado o clima que tem, clima não, mas é um regime de chuvas, que tem um verão muito chuvoso e engarra muito seco, é um regime de monções. Então a gente tem no Brasil, um regime de monções, ou seja, no Brasil todo não, mas na região sudeste, centro-oeste, no Brasil até o sul da Amazônia.
49:32
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, o inverno seco e o verão chuvoso. E isso a gente vê com muita clareza, que onde a gente pensa as chuvas de ponções, a primeira coisa que vem na cabeça é o sudeste asiático. Ali que começou até um monte de ponções, os portugueses comeram lá. Olha só como é que está o inverno.
50:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aqui é a Índia, Índia, Bolíngateja, aqui ó, sequíssimo. E aqui, no verão deles, é o local que mais sobe no mundo. E aí, bem disparado. No verão, bem disparado. Tem meses com mil mil. Por que será? Tem muitos fatores climáticos de 20 mil. Por que que aqui na Índia é um pouquinho diferente do nosso caso? Na Índia é muito fácil.
50:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
pra gente identificar isso. Do motivo pelo qual a Índia, o sudeste, o exército todo, tem regime de monção muito larga. Ou seja, porque que na Índia tem o inverno tão seco e o verão tão seco. Ah, vamos lembrar lá da brisa. Durante o dia, o vento sopra pra onde? De onde pra onde? Agora vai ser difícil, né? Vamos se acostumar. Aqui tem a praia, e aqui você, durante o dia,
51:32
S…
Speaker 3 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Onde é que sobe o vento? Onde é que isso aqui é expressado? Continente. Continente. Então, onde é que eu vou ter a parcela subindo? No continente. Se a parcela sobe, tem que ter uma parcela para recorrer. Isso aqui, ela está subindo, é porque o ar aqui ficou muito menos tenso, mais leve. Então, aqui eu tenho uma baixa pressão, onde eu vou convergir o ar. Então, isso aqui acontece durante um dia, durante a noite eu vou atrás.
52:03
S…
Speaker 3 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Porque durante a noite o calor fica mais no oceano. Então, essa analogia que a gente faz, que acontece durante 24 horas, numa região pequena, praia e oceano, a gente viu no finalzinho da aula 2. A gente pode extrapolar para continentes e oceanos e ao invés de chamar de sol, das horas de sol, chamar de verão e inverno. A noite não só se enverga.
52:33
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então durante o verão, agora vou desenhar a Índia aqui. Aqui ó, Índia, no inverno, verão. E aqui eu tenho o oceano Índio. Pra onde é que sobra o vento? Pensar numa escala de tempo de meses, é como se o verão fosse, mas sem sol. Então pra onde é que sobra o vento? Tô procurando o continente, porque o continente vai ser mais caro. Pensa que o continente vai ser abaixo da pressão.
53:44
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E nós vamos ver isso. Imaginem o vento todo vindo do oceano encontrando um continente quente. Sobe bem rápido, sobe com umidade, condensa e chove. E no inverno? Se eu vou ter elevação da parcela, eu tenho que puxar o ar das ondas. Porque onde tem o calor, vai ter a baixa pressão. A baixa pressão puxa o ar da relativa alta pressão. Então, no inverno é o contrário. Vento, vento. Continente. Não, não pode provocar.
55:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A chuva, aqui ao norte da Índia, eu tenho Himalaia. Então, é frio pra caramba. E é uma massa polar seca, que fica transitando ali no inverno. Chega até ali no inverno. Então, esse ar que desce, Himalaia, é bem seco. Então, dificilmente consegue trazer umidade pra cá. E como tem essa direção, não tem como ter umidade no oceano. Só no litoral um pouco. Então, é extremamente seco. Esse é o regime de emoção.
55:36
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E alguém te vê aqui? Olha a Índia aqui lotada de chuva no verão deles e no inverno deles, branquinho assim, chuva nenhuma. Então esse região de Monsanto a gente consegue observar o sudeste e centro-oeste do Brasil, mas não com tanta clareza, por quê? Porque aqui a gente não consegue observar esse vento mudando 180 graus. É muito mais uma visão do continente, o vento está aquecido, está mais resfriado. E o antissoador, que são bem secundários, médicos contrários. Ok? Beleza?
