Planejamento cirúrgico.m4a
May 06, 2026 02:04
· 1:00:29
· Portuguese
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0:01
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Depois a aula de planejamento cirúrgico vocês fazem a C2 e entram na parte só de prótese para fazer a C3. Ok? A gente já tinha começado a falar para a matéria do C1 que toda vez que a gente faz um planejamento cirúrgico, a gente tem dois objetivos. Quais são eles?
0:29
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
buscar a ossointegração do implante, não é isso? E aí a gente viu todos os fatores que interferem nessa ossointegração. E o outro objetivo era fazer uma reabilitação protética satisfatória sobre esse implante. Colocar só o parafuso e não conseguir fazer a prótese ou o implante não tem razão de ser, né?
0:53
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Para a C1, nós vimos os fatores que interferem na nossa integração, sejam aqueles relacionados ao paciente, relacionados ao implante ou relacionados à técnica cirúrgica. E agora, na C2, nós começamos a ver a importância de se fazer uma reabilitação protética satisfatória.
1:13
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Vocês tiveram duas aulas com o objetivo de entender os tipos de prótese sobre implante que existem e o que vocês têm que avaliar antes de instalar esse implante. O correto é fazer o planejamento protético primeiro, determinar onde vai ficar a coroa para que depois a gente instale o implante na posição ideal.
1:36
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Hoje nós vamos começar a ver a parte de planejamento cirúrgico, mas focando também numa reabilitação protética satisfatória. O que eu tenho que avaliar para fazer um planejamento cirúrgico, mas pensando que sobre aquele implante vai ficar uma coroa que tem que estar em harmonia com os tecidos adjacentes e com os dentes adjacentes.
2:00
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, quando a gente pensa em reabilitação protética sobre implante satisfatória, a gente está pensando na porcelana ideal, na cor ideal, mas também estamos pensando numa harmonia com os tecidos perimplantares e num posicionamento adequado deste implante para garantir uma prótese adequada. Ok?
2:25
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Geralmente quando o paciente vem nos procurar para fazer um planejamento e reabilitação sobre implante, ele não tem muita noção do que é o parafuso, do que é a prótese, do que é a harmonia com tecidos perimplantares, ele nem sabe que são tecidos perimplantares. É a gente que no planejamento a gente tem que levar isso em consideração. Para a elaboração dessa parte, para passar essa parte de planejamento cirúrgico para vocês, eu dividi em duas partes.
2:54
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Parte 1 que a gente vai ver hoje, que é a harmonia com os recílios perimplantados. O que eu tenho que avaliar no meu paciente? O que eu tenho que pensar? O que eu tenho que levar em consideração quando eu for determinar comprimento do implante, diâmetro do implante, se eu posso ou não fazer o implante agora, se eu preciso adiar a parte cirúrgica. Então, são fatores que eu tenho que avaliar.
3:17
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E na parte 2, que vai ser na semana que vem, a gente vai ter um posicionamento tridimensional do implante. Aonde que eu tenho que furar, aonde que eu tenho que colocar esse implante para garantir uma prótese satisfatória sobre ele. Ok? Iniciando então a primeira parte de harmonia dos tecidos perimplantais.
3:40
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Eu acho muito importante que vocês entendam isso, porque o paciente não vai entender. O paciente não vai te pedir, mas ele vai te cobrar se você não fizer da maneira adequada. Então, quando o paciente chega para fazer uma prótese sobre implante, ele vai idealizar um sorriso perfeito. Muitas vezes, um sorriso melhor do que o que ele tinha. Para ele, do jeito que ele deixou ficar.
4:09
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Estava horrível, mas para ele, tudo bem, a culpa era dele, então ele reclamava. A partir do momento que você vai instalar um implante nele, ele quer o sorriso ideal. E quando ele pensa no sorriso ideal, ele está pensando no sorriso de rede social, no sorriso de artista. Ele não está pensando de maneira alguma que após a prótese sobre implante, após a instalação do implante, ele pode vir a ter um desalinhamento de Zenith.
4:39
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Aquele implante que você instalou lá atrás vai ficar muito alto. Gritar no sorriso dele. Ele não quer saber disso. Ele nem tem noção do que isso pode acontecer. Da mesma maneira, ele não tem noção de que pode ser que depois ele sorri e todo mundo veja.
5:01
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Pela região escurecida, a denunciar o que tem no implante. Vocês já conseguem perceber isso quando alguém conhecido, algum amigo, alguém sorri e você... Esse daí pagou por esse dente. Esse daí colocou o implante. Porque fica aquela mancha. Você acha que essas pessoas das quais vocês veem essa mancha, elas queriam isso? Elas imaginavam que isso podia acontecer? Não.
5:29
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mas é quem instalou o implante durante o planejamento. A gente precisa ter essa noção para evitar situações concluídas. Ok?
5:40
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
É lógico que não dá pra gente ter casos e casos, né? Eu tô falando que a gente tem que fazer, né? Porque eu falei isso no primeiro dia de aula. Aqui a gente fala o padrão ouro de tratamento. Todo o passo a passo que a gente precisa seguir buscando a excelência. É lógico que às vezes vem um paciente com uma situação limitante que você não consegue. Mas a gente vai botando aqui o mundo ideal na aula pra explicar divertido. Tá bom?
6:08
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, quando a gente pensa em harmonia dos tecidos bem implantados, a gente começa a avaliar o paciente quando ele chega na nossa história. A gente já começa quando a gente nem sabe aonde vai ser o implante.
