currículo 2

May 02, 2026 12:28 · 54:13 · Portuguese · Whisper Turbo · 3 speakers
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ಕೇವಲ ತೋರಿಸುವಿಕೆ
0:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
quebrar todos esses paradigmas, considero um erro muito grave que nós tivemos. Nós somos a geração da crença. Nós acreditávamos no poder libertador das drogas. A minha geração acreditava. E foi fundo nisso e a adicção veio, botou um freio muito pesado.
0:23
S… Speaker 1 (currículo 2)
acreditou na liberdade sexual e o HIV veio e botou um freio muito pesado. Muita gente se foi porque mergulhou fundo nisso. Então, nós fomos tão sem freio que não avaliamos o perigo do caminho. Então, o que que dá essa singularidade? As estruturas de poder.
0:51
S… Speaker 1 (currículo 2)
fala particularmente no Brasil, mas todo mundo está vendo que a ascensão da extrema-direita foi um fenômeno global. Eu postei no meu Instagram e aí o pessoal dizendo, ah, é ilusão porque a prefeitura de Paris e as maiores cidades da França elegeram prefeitura de esquerda. E aí eu disse assim, pô, seguimos vivos. E a gente tem ilusão, mas não é. Não, não é.
1:27
S… Speaker 1 (currículo 2)
é sinal de que ainda se respira. Porque, necessariamente, não tem pessoas que ligarem de esquerda, porque é a mesma coisa, falam esquerda e direita. Tem esquerda e direita? Tem. Quem está à direita da direita, está à extrema-direita. À esquerda da esquerda, aquela esquerda da esquerda está cada vez mais reduzida. E quem está à esquerda, está à direita.
1:49
S… Speaker 1 (currículo 2)
Você não é uma pessoa que acredita no bem comum e na extinção das classes sociais, mas você não concorda com essa desigualdade extrema. Então você está à esquerda e à direita. E não é centro. Porque principalmente aqui no Brasil o centro é o centro que apoia a direita.
2:14
S… Speaker 1 (currículo 2)
Dependendo dessas estruturas, eles criam mecanismos para nos fazer acreditar em determinada coisa. Está muito forte o discurso da profissionalização. Inclusive, eu sou dessas, com eles outras, assim, há muito tempo, eu mandei uma carta desse tamanho para eles. Se ele não leu, alguém vai ler, não é possível. Porque ele está fazendo o discurso da profissionalização.
2:45
S… Speaker 1 (currículo 2)
Isso é uma armadilidade, reduzindo a educação básica nas classes tabulares. Porque educação básica é o básico, é o mínimo que todos deveriam ter acesso. E isso vai até o terceiro ano do ensino médio. A profissionalização deveria ter tudo isso. Ora, se eu incluo a profissionalização aqui...
3:10
S… Speaker 1 (currículo 2)
Em vez de você, como eu falei para vocês, a minha segunda professora de Biologia, ela dava duas aulas de Biologia por semana no primeiro e segundo ano e três aulas no terceiro ano. Agora é uma aula por semana em cada ano. Quer dizer, se tirou horas do estudo das ciências, paga um pouquinho. Então, se eu estou profissionalizado dentro da educação básica, eu tenho a escolaridade. Porque escola privada não faz isso. A classe média não pode ser firme nesse colégio.
3:44
S… Speaker 1 (currículo 2)
Quem é que leva ele? Os filhos das plataformas populares. Saiu até uma reportagem na TV Fórum, foi um jornalista, era uma jornalista que eu tinha feito. Não sei era assim, mira, não me lembro quem era. Mas foi uma reportagem na TV Fórum de um CEO, de uma construtora que está fazendo o Minha Casa Minha Vida, dizendo que ele está com problema de mão de obra. Porque agora filho de pedreiro nunca se é pedreiro.
4:15
S… Speaker 1 (currículo 2)
O filho de mestre de obra não quer ser mestre de obra. Eles acham puta agora que eu vou virar doutora. E quem é que vai fazer as paredes? Eu digo que a gente vai experimentar o filho dele. Não é? E é tão simples assim. Então, é uma coisa que está sendo colocada no imaginário. E isso foi muito forte nos anos 90. Muito forte. Faça um curso técnico que você ganha bem. Tem muito advogado.