56:15
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aqui, pontualmente, a gente vê o planeta do mundo todo, os continentes, e aqui a gente tem as variações de acordo com as cidades. É pontos, aqui no caso é o Havaí, e essa linha preta aqui, essa linha sólida, é a temperatura, e essa tracejada aqui é a chuva. Olha como varia a temperatura ao longo do ano, aqui são os meses do ano.
56:49
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então no Havaí, como é que varia a temperatura? Pouquíssimo. A chuva até varia mais. Aí, claro, por acaso a chuva a gente tem que ver a questão do vento, a questão de se tem a frequência de ciclômetros e tudo mais. Uma questão mais característica lá deles, tá? Vamos comparar Mineápolis. Mineápolis fica no meio do continente. No meio da sua temperatura. Olha a variação de temperatura. Vamos comparar com... E nem sempre os atitudes estão diferentes.
57:30
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Porque aqui fica no meio do continente, então realmente as reações de temperatura são muito mais sentidas. Claro, a temperatura muito maior do verão deles, o mínimo aqui, o invernão deles aqui, vem gelado. E aqui tem essa chuva que mais ou menos acompanhou a temperatura. O que significa essa chuva então? Como é que eu posso caracterizar o feijinho de chuvas minerales? Se ele comporta uma temperatura. Então eu posso dizer...
58:02
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aqui em Minneapolis, a maior parte da chuva se deve ao calor do continente ou se deve às frentes frias e para as unidades. Ao calor que está acompanhando aqui, tem mais chuva no verão. No geral, as frentes frias são mais... A frente fria tem o ano todo. Mas elas acabam sendo mais importantes porque são mais intensas e mais frequentes no inverno.
58:28
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas como a gente está vendo aqui que tem muito mais chuva no verão, então em Minneapolis existe uma chuva competitiva dentro do continente. Aqui em Nova York, apesar de ser no litoral, a gente vê ainda uma grande variação de temperatura, aqui em Seattle também é no litoral, mas a gente vê uma variação razoável, a gente tem menos que em Nova York. E aí aqui a gente vê uma coisa interessante.
58:56
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Duas cidades, né? Não tem tanta variação da latitude, tanta diferença, mas a umidade, a chuva, bem diferente do padrão. Então, em Seattle, tu tem muito mais chuva minero. Então, em Seattle, sim. Em Seattle, a gente tem uma chuva mais influenciada pelo acidente frio do que pelo aquecimento.
59:23
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Nova York parece uma chuva parecida com o Rio Grande do Sul. Pouca variação longa. De um parecido com as variações. Beleza? E aqui é interessante ver... São temperaturas médias, tá? Temperatura média é meio complicado, porque não pega os extremos, né? Se tem muitos extremos, aí os tempos acabam subindo das médias. Mas Nova York, por exemplo, tem muitas cidades assim na Europa. Tem uma latitude... Nova York tem uma latitude maior que em Galópolis.
1:00:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, ah, beleza, tem que ficar mais rigoroso, deveria ter menos, mas ela tem que ficar muito mais rigoroso do que Palomas. E o verão? Não, o verão tem que ser mais atento, porque ela fica mais próxima do polo de Palomas. Negativo. Então, pelo menos em relação aos extremos, lá, abaixo de 40 graus mais facilmente do que Palomas. É o céu norte. Ah, então tudo é mais extremo do céu norte.
1:00:28
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Tempestades são mais intensas, ciclones são mais intensos, a quantidade de tornado maior, nevastas. Aqui é dentro do Brasil. Beleza? Então, a cidade de Natal, pouca variação também. Petrolina. Por que vocês acham que pouca variação em Natal? Petrolina não fica no litoral. O Parque não fica tão longe também. Vamos ver se tem outras cidades. Palmas. Tem tanta variação de temperatura.
1:01:10
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Mas por ser longe do litoral, não tinha que variar mais a temperatura em Palmas. Está em Palmas, Capitócio e Tocantins. Então, por que em Palmas, sendo longe do litoral, a gente não tem tanta variação de temperatura? Não, mas quase. Até que o povo flanal brasileiro, não é essa a questão. É na região tropical. E os próprios não têm variação de temperatura. Os próprios são sempre químicos.
1:01:57
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não tem terra, não gosta de casar em julho. Alguém quer vir do Nordeste aqui? Não, só no Norte. De Norte, de hoje? Não, eu achei que o brasileiro já foi. Ah, não, não. Não, não sou. Porque o Nordeste, assim como a região do Norte do Brasil, onde fica a Palmas, é quente, é trópico, não tem jeito, todo ano.