6:24
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Que marca vai ser o implante? Que diâmetro vai ter esse implante? Eu já estou avaliando quem é esse meu paciente e já vou registrando informações que vão me ajudar durante o planejamento cirúrgico. Então, o que eu preciso avaliar?
6:42
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Eu vou colocar aqui alguns fatores e a nossa aula vai ser em cima destes fatores, que são os fatores mais importantes que eu preciso avaliar. Então eu preciso avaliar, ainda quando o paciente está lá na sala de espera e eu vou chamar o paciente, ele me dá bom dia e eu sorri para ele, eu já começo a avaliar a linha de sorriso desse paciente. Outro fator que eu preciso avaliar é o fenótipo gendival desse paciente.
7:09
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
É um fenótipo espesso, é um fenótipo fino, é um fenótipo intermediário. O terceiro ponto que eu preciso avaliar é a probabilidade de formar papila. Será que eu vou conseguir formar papila entre o implante e o dente? Será que eu vou conseguir formar papila entre dois implantes vizinhos? Eu preciso colocar dois implantes, um no 11 e um no 21.
7:35
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Será que depois, quando o dentista for colocar a prótese sob implante, vai ficar um buraco ali no meio? É isso que o paciente quer? Ele idealizou, ele nem sabe o que é cavila, mas ele idealizou que vai estar rosinha entre os dois implantes, certo? Aquele triângulo rosinha entre os dois. O que eu preciso avaliar? O que eu preciso tomar cuidado durante o planejamento? E por fim, o remanescente ósseo.
8:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A gente começou a ver lá nas aulas de C1 os tipos ósseos, né? Na classificação de misto, tipo 1, tipo 2, tipo 3, tipo 4. Algumas dicas de cuidados que a gente tinha que ter em cada um. Mas tá bom, eu avalio o osso. O que eu tenho que observar? Eu tenho que observar a altura, a espessura, o que isso vai interferir quando eu avaliar para determinar o meu planejamento seguinte.
8:31
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Ok? Então, a nossa aula pensa em cima disso. O primeiro fator que a gente vai avaliar vai ser a linha de sorriso. E aí nós vamos ser pacientes diferentes que vão chegar ao nosso consultório. A gente vai ter paciente com uma linha de sorriso alta e o paciente com uma linha de sorriso baixa. O que isso interfere no meu planejamento para tratamento cirúrgico pensando no alinhamento, na estética, na harmonia com os tecidos peripodantados?
9:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Primeiro paciente, só uma olhada aqui, em todos os pacientes eu vou fazer um planejamento correto, adequado, meticuloso, cuidadoso, com tomografia, com tudo que eu vejo. Porém, eu tenho alguma chance de errar nesse paciente? Nenhuma.
9:27
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O tratamento dessa paciente, ela vai ser um cartaz do meu trabalho para todo mundo, porque aonde ela chegar, aonde ela sorrir, claramente vai estar destacado o tratamento dela. Então, o paciente que tem uma linha de sorriso alto, eu tenho que tomar muito cuidado, porque toda a atenção que eu der para manter essa harmonia dos tecidos eférico total, você já vai ser pequena.
9:54
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Outra coisa que eu preciso avaliar é o tipo de sorriso desse paciente.
10:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
uma linha de sorriso alta. É por conta de uma maior tração da musculatura ao sorrir? Se for feito esse diagnóstico, eu posso depois orientá-la a fazer aquele tratamento com botox para diminuir essa força do sorriso. Ou não? Essa paciente, ela tem uma linha de sorriso alta, ela mostra muita gengiva, mas ela tem um excesso de gengiva sobre os dentes.
10:30
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, eu primeiro preciso colocar essa margem gengival na altura certa para depois planejar o implante já na margem gengival correta. Ok? Levem-se que o implante não vai sair de posição. Na hora que eu colocar o implante ali, é para o resto da vida daquele paciente.
10:52
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, se eu vejo que o meu paciente, ao sorrir, expõe uma larga faixa de tecido gengival, mas vejo que essa gengiva, ela está recobrindo o coroa, eu preciso primeiro corrigir esse sorriso gengival do paciente, para depois planejar a posição correta do implante. Coisas que eu preciso ver. Ok? Diferente de um paciente com um sorriso baixo.
11:19
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Uma paciente com linha de sorriso baixa, ela é menos exigente em relação à estética, digamos assim. A gente vai buscar o tratamento ideal. Mas, por exemplo, no caso dessa paciente, vocês percebem claramente esse desalinhamento de zélite? Foi apresentado para ela uma possibilidade de se evitar isso aqui.
11:45
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E ela perguntou, mas eu vou fazer mais cirurgia pra quê? Se eu nem mostrar, eu mostro quando eu sorri.
11:52
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Entende o paciente também? Você vai fazer um tratamento correto, você vai posicionar adequadamente, você vai dar condições para que ela mantenha a higienização, para que ela mantenha a saúde para implantar, mas nela, embora possam ver que ela é uma pessoa que valoriza a estética, né? Toda arrumada, toda bonitona, mas a margem de endival para ela não é importante porque é muito sobre isso.
12:24
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Entendeu? Então, essas são informações. O paciente vai falar isso durante a amnésia? Não. Você vai observando. E vai observando quando você chamou, quando você está conversando, quando você está perguntando para ele qual o nome dele, quem indicou, se tem algum problema de saúde. À medida que a pessoa vai falando, você vai observando o quanto ela expõe essa mártir. E depois, no primeiro exame, você pede para ela fazer um sorriso.