4:44
S… Speaker 2 (currículo 2)
que está aí fazendo, agora é o que tem para mim, muita, como é, médium, engenheiro, muita pedagoga que está aí.
5:01
S… Speaker 1 (currículo 2)
sendo atendente de loja, não sei o outro. E aí eu digo, gente, necessariamente nós não temos que trabalhar obrigatoriamente naquilo que nós estudamos. Agora, eu gostaria de ser atendido numa loja por uma pedagoga, por uma assistente social. Porque o conhecimento dela faz um diferencial nesse atendimento. Vai ter um diferencial aí. Então,
5:36
S… Speaker 1 (currículo 2)
Estudar sempre vai fazer você melhor naquilo que você ainda quer fazer. Seja pedreiro, mas se você estudou, você vai usar a lua, você vai usar os tratamentos de segurança, porque você sabe que não é uma coisa do patrão, que é aquilo importante para você. Você vai desenvolver a forma de fazer aquilo muito melhor, porque você estudou mais. Então, se eu profissionalizo dentro,
6:04
S… Speaker 1 (currículo 2)
da educação básica, eu estou reduzindo as condições, tanto de progredir nos estudos, quanto de desenvolver bem a atividade que você se propõe. Falando de Big Brother de novo, a Ana Paula usou um hobby, não, Kimono!
6:29
S… Speaker 1 (currículo 2)
Um kimono que tinha umas aplicações, umas coisas assim, árvore da Amazônia, uma onça, não sei o que. Aí eu vi um vídeo da dona do negócio. É uma auxiliar. Ela é formada em moda e optou por abrir um negócio artesanal. O diferencial da roupa que essa mulher faz é um negócio interessante. Aí eu fui atrás. Na verdade, ela não é só formada em moda. Ela é formada em...
7:05
S… Speaker 1 (currículo 2)
Meio ambiente, não sei o que... Meio ambiente, é agricultura, não. É meio ambiente, tem outro nome que eu não estou lembrada agora. E também estudou moda. Então, toda moda que ela produz é sustentável, é com tecido não sei como. Essas aplicações que todo mundo achou que era a terceira maravilha do mundo, ela recolhe retalhos de tecido para fazer as coisas da roupa que ela vende.
7:34
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu sei que a mulher já tem comendo até o ano que vem. E agora vem o maluco todo velho. Então, você é formada em modo de ter noção do corte, do estilo, do não sei o que. Ela tinha esse diferencial que esse outro curso deu para ela. Vocês entendem? Então, eu fui trabalhar com a educação sindical na área de atendimento. Eu já estava formada. Acabei virando coordenadora dos agentes comunitários.
8:12
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu era a única pedagoga. Eu estava toda assistente, só ficava furiosa por ele. Sabe por quê? Eu usava a didática para fazer exemplos. Eu fazia visualizações. Isso aqui é lixada, é sua? É, mas o trator. Ah, não, é do padrão. E a terra? Pois então, essa é a minha igualdade. E aí, eu disse, não, isso aí eu aprendi, não posso trabalhar.
8:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque achavam que, pela formação em educação, eu tinha que ficar só na escola. Mas eu usei os elementos que eu aprendi na escola para desenvolver outra atividade. Então, estudo de qualquer um, de qualquer coisa, ele é fundamental para te impulsionar dentro da tarefa. Olha, um galo, tudo é muito concorrido. Tu tem que te, para o lugar, tu tem que ter um elemento...
9:13
S… Speaker 1 (currículo 2)
de distinção, não é não? Eu tenho uma colega, eu não sei agora, nunca mais tive que fazer. Ela foi minha colega na pedagogia, depois ela foi estudar direito. Aí ela fez concurso para o Ministério Público. E foi rapidamente promovida e acabou na coisa de educação. Cara, ela deu a pavor no secretário de educação aí, que ia nas escolas.
9:40
S… Speaker 2 (currículo 2)
Sabe aquele olhar que pega a boca? Que coisa! Não, essa tomada não pode pegar essa tomada. Se você tem criança, que