1:02:28
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então o pessoal da Amazônia lá, tem um amigo lá em Manaus, eles falam que o inverno deles lá acaba sendo mais até o verão, porque é quando chove muito, então a temperatura acaba não subindo muito, e se tem muita chuva e densa mesmo, e até com tempestade, vem aquele ventinho da subsidência, da luta de tempestade, e até esfria um pouquinho, né? Eles chamam de inverno. Mas o Nordeste, por exemplo,
1:02:54
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ali é tudo quente, óbvio. Só que tem uma serrinha no Nordeste, onde fica a Campina Grande ali, né? Um pouquinho afastada do litoral. E ali chega, acho que tem uns 400 metros de altura, até 500 metros. E em Campina Grande, eu não sei se ainda existe, mas tinha um festival de invernos. Onde as pessoas não vendiam roupa, coletom, casaco. Uma comprida calça, né? E era muito engraçado.
1:03:27
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Tinha um colega e um aluno que também foi conhecido de lá. Ele disse que é assim, é isso que aqui acontece, tem as esposas dos prefeitos, isso é inteiro, o sertão, né? O que eles fazem? Eles vão para o sul viajar, ou para a Europa, e como casar com o Filipe? Só não tinha onde usar. Mas aí quando chega o inverno...
1:03:50
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Eles sobem lá para Campina Grande, onde a temperatura do inverno chega a friolento uns 25 graus, para poder vestir o catácter IPL e tudo mais. IPL e roupa. E o pessoal sente frio. 20 graus. Então, quando a gente recebe os alunos, e aí tem um caso muito interessante, por quê? Porque a Faculdade de Meteorologia de Campina Grande tem a Faculdade de Meteorologia, que é pouco mais antiga que a nossa aqui de Palácio.
1:04:22
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A nossa vida tem 40 e 50, e às vezes é um pouquinho mais. Então quando fizeram o primeiro concurso com a professora aqui, veio um professor formado em Campina Grande e veio uma professora formada no Rio de Janeiro. O concurso aqui foi no inverno, lá no Cabo Grande. Os professores que estavam aplicando a prova, quando eles começaram a ver que eles vão conseguir escrever estudando entre mil, conseguiram, foi lá no prédio da física que conhece o campus. Até hoje o prédio da física lá.
1:04:56
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Vou arrumar duas estufas assim ó, e botar no canto da sala.
1:05:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
para esses dois candidatos, os dois foram professores, aposentados na metrôlogia, foram mesmo professores, mas na prova, eles achavam que estavam vestidos, mas é logicamente que entra a falta de currícula do rima, a pessoa anos e anos e anos no mesmo rima, então achando que 20 graus é triúfo.
1:05:31
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Eu tive um aluno orientado mineiro, ele era perto de Uberar e tal, ele era tão seco. E aí, quando ele chegou aqui em Pelotas, ele morava na época, após graduação da metodologia, ele ficava lá no arco-íris, onde era o centro médico. E aí ele resolveu, pô, uma casa ali perto do arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris, vai para o arco-íris,
1:05:58
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aí ele abriu a carteira, mas o meu dinheiro tá cofado. Pô, aí é demais. Eu digo, tá gastando pouco então. Mas é, a unidade sentiu muito. Teve um colega nosso, que era de Alagoas, né? E veio ele e a esposa. Primeiro ele passou no concurso, depois esposo. E esse é o filho que nasceu aqui.
1:06:22
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aí quando surgiu a vaga lá, na UFAO, na Federal de Logos, que lá também tem em Maceió um curso de metrologia, eles fossem os centros que iram lá para o clima e via doente. Eles também descobriram o limite e falaram que ainda é pelado. Bom, então os trópicos sempre quente. Então vocês vão olhar aqui depois com cuidado, as cidades trópicais estão sempre com pouca variação e com muita temperatura. Essas vacas aqui são a chuva. Vamos ver aqui.
1:06:55
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ah, aqui tem um fator importante. Natal, Rio Grande do Norte, zero grau praticamente. Chuva maior no inverno. Que ilícito inverno aqui. Por quê? Perguntinha de prova. No inverno, claro, ali é litoral. Isso é importante. É litoral, mas tem outra cidade próxima lá. É, não. Teria que ser bem aquele litoral ali. Posso, por exemplo, o inverno seco?