12:55
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E aí você observa a linha de sorriso dela e faz todas as coisas. Ok? Entenderam? Primeiro ponto. Então o primeiro fator que a gente precisa avaliar é a linha de sorriso. O segundo fator, não menos importante, e aí eu sou suspeita porque eu sou da pele notícia e pra mim é um dos mais importantes, é o fenótipo genital.
13:21
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Eu preciso observar se o meu paciente tem um fenótipo intermediário, um fenótipo espesso ou um fenótipo fino. Qual seria o pior dos três cenários para a gente que vai trabalhar como implante e vai instalar o implante no ósseo 21? Fino, sem dúvida, é o pior dos três cenários. E aí, quando a gente pensa em fenótipos...
13:52
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Primeiro, preciso entender o porquê que ele me atrapalha. Por que que ele interfere no planejamento cirúrgico? Por que que o fenótipo fino é pior do que o fenótipo intermediário e o fenótipo espesso? Vocês sabem me explicar? O fenótipo espesso tem uma maior estabilidade da máquina individual. Consequentemente, o risco de retração é menor.
14:25
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Não quer dizer que todo mundo que tem um fenótipo fino vai ter retração, mas o risco de ter retração é maior. Por quê? Porque a estabilidade da margem gengival é menor. Para a gente trabalhar um pouco mais essa parte da interferência do fenótipo gengival, o risco da retração e o planejamento cirúrgico, eu quero que vocês consigam ao final responder duas perguntas.
14:55
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Primeiro, por que eu tenho maior risco de sofrer retraso?
15:00
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
no fenótipo fino, ok? E o que eu posso fazer no planejamento cirúrgico se o paciente com fenótipo fino me procurar para fazer recobrimento, ok? Respondendo a primeira pergunta, por que eu tenho maior risco de sofrer retração no paciente com fenótipo fino? Quem foi que disse que era maior risco de retração?
15:29
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Por que tem maior risco de retração no paciente que tem fenótipo fino? Esse risco de sofrer a retração, ele vai estar relacionado à grande diferença que existe entre o fenótipo espesso e o fenótipo fino. Lembrando da primeira aula de periodontia que vocês tiveram lá na anatomia do periodontia de proteção.
16:05
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A gente tem epitério oral, epitério sulco, epitério funcional. Lembram dessas estruturas? Qual é a diferença do meu paciente A para o meu paciente B? O que é que esse tem de diferente desse aqui para fazer com que o fenótipo seja espesso ou filo? Não é mais sensível.
16:31
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A quantidade de tecido queratinizado, ela pode ser a mesma, ela não vai estar interferindo ali. A relação do fenótipo está diretamente ligada à quantidade de tecido confunditivo. O epitério oral, o epitério do sul, o epitério funcional vai estar presente nos dois. Mas o tecido confunditivo que está lá dentro, no fenótipo espesso, está em maior quantidade. Então ele está mais gordinho.
16:59
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E no fenótipo fino, ele está em menor quantidade, ele está presente. Não existe se não tiver nesse objetivo, mas ele está mais fino. Até aqui todo mundo entendeu? Por que que isso vai interferir tanto no maior risco de retração de rendimento? Qual é a relação?
17:21
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Pra gente responder isso, a gente vai voltar lá na aula de anatomia, porque daí muita gente aqui não fez periodontia comigo, então eu vou revisar e vou colocar os mesmos slides naquela época.
17:32
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Lá na primeira aula de perigotia, eu coloquei esse slide, onde eu mostrei para vocês que essa genitiva marginal aqui, histologicamente, colocando ao microscópio, eu vou observar que ela é formada por tecido epiterial, mais roxinho, mais azulado, estão vendo? Aí eu tenho o epitério oral, o epitério do sunco e o epitério juncional, revestindo.
18:01
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
o tecido corpuntivo, que é o mais rosado. Ok? Vimos também essa mesma aula que estes etéreos, o etéreo oral, o etéreo do sulco e o etéreo funcional têm algumas características semelhantes e diferentes entre elas.
18:23
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Tanto o epitério juncional, perdão, apenas o epitério juncional, diferente do epitério oral e o epitério sul, não vai apresentar cristas epiteliais na gengiva saudável. Lembram disso?
18:43
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O epitério oral e o epitério de surdo, ele se invagina para dentro do tecido conjuntivo, formando projeções que a gente chama de cristas epiteliares. E naquela época eu falei que quando o paciente tem saúde periodontal, este epitério juncional é lisinho, não apresenta cristas epiteliares. Ok?
19:12
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Lembraram que ele estudou aqui? Por que existe isso? O epitério é vascularizado? O epitério tem vaso sanguíneo? Não. Da onde vem a nutrição do epitério? No tecido conjuntivo. Então o epitério ele cria invaginações cristas para dentro do tecido conjuntivo para receber nutrientes dos vasos sanguíneos.
19:39
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O epitério juncional, ele é estreito, ele é fininho, então não precisa criar essas projeções, porque o sangue vai de difusão e nutre todas as células epitérias. Ok? Até aqui. O que é que isso tem a ver com implante, né?
20:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O problema é que o epitério disfuncional, na presença de doença, na presença de inflamação, ele responde também criando cristas epiteriais. Também criando essas projeções para dentro do tecido conjuntivo. Como uma tentativa até de fazer uma barreira maior.
20:28
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
contra a invasão bacteriana. Até aqui tudo bem? Imaginem este cenário de doença e inflamação num paciente com fenótipo espesso.
