J+M_n1
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0:00Chapter 1: Nada não, né, gente? 300s · Speaker 2
Nada não, né, gente? Pelo amor de Deus. Não, é só o áudio que vai ser usado. Mas mundo concreto, que é o que nós estamos construindo, é legal mesmo. Mundo concreto é um mundo versus o outro mundo. É uma exposição mundo material. É. Acaba qu…
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5:00Chapter 2: que é um pouco a malha que recebe outros objetos. 206s · Speaker 1
que é um pouco a malha que recebe outros objetos. E aí o concreto celular é essa variação da espuma. No meu caso, acho que tem a ver com uma descoberta de materiais que me permite produzir imagens. Acho que no caso do João é um pouco difere…
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8:26Chapter 3: de morte, que na verdade é uma mudança de estado, uma passagem de um estado para o outro. 317s · Speaker 2
de morte, que na verdade é uma mudança de estado, uma passagem de um estado para o outro. Por isso eu acho que fica também essa dúvida no título, se isso vai apontar mais para essa ideia de morte ou se vai falar mais sobre essas transformaç…
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13:44Chapter 4: Eu acho que, nesse sentido, a exposição começou com uma ideia de morte que era muito simbólica. 128s · Speaker 1
Eu acho que, nesse sentido, a exposição começou com uma ideia de morte que era muito simbólica. Aí o João trouxe, e eu ficava imaginando como seria fazer um funeral dentro de uma galeria, como seria um trabalho que jogasse com esse tipo de …
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15:55Chapter 5: Eu estou pensando nessas energias que a gente está fazendo correr dentro de alguns trabalhos. 141s · Speaker 2
Eu estou pensando nessas energias que a gente está fazendo correr dentro de alguns trabalhos. No calor do banco, no frio e condensação da poça, na projeção da animação no crânio, na luz, no seu circuito que passa o pavio queimando dentro e …
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18:19Chapter 6: Acho que traz o elemento da duração dentro de trabalhos que são muito estáveis. 100s · Speaker 1
Acho que traz o elemento da duração dentro de trabalhos que são muito estáveis. Não é a performance, não é exatamente um vídeo, mas o teu filme, a tua animação é contínua, ela não tem... Ela é parada também. De alguma forma, ela é parada. A…
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20:00Chapter 7: um disparador, mas essa ação não é como se fosse um abandono da ação para o próprio objeto, como se fosse ligar o objeto. 195s · Speaker 3
um disparador, mas essa ação não é como se fosse um abandono da ação para o próprio objeto, como se fosse ligar o objeto. Acho que tem formas de fazer isso parecer mais ou menos performance. Por exemplo, se eu acendesse essa pólvora de um o…
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23:16Chapter 8: Quando eu estava começando a trabalhar, assim, lá na década de 90, assim, isso era uma onda, assim. 103s · Speaker 2
Quando eu estava começando a trabalhar, assim, lá na década de 90, assim, isso era uma onda, assim. O estranhamento. Tinha uma história de Ostraneni, que era um texto de um filósofo russo muito bacana. Eu fiz o olhar ali depois. Tinha a his…
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25:00Chapter 9: Mas eu acho que o seu trabalho tem mais, nessa exposição, acho que tem mais mistério do que o meu. 110s · Speaker 1
Mas eu acho que o seu trabalho tem mais, nessa exposição, acho que tem mais mistério do que o meu. Porque, na verdade, eu estou pensando em três trabalhos ou quatro trabalhos, é meio isso. Que são o banco quente, o crânio com a projeção da …
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tanto formalmente quanto materialmente, eu acho que, no fundo, o que vai ligar os meus trabalhos é um pouco esse diálogo de estados, tipo, o ovo que ainda vai nascer, é mais talvez de representação do que a coisa é, do que esse diálogo visu…
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28:48Chapter 11: da ficção, da fantasia, da ilusão. 70s · Speaker 1
da ficção, da fantasia, da ilusão. Eu acho que, Maiana, essa sua preocupação com a variedade de materiais, eu acho que todos eles já estão dentro do seu trabalho. E, de algum modo, todos eles já são quase a mesma coisa, sabe? Eu tenho um po…