1:07:55
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
primavera seca. Inverno seco é bem emulsão os invernos secos. E aqui Natal não. Natal tem inverno, mas tem muito a ver com isso. Não emulsão, mas a brisa. É cheio de umidade. E é do troco. Então tem muito calor e umidade o ano inteiro. Agora, para ele poder umedecer as cidades, eu tenho que ter um vento para levar essa umidade para lá. Então, se eu estou dizendo que existe esse comportamento, já dá a entender que tem um vento.
1:08:40
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
o tempo mais intenso do inverno. É questão de baixa e alta pressão. No verão, onde é que a gente espera a baixa pressão? No continente ou no oceano? No verão. No continente, essa questão é essa. Então, o oceano vai ter uma alta pressão. Já existe, nos trópicos, altas pressões nos oceanos, até porque o continente no trópico é sempre mais quente. Só que no inverno, essa alta pressão no oceano acaba ficando mais intensa ainda.
1:09:17
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aí, vocês que já são craques, vão lembrar que se a gente tem aqui a nossa costa do Nordeste, do Brasil, e aqui fica Natal, e aqui então a gente vai ter uma alta pressão, né? Aqui está o Brasil, aqui tem uma alta pressão. Esse vento aqui na alta pressão gira o sentido horário e anti-horário. Horário ou anti-horário. No sentido anti-horário.
1:10:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Se é inferno, ela está mais intensa, porque a baixa aqui vai estar mais intensa. Quando é inferno, como é trópica, é tudo quente. Uma alta pressão, aqui eu tenho que desenhar de novo, a vertical. Mas vamos lá. Quando eu tenho um princípio de aquecimento, uma superfície, sobre ela vai ter a baixa pressão. Porque o ar vai subir, vai ter que recorrer na volta, convergência.
1:10:33
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, a gente pode imaginar sempre o aquecimento como uma forçante de baixa pressão. Por outro lado, o resfriamento é uma questão de reforço para as altas pressões. Então, se eu estou no inverso, essa alta aqui tem que ser mais intensa. E claro, se ela é mais intensa, o vento faz isso daqui. Esses aqui são os ventos, nossos amigos ventos, alísios, que tem o ano todo, alísios.
1:11:10
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aqui está o Natal, e a alta mais intensa, sobrando mais vento para cá, levando mais umidade no inverno. Pega um pouco aqui também no finalzinho do verão. Aí aqui, esse finalzinho do verão é da ZCT. A ZCT ainda está por ali, depois a alta vai subir e vai embora. Só que aqui, aí a unidade vai embora da ZCT, só que Natal, por exemplo, é brindado com esse granto mais intenso dos amigos. Todo o litoral do Nordeste, praticamente.
1:11:41
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não é à toa que todo o litoral do Nordeste tem a maior concentração de inscritas teóricas, principalmente para os alícios. Beleza? Verão preto, de carne seco, de carne frio e a chuva. Vamos pensar, se vocês estão pensando assim, aqui é a nossa pós-recursos cívicos, e vocês querem viver ou produzir num local que tem perda de água, qual desses locais que nós escolhemos? Lembrando, isso aqui é um ponto.
1:12:51
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O região sul é maior. A Curitiba já tem um pouquinho de variação, mas ainda assim é bem abastecido ao todo. Mas, claro, a gente tem que levar em conta. Tem cidades em dimensão poucas e tem deste. Mas, no geral, o sul é bem abastecido. Aí dei uma olhada depois, se você achou outro lado mais interessante, mas, no geral, é isso. Então, o fator de continentalidade é importante, o fator de eventos é importante, eventos preponderantes.
1:13:23
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
É importante. A variação sazonóide consegue enxergar. A questão dos trópicos é sempre quente, então tem pouca variação de temperatura. A gente também consegue enxergar. Olha o sul aqui, longe dos trópicos, tem grande variação de temperatura. Longe dos trópicos, tem inverno frio, verão quente. Lá nos trópicos, verão é quente, o inverno é quente também.
1:13:52
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Bom, das classificações agora, eu não vou me depender tanto a detalhes, porque eu estava mais preocupado ali com os fatores climáticos. Mas, com relação às classificações, existem várias da literatura. As mais usadas, provavelmente a mais usada é a Kepi, mas o pessoal da agronomia, por exemplo, para muitos fins, prefere ou usa mais 48. O caro nome normalmente é Jepen, Geiger, 48, Mater, são dois nomes de termos simplificantes.