20:44
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O que vai acontecer? Ele vai acumular do biofilme, aquele epitélio vai responder a esse processo inflamatório, fazendo essas projeções para dentro do tecido conjuntivo e tudo bem. Imagine a mesma situação num paciente com fenótipo fino.
21:08
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Ele vai acumular biofilme. O epitério gencional vai emitir essas cristas, vai fazer essas cristas epiteriais para dentro de um tecido conjuntivo estreito. O que vai acontecer aqui? As cristas epiteriais de um tecido se juntam às cristas epiteriais do outro, formando uma ponte de tecido epiterial.
21:37
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O tecido arterial tem vasos sanguíneos? Como que a nutrição do tecido conjuntivo consegue ultrapassar essa ponte e chegar nessa região? Não chega. E aí o que acontece? Essa parte, sem receber nutrição, sem receber sangue, necrófila e retirada. Entendeu? Então, de duas, uma.
22:06
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Ou vocês precisam, no planejamento cirúrgico, uma vez que vocês veem que o paciente tem um fenótipo fino, ou vocês precisam transformar esse fenótipo fino em um fenótipo espesso, porque aí eu ganho um tecido conjuntivo aqui dentro e eu diminuo o risco dessas cristas epiteliais se unirem, ou eu mantenho esse paciente sob rigorosíssimo controle de biofim.
22:35
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Vocês conseguem manter o paciente com a experiência que vocês têm hoje em dia. Vocês conseguem manter esses pacientes com um controle rigorosíssimo de general. Qualquer acúmulo de biofilme, e aí tem outra coisa também, um trauma de escovação também leva a um aumento dessas crises arteriais. Então, para evitar uma retração, a gente transforma um fenótipo fino em um fenótipo.
23:06
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Espeço. Por quê? Porque essa história toda que eu contei, ela acontece ao redor de dente, mas também ao redor. E aí, corrigir isso aqui, o paciente tem de ter a culpa dele. E isso aqui, o paciente joga no plantão. O dentista que colocou o implante. Ah, porque o implante tá errado. Às vezes, até errado.
23:33
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mas muitas vezes é por conta do tipo de fenótipo do paciente, o acúmulo de biofilo em uma menor progressão. Ok? Até aqui. O que a gente pode alterar esse fenótipo do paciente? Se o paciente vai no seu consultório sorrir pra você. Bom dia, tudo bom? Eu vim aqui pra colocar um implante na região do 11. Aí você já de casa observa que ele tem fenótipo fino. O que você faz?
24:06
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Bom dia, não trabalho mais aqui, por favor, procure meu colega do lado. O que eu tenho que pensar durante o planejamento, se eu já vi e já diagnostiquei que o fenótipo dele é fino e vocês acabaram de entender o risco que eu coloco quando o fenótipo é fino? Eu preciso alterar este fenótipo, transformar um fenótipo fino em um fenótipo espesso.
24:38
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Fenótipo fino tem pouco tecido conjuntivo. Fenótipo espesso, muito. Então, eu tenho que aumentar a quantidade de tecido conjuntivo, ok? Então, no planejamento cirúrgico, eu vejo o que eu preciso fazer muitas vezes. Eu vou fazer esse tecido conjuntivo junto.
25:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
com a instalação do implante. Em outras situações, eu preciso de um outro momento cirúrgico. Então, primeiro eu preciso ter utilizado e depois eu usar o implante. Quase sempre, preferível, você conseguir fazer com o comitante, mas ao mesmo tempo. Então, você vai... Aqui é o implante imediato. Esse caso não é meu, tá? Eu acho que tem até o nome do autor aqui. Só que eu gostei das fotos, eu acho que tá mais didático pra vocês.
25:29
S…
Speaker 3 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Foram feitas as instalações, foram instalados os implantes e aí, após a instalação do implante, foi colocado um enxerto de tecido conjuntivo aqui embaixo. Ó, tá lá embaixo. Colocou o provisório, olha só, meu primeiro momento.
25:53
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mudou claramente, mas é lógico que você quer o início da cicatrização, né? E aí depois, você tem uma espessura, porque esse tecido se acomoda ali dentro, você aumenta essa quantidade de tecido teratinizado sem causar nenhuma lesão desse paciente, né? Porque também deixar ele desse jeito aqui vão trazer outras intercorrências. Você precisa de uma harmonia.
26:19
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Agora, ah, então agora meu paciente mudou, ele tem um fenótipo espesso, ele não tem mais risco de sofrer retração? Nunca duvide a capacidade do seu paciente de estragar o seu trabalho. Lógico, se ele não escovar, se ele não passar um fio, se ele não fizer nada do que você falou, você tem esse risco sim, você tem o risco de ter uma perimplantite ali, de tudo isso piorar. Mas, dentro dos padrões básicos,
26:49
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
de acompanhamento odontológico, você consegue manter. Ok? Eu não falei que a mesma não pode ser. Falei que não é a diferença de tecido creatinizado que vai interferir no fenótipo fino ou espesso.
27:18
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A diferença, a quantidade de exercido que era utilizado, a gente aprendeu lá nessa primeira aula de pele, que é a distância da margem gengival até a função muco gengival. Alguns pacientes que é isso maior, é isso, você vai olhar e você vai medir.
27:35
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Você vai olhar a distância entre a margem gengival e a função gengival. Não existe uma medida. Você vai avaliar naquele paciente, independente do fenótipo, que nada a ver assim, independente do fenótipo dele, você vai avaliar a quantidade de tecido teratinizado que ele tem ali. E se ele já perdeu ou não, de acordo com os outros, porque isso é uma faixa.
28:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, você olha com os dentes vizinhos. Nos dentes vizinhos, você tem uma faixa larga e no dente que você precisa botar implante tem uma faixa fina, ele perdeu o tecido queratinizado. Mas não significa que ele tenha um fenótipo fino ou espesso. São coisas diferentes. Você não sabe diferenciar um fenótipo fino e um fenótipo espesso?
28:34
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O fenótipo fino, você vai olhar e você vai ver o paciente com pouco tecido, com uma espessura de gengiva. Não tem nada a ver com o tecido creatinizado, é bem diferente. Um paciente com um fenótipo expresso, você observa que ele tem um excesso, muitas vezes ele tem um excesso.
28:54
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
de osso, como de tecido condutivo. Então, é espesso. Uma coisa que você pode fazer, uma coisa que você pode fazer para começar a ter uma noção e atreitar o seu olhar, é isso aqui, ó.
29:17
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Colocar a sonda periodontal, como você vai fazer a sondagem, num espesso, você não vê nem a sombra da sonda. Num fino, claramente, você vê a sonda. Mas não confunda fenótipo com o decente ser utilizado. Por favor, que a gente aprende o melhor tratamento. Então, se você identifica que o paciente tem um fenótipo fino, que é o paciente...
30:02
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Estética, pensando corretamente, você vai acompanhar as coisas que acontecem na sua vida. Ele pode te trazer problemas depois. Você já sabe que o filho vai ter maior risco de retração. Se ele tiver uma retração, é você que vai ter que consertar depois.
30:20
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
É muito melhor você fazer sentido previamente, mudar o fenótipo, prevenir o problema, do que corrigir o problema depois. Tem, se consegue corrigir o problema em alguns casos, mas é mais fácil você prevenir do que previar.
30:47
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
No índice mediário, você tem que ter isso, gente, é como olhar. Sabe quando vocês hoje em dia já conseguem perceber se vocês vão precisar conseguir fazer um isolamento absoluto ou não?
31:00
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
É com experiências? Isso também é com experiência. Mas, comecem a colocar, aí eu já falei isso pra vocês várias vezes, a sonda milimetrada, ela faz parte do jogo ruim. Vocês vão fazer uma coroa total. Se a sonda milimetrada tá ali, começa a testar, treinar esse olhar. Porque vocês vão perceber claramente...
31:22
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
que é fino, que é uma raiva que precisa ter atracção, que precisa fazer um enxerto, ok? E o que não é fino. Com o tempo, vocês já vão conseguir entender quem é esse, quem é esse, quem é esse. No momento, é tirar do conjunto ali, a base separar do que é fino, que é o perigo. Os dois não, não, não nos apresentam perigo. Com o tempo, vocês conseguem diferenciar o conjunto, ok?
32:09
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A opção mais barata é o enxergo de tecido conjuntivo autódico. Porque se você ainda tiver que colocar alguma coisa, ele fica perto da saúde. A gente paga mais.
32:22
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
É tiro de onde? É do palato? Mas tem uma área específica do palato? Tem, você tem que evitar a pele, a palatina maior. Ah, entendi. Então, como ela sai mais ou menos ali na altura do palato, você vai tirar pra frente. Ok? Podemos continuar? Sim. Todo mundo vai querer indicar o jeito, né?
32:57
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Vai começar a ter casques de implante que aparecerem para vocês e que não têm cheiro. E a região retomolada. Tem que ver se o paciente vai ter área elevadora ou não, ali, suficiente. Eu gosto de tirar, eu prefiro tirar da região de embalar, porque eu consigo tirar um lençol maior que já cobre tudo ali. Mais uma dúvida de cheiro. É a compestura mesmo, assim, tirando a camadinha.
33:36
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Sabe o Sashimi? Você levanta e põe o pé. Mas não existe definição melhor, porque é igualzinho. Você levanta, aí você tira aquela faixinha cozinha e coloca ela lá. Tudo bem? Podemos continuar?
34:02
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O terceiro fator que a gente vai avaliar e que a gente vai levar em consideração durante o planejamento do implante é a capacidade de formar uma pila. Esse criamos que é mais fácil a gente conseguir um baú cheio de moeda de ouro. É algo tão buscado quanto um tesouro, entendeu?
34:35
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Tanto por quem vai instalar o implante, embora a pessoa não tenha muita noção, ele não tem noção de que o sonho tem uma partilha entre os meus implantes. Não. Mas o sonho dele é que aquela gengiva fique aquele, que é um buraco entre os dois implantes. E para o implante odontista, para o periodontista, que vai instalar esse implante, também é isso.
35:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Gente, é isso que se busca, é isso que em congresso vem e fala, e o que a gente pode fazer com os cicatrizadores anatômicos, como que a gente trabalha com o provisório para poder garantir que essa partida fique assim, ok? Só que existem outras maneiras que não são cirúrgicas de tentar corrigir se não der certo.
35:28
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Na prótese, você vai aumentando o ponto de contato e aí você disfarça o black space, que é o que vocês fazem até na dentística, na hora de fazer essa faceta, mas aí aqueles dentes ficam dentes muito longos, não ficam tão esteticamente agradáveis.
35:48
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Pensando cirurgicamente para garantir isso, para planejar e ver se tem que algumas vezes não tem probabilidade mais. Às vezes, quando o paciente chega, você olha e faz o planejamento e já fala, olha, se esse é seu sonho, sinto muito, mas eu não consigo devolver.