1:14:25
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, se uma cidade tem um determinado valor de umidade em tal época do ano, a temperatura variando entre tanto e tanto em época do ano, e a chuva variando assim e assim em tal época do ano, ganha uma classificação. Então tem uma série de critérios para a gente encaixar em cada classificação. Então vamos ver aqui muitos detalhes. Depois vocês podem dar uma olhada.
1:14:50
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Sempre são duas ou três letras. A primeira letra é maiúscula, de acordo mais com a unidade e também com a temperatura.
1:15:01
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Rapidinho, só esses exemplos que estão aqui, vocês acham que o Peloto se encaixa em pau. A, B, C, D, E ou H. Um desses. Não tem pegadinha, né? Ah, não tem nenhuma dessas. Não, é um desses. D, e aí quem dá mais, quem dá menos. E aí? C, e aí? D ou C? Ou vamos botar em algum outro aí? B, por que ninguém vai de B?
1:15:53
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então, C ou D? Daqui a pouco vai vir lá. Ah, não, mas eu tremo tudo no inverno, pra mim é igual. H, não é? H porque eu moro no terraço daquele prédio do quadril, não é? Bom, pessoal. É, as alternativas mais casuais seriam C e D. Mas é C. Então, ali, ó. Viva úmido, trágil dos médios, pro inverno moderado. A gente não tem inverno.
1:16:40
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Depois, outras características. Tu pode ganhar um F de úmido mesmo, ou um W que pode ser úmido e certo, dependendo da época do ano. O M é de monção. E aí essas três letras são aplicadas a letras maiores na primeira classificação de A, C e D. E assim por diante. Tem até um terceiro nível. E ainda teriam variações no terceiro nível. Aqui não vamos, não é necessário. Tem que ter interesse mesmo.
1:17:10
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Pode dar uma olhada. Já adiantando para vocês, claro que o Pelotis entra no F. Então o clima de Pelotis é CF alguma coisa. Eu não sei se A tem que ser livre, deixa eu ver. E as minúsculas H, K, A, B, C e D indicam diferentes livros de temperatura médio. Para andar mais quente que é A e mais frio que é o D.
1:17:41
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
pelotas. Aqui são os climas encontrados no Brasil, em geral, se vocês não podem dar uma olhada. E aí ó, que é uma pena que é o seguinte, aqui ó, tá com essa aqui embaixo, é a CFA, tá? E é uma coisa, isso aqui é um trabalho do pessoal lá, Álvares, é tal, 2013.
1:18:08
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aqui, eu acho que ela tem uma figura antiga. Tinha uma figura antiga, a classificação de TV com o Brasil, que mostrava o Rio Grande do Sul mais ou menos assim. Só que o verde, o CFB, que é de mais frio da água, o que mais frio? Ele avançava muito mais aqui dentro. E tinha aqui, na nossa serrinha, a CFB. Aqui em Cangosul e Santa Aninha, era CFB.
1:18:36
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Nessa nova classificação aqui, a classificação é a mesma, só que fizeram com dados mais atuais. Desapareceu. Onde era friozinho, aqui em Cano Sul, Santaninha, mas já perdeu. E aqui, tem o trabalho de 2020, se eu não estou enganado, por volta de 2020, que conseguiu botar aqui no meio desse laranja aqui, num pontinho ou outro, de área.
1:19:09
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Ou seja, extrapolou-se no Nordeste. Os pormenores, vocês vão dando uma olhada em geral. Muita umidade, o litoral sempre tem umidade. Então mesmo a parte seca aqui no sertão nordestino, o litoral sempre tem umidade, por causa das umidas. Aqui a parte mais fria é justamente onde a gente tem serra. Então a questão da altitude. Serra na noite quebra, serra no mar.
1:19:45
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Não é porque é frio aqui, é só a cidade que está lá fazendo certo. Bom, para fechar, um pouquinho do que a gente já viu lá naquela figura, mas com...
1:20:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
A figura de temperatura e chuva, mas mais com relação ao Brasil. Embora que seja de acordo com a normal de 61 a 90. Então, isso vai ter algumas variações, mas não muitas. Pegando se a gente fosse pegar a normal de 91 a 2020. Eu acho, até há pouco tempo atrás, o IMET, que é o responsável por isso, não tinha feito. Eu acho que agora já está pronto. De 91 a 2020. Eu não tive tempo de procurar.