36:07
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Por quê? Para poder dar uma notícia dessa para vocês, eu tenho que entender que a papila, o tecido conjuntivo, vai estar diretamente relacionado ao tecido ósseo que está ali embaixo. Eu só consigo isso aqui se lá embaixo eu tiver uma crista óssea.
36:34
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Aí, às vezes, você vê esse enxergo, um colega encaminha algum com um paciente que não tem mais nem cristal, nem papila. Ah, mas será que se a gente fizer um enxergo de tecido conjuntivo nessa papila, a gente não aumenta esse volume? Qual o problema? Esse enxergo vai ficar sem suporte ósseo. E gengiva é carpete de osso.
37:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Se eu coloco e faço um enxerto ali, eu até posso, num primeiro momento, deixar essa papila gordinha. E aí, logo nos primeiros, no pós-operatório imediato, nos primeiros meses, falando, nossa, deu certo.
37:20
S…
Speaker 3 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Olha como ficou gordinho. Olha como eu tapei esse black space. Só que com a cicatrização e a maturação desse tecido, ele vai ter um limite acima do osso que ele pode ficar. E se o osso tá lá embaixo, ele vai...
37:39
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Sabe quando a gente lá na parte, lá na propedeira, onde a gente começou a fazer a passagem dos pacientes, fazer exame clínico, e eu falava que muitas vezes aquela gengiva estava inchada por edema, e que na hora que a gente desinflamasse, ela ia ficar na altura onde estava o osso da radiografia? É a mesma coisa aqui. Não adianta eu querer crescer muito essa papila se eu não tenho osso alinhado. Com o tempo, ela vai retrair.
38:09
S…
Speaker 3 (Planejamento cirúrgico.m4a)
e vai acompanhar a altura óssea remanescente. Ok. O nosso sonho, o que o paciente vê é a papila, é o rosa, é a gengiva. Só que ela está diretamente relacionada a quê? Ao osso. A crista óssea. Ao remanescente óssea.
38:32
S…
Speaker 3 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Por isso que, para mim, não tem como dar essa aula separada para vocês. Para eu pensar em probabilidade de papila, eu tenho que analisar o que eu não me senti ósseo no paciente. Encher do ósseo para volume é uma coisa, para altura é outra. Na papila, eu preciso de altura ósseo, vista ósseo, para a espessura dar certo.
39:07
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Ok? Entenderam até aqui? Podemos continuar? Então, essas duas coisas vão ser dadas juntos. Para poder ver a probabilidade de formar papila, eu vou garantir um planejamento adequado, visando o que no meu planejamento eu observo.
39:35
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
ou que eu não consegui fazer as coisas que a gente vai ver para evitar essa perda, aí com a prótese eu disfarço isso, que eu tento minimizar. Mais uma papila cobridinha, bonitinha, do jeito que é o normal, com a prótese eu não consigo. A não ser que seja um protocolo, aí eu faço agendimento artificial com a altura que eu queria.
40:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Sim. Então, a gente não está deixando de falar de probabilidade de fumar papila. A gente tem certeza que é importante, mas está diretamente ligado ao que? Ao remanescente osso. Eu só tenho papila se eu tiver crista osso. Ok? E o que eu faço com esse osso? E o que eu começo a paliar?
40:24
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Lembra que eu falei para vocês, no último intervalo, a gente vai ter uma atividade com tomografia, e a gente vai avaliar tomografia, avaliar planejamento, mas a gente vai começar a falar algumas coisas de tomografia hoje, tá? Quando eu penso no remanescente ósseo que o meu paciente vai trazer, e quando eu quero falar para vocês o que eu tenho que avaliar nesse paciente, duas simulações bem diferentes acontecem.
40:53
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Primeiro, eu posso ter aquele paciente que procura para fazer o implante, mas ele ainda está com o dente na boca, que é muito comum hoje em dia. Ele foi na endo e aí trepanaram o canal, fizeram uma perfuração. Ele sabe que o dente está perdido, não conseguiram fazer nada. Ele ainda está com o dente ali, mas ele sabe que está perdido.
41:16
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Ou ele tem como aquele dente, ele sabe que o dente está perdido, o dente ainda está ali, mas ele sabe que ele precisa estar aqui. Essa é uma realidade. E isso pode levar em consideração alguns fatores na hora de fazer a variação do remanescente. A outra realidade é aquele paciente que já vem sem dente.
41:43
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Perdeu o dente no ano passado, perdeu o dente há cinco anos atrás. Tinha uma ponte fixa e agora não quer mais ser ponte fixa. E ele vem para fazer um implante tardio. Então ele agora tem um rebordo ósseo, ele tem um remanescente ósseo. E a minha avaliação vai ser diferente. Ok até aqui? Vamos ver cada uma dessas situações. Primeira situação, implante tardio.
42:10
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mas aí a gente vai fazer a tomografia e eu vou ver esse remordo aqui na tomografia, ok? Aquela patinha vai ter vários quadradinhos assim, ó. Aonde eu vou avaliar aqui a relação entre osso medular e osso vertical, lembra? Osso tipo 1, tipo 2, tipo 3, tipo 4, tipo 2.
42:33
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mas também vou avaliar que além do tipo ósseo, eu vou avaliar a altura óssea. Quanto de altura óssea o meu paciente tem. E pra que eu vou avaliar a altura óssea? Pra planejar o que é o que é o que é o que é o que é o que é. Então eu vou avaliar a altura que o meu paciente tem. E eu vou tirar, reduzir 2 milímetros.
43:08
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Eu vou reduzir 2 milímetros. Neste planejamento cirúrgico, ao canal mandibular, à cavidade de brazábulo. Então eu calculo o comprimento que eu tenho e eu reduzo 2 milímetros. E aí eu tenho uma noção, eu tenho uma ideia de qual vai ser a altura do meu implante, qual o comprimento do meu implante. Lembrando que lá naquela aula que a gente viu...
43:52
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
de comprimento do implante, a gente viu que tem trabalhos que mostram que acima de 11,5 não tem tanta diferença. Então, nossa, vamos supor que vocês pegarem o paciente ideal e que ele tem 20 milímetros de osso. Menos 2, 18. Eu vou comprar um implante de 18 para colocar nele? Talvez não seja necessário. Porque a gente viu que os trabalhos mostram que acima de 11,5 a dissipação de força. Entendeu? Fazer assim. Salto.
44:29
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
que eu vou usar para calcular o comprimento do implante, eu também vou ver a espessura óssea, que eu vou usar para calcular o diâmetro, para planejar o diâmetro, ok? Esses tracinhos, todo mundo aqui já tem uma tomografia em algum momento está vivo. Esses tracinhos já marcados. E aí eu vou ter uma noção da espessura, porque aí qual é o meu objetivo? Colocar o índice.
45:00
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
implante aqui e esse implante ele vai sair de dentro do osso, ele vai ficar com as costas do implante aqui fora ou aqui fora, ele tem que ficar dentro do osso e ele tem que deixar um pouquinho de osso na vestibular e na pautina pra conseguir fazer aquele processo de osso integração e pra garantir a estética do paciente.
45:27
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, no meu planejamento cirúrgico, eu vou ver quanto é que deu a espessura e eu vou tirar aproximadamente 3 milímetros. Por quê? 1,5 milímetro para vestibular, no mínimo, e 1,5 milímetro para palatino, no mínimo. E aí eu tenho uma noção de qual vai ser a espessura. Vamos supor, lembra do implante regular fibranemato? 4 milímetros.
45:55
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Para eu conseguir colocar um implante de 4 milímetros de diâmetro, eu preciso ter, no mínimo, 7 milímetros. Aí eu deixo 1,5 para estibular e 1,5 para colatina. E ele no meio. Entenderam? Sim? Ele já teve uma migração mental. Ele mudou de posição. Já se mudaram de posição. Então, ele teve uma migração.
46:47
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Se eu não entendi essa pergunta, é o assunto da aula que vem. Tá bom? Olha só. Entenderam isso aqui? Meu paciente já perdeu o dente. Eu vou fazer um implante tardio mesmo. Ele vai com uma tomografia. E nessa tomografia eu vou avaliar. O tipo ósseo, segundo a classificação de vício, tem que ligar ainda mais. Lembra? Tem que usar notas novas. Tipo 4. Faça uma subfresagem.
47:19
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Então, eu vou avaliar isso e além disso, eu vou ver altura e espessura, comprimento e diâmetro, ok? Altura, menos 2, comprimento do implante, diâmetro, menos 3, o limite é igual, diâmetro do implante. Vou ver a distância com estruturas nobres, cavidade nasal, seio maxilar, canal mandibular.
47:58
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Se não houver espaço para instalar esse implante, se não tiver osso em altura ou espessura para colocar esse implante, aí eu preciso corrigir previamente, fazendo um levantamento de seio, fazendo uma regeneração oceaneada, fazendo outro tipo de cirurgia prévia para garantir que agora o meu paciente tenha altura e espessura.
48:41
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Antigamente, essa avaliação não era feia. Não era feia muitas vezes. Se pedia uma periapical, avaliava. Porque na periapical eu só vejo altura. Eu vejo espessura de negócio. Então, vejo altura. E aí, a presença de osso determinava onde ia ter o implante. Local de instalado o implante era o local que tinha. Eu ia conseguir fazer uma coroa bonitinha de solução da odontologia.
49:33
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A gente faz um planejamento protético reverso. O que é um planejamento protético reverso? O paciente chega sem dente. O que eu faço com esse paciente? Eu moldo esse paciente e eu faço um enceramento diagnóstico nesse paciente. Eu vou esculpir esse dente, eu vou pegar um dente de estoque
50:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
e largura mesodistal apropriada e vou simular neste paciente como vai ser até a prótese ou brilhante. Ok? Feito isso em laboratório, feito esse enceramento diagnóstico, eu vou fazer o quê? Depois que eu já sei a posição e a anatomia exata do dente que eu quero que fique no final. Eu vou moldar.
50:30
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E vou confeccionar um guia. Ok? Estou falando coisas que vocês nunca viram, não, né? Eu vou confeccionar um guia. E isso o laboratório pode fazer, ou vocês podem fazer em tesina acrílica. Tá bom? O importante é que ao final vocês tenham esse guia em tesina. E o que vocês vão fazer com esse guia? Vocês vão colocar no paciente...
50:56
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Com essa habilidade, já vendo, ele se prende ao dente do lado e ele tem a altura e distância aberta de sal exata de como eu quero a prótese. Esse guia eu vou usar de duas maneiras. Se o meu paciente não tem tomografia ainda, o ideal, embora raramente seja feito, porque muitos pacientes já chegam com a dor embaixo do braço, então não dá para você pedir para ele curtir.
51:27
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Mas uma coisa muito boa a se fazer é, sobre este guia, você coloca um material radiopaco. Entrega ele num primeiro momento pra funcionar de guia radiográfica. Ele vai fazer a tomo, ele coloca esse aparelhinho e faz a tomografia. A região aqui vai aparecer na tomografia como um dentinho fantástico. Vocês estão vendo?