1:20:31
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Cadê que mais aqui, ó? Inverno, tudo seco. Verão, tudo úmido aqui. Regírio de monção. Aí o sul, verdinho de chuva. Rio de Janeiro, verdinho de chuva. Tem estiagem, tem. São Paulo, de todo inverno, final de inverno, lista para uma vera. Vamos ao volume morto.
1:21:14
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Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
a cantareira, não sei o que. Todo ano tem isso. Beleza? Então aqui dá pra ter uma noção assim mais, no geral, né? Então a gente, óbvio, tem muita diferença do que é trófico e o que é extratrófico. Trófico, sempre quente. Quatro situações bem definidas. Então a passada, a questão da radiação solar, a inclinação do eixo, sabe? Menos radiação, menos energia, né? Contensidade de energia. A questão da orografia, ó.
1:21:59
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aqui certamente era um pouquinho mais frio, mesmo estando no superércio. Insolação, tem aí também. Mas aí tem uma calvação direta com a chuva e com a temperatura. Isso aqui também, em julho, a gente vê a falta de luz que provoca uma insolação. Insolação é a radiação de sol que chega direto à superfície. Isso aqui é em horas. Então, quantas horas tem sol direto à superfície? A gente aqui mostra bem como é seco aqui o nosso inverno.
1:22:43
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
conversação verão, até a gente tem bastante aqui no sul. E esse aqui é um problema, apesar de ter uma chuva boa, bem diversificando como um equitivo, isso aqui é uma figura muito boa para mostrar que o sul a gente tem até um pouco aqui, em relação a temperatura, até que é média compensada, mas tudo bem. Não dá para dizer que é frio, né? Até comparando aqui para volta, a gente tem um verão bem razoável, principalmente aqui o noroeste do estado.
1:23:12
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
O Noroeste do estado frequentemente chega ao mercado. E aí, o que eu tenho que apontar aqui de importante é essa quantidade de insolação. Por que a gente tem que apontar? Vamos falar da história da biometrologia. O Rio Grande do Sul sempre foi, provavelmente para continuar sendo, o líder do ranking pavoroso, que é o ranking de dança de pé. Tem muito a ver com a etnia e muito a ver com a insolação direta.
1:23:41
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Certo? E também, embora agora menos, graças a Deus, o buraco, a camada dos olhos, que filtra a radiação que ele provoca o buraco. A nebulosidade está aqui. Então, a nebulosidade a gente vê ali o contrário da insolação, né? O mar tem nebulosidade que não é insolação. Então, a gente precisaria... O que mais? A umidade. Então, ele tem muito a ver, ó. A umidade mais seca ao sertão do nordeste, né? E aqui é o litoral todo com umidade, cada brisa.
1:24:15
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E aqui o interior usou um pouquinho mais seco, aí quando é verão começa a ficar bastante úmido, né? Tranquilamente. A gente veria alguns sistemas meteorológicos que explicam também esse verão bem úmido. E aqui o vento, olha os alíseos. Aí, cadê, cadê, cadê, cadê? Olha aqui no caso a força do vento, eu até acho que tem aqui a força do vento pelas cores, mas também o vetor, o tamanho do vetor ajuda muito. Olha o inverno aqui.
1:24:48
S…
Speaker 2 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Então o que acontece? Pô, mas vem cá, os alisos entram até dentro do continente aqui. Mas fica o interior e o interior deste é tão seco. Porque justamente a umidade acaba se engastrando quase todo mundo.
1:25:00
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
E até tem aquela serrinha que eu falei que não atrapalha um pouco. Então acaba entrando aqui seco. Beleza, gente? Já me explica porque tem tanta excitação eólica aqui. É isso. Aí é o seguinte, ó. Essa aqui foi a unidade... Quatro. A gente vai ter mais uma pequenininha também.
1:25:29
S…
Speaker 1 (Aula 4 de hidromet 24 de abril)
Aí depois a gente pode fazer uma aula de, sei lá, de exercício, revisão não estou fazendo essa revisão, só para quem precisa, porque faltou um motivo grave, mas o pai pode fazer uma aula para a solução de dúvidas, se preferir, mas é então uma aula que vem normal, quantidade 5.
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