51:59
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
E aí ele vai dar certeza, ótimo, a região onde eu preciso instalar o implante vai sair e eu conseguir colocar a coroa é aqui, entendeu? Seria o ideal. Muitas vezes a gente tem que fazer sempre que o paciente já chega e fica todo momento em dia sem isso. Mas é uma alternativa que nos ajuda no planejamento. Com isso, eu tenho uma...
52:29
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
determinação mais fidedigna da região onde eu preciso instalar o implante. E aí eu pergunto, existe osso nessa região? Porque às vezes a gente tem muito osso em outra região e não onde eu quero. Existe osso aonde eu preciso colocar o implante? Aí eu instalo o implante. Ok? Entendeu? Depois.
53:01
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
esse mesmo guia, tome com a Alcantina 02.5, faço uma desinfecção, instalo na hora da cirurgia. E ele me ajuda como guia cirúrgico a seguir as orientações que a gente vai ter. Ok? Entenderam? Já vi não sei quantos implantes no estágio que eu faço e nunca vi ninguém fazendo guia. Nem cirúrgico, muito menos cardiográfico.
53:42
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Aí olha só, o planejamento é algo, e aí em todas as áreas não se lembra todo dia, que algumas vezes a gente não valoriza a mutação da importância quando a bomba estoura no nosso colo. Quando a gente deixou de planejar e a bomba vai estourar no nosso colo e a gente é que vai levar todas as consequências negativas.
54:08
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Aí eu tenho um trabalho pra vocês, de uma amiga que tava fazendo doutorado em radiologia, e ela fez um trabalho de avaliação de corpos estranhos em esquerdo maxilato. Aí, o paciente veio com essa tomografia em corpos diferentes, numa avaliação mais detalhada, porque ele tá lá no esquerdo. E aí, depois que acontece isso, o paciente já vai estar com o advogado em cima da gente, a gente não tem medo.
54:51
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
A gente vai ter que resolver.
55:00
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Eu tenho um colega, um vizinho dele, até outra casa dele. Eu fiz um implante de uma clínica e acho que alguma coisa deu errado. E depois que eu mexo assim, eu sinto alguma coisa mexia lá dentro. Era um implante que tinha ido para o seu maxilar recentemente. Então, não tinha ainda criado muco, criado corpo, criação de corpo estranho. Então, ele sentia o mortal.
56:10
S…
Speaker 2 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Vamos fazer uma radiografia aqui.
56:19
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Aí olha a bomba. O que vocês vão fazer? Vocês vão extrair esse canino agora. Extrair esse canino, esse implante perde todas as pessoas. Deixando esse canino, esse paciente tem aqui um sulco para implantar. Se ele começa alguma pele implantida, essa pele implantida, isso aqui é menor. Eu não tenho fibra aqui, eu não tenho de um implante honesto. Se ele tiver...
56:49
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Dois, três milímetros de perda de inserção aqui, de perda de fibra aqui. É isso que eu falo. Planejamento. Ele evita que a bomba estore no seu corpo.
57:25
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Não sei o que aconteceu. Nem com o paciente, muito menos com o corpo. Coitada da gente que você fez nisso, porque eu até tenho tempo. Se chegar para você, eu não sei, se chegar para mim, eu nem com a bomba. Nem cabecezear. Porque vai ser uma bomba tão grande que vai ter que fazer um cheque de um bloco, uma reabilitação, um negócio que eu tenho que fazer. Tem que fazer a variável planejamento se o paritante tardia.
58:05
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Agora eu faço implante imediato. O que eu tenho que avaliar? O paciente chegou com o dente, eu tenho que avaliar e planejar para instalar implante imediato. A primeira coisa que eu vou fazer é o dente sobantia o mais afraumático possível. O que significa? Vocês vão esquecer aquelas alavanças que vocês usaram nesses dias, aqueles fósseis que vocês usaram nesses dias. Aquele afastador gigantesco que vocês usaram nesses dias.
58:35
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Com muito cuidado, um periódico colocando no espaço de gaveta. Vocês vão tirar esse dente de maneira o mais acalmada. Além disso, vocês vão posicionar o implante no local certo que a gente vai ver na semana. E vocês vão preencher um gap formado entre o dente e o espaço que fica...
59:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Dentro do dente, é o implante e o espaço que ficou. Porque vocês vão tirar, por exemplo, aqui, vocês tiraram um central. Vocês vão colocar um implante de quatro milímetros, três milímetros, um dente no diâmetro de uma raiva central que vocês veem e vocês traem. Não vai sobrar espaço? Esse espaço que sobra, a gente chama de gap, e esse gap, ele deve ser preenchido com injerto ósseo, ok?
59:35
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
Pra entender isso, porque que a gente precisa preencher o gueto com o enxergo ósseo, a gente vai lá com uma visão adentro, tomografia. Aqui, ó, a gente tem o mesmo paciente. Antes e depois de instalar o implante, ok? Antes de instalar o implante, eu vou fazer...
1:00:03
S…
Speaker 1 (Planejamento cirúrgico.m4a)
O que eu vou avaliar no meu planejamento são duas coisas. Uma, eu preciso ter osso aqui embaixo, porque quando eu tirar esse dente, o meu implante vai ficar preso aqui. Eu preciso ter no mínimo um triângulo aqui de 5 milímetros de altura, porque aí eu tenho osso para travar esse implante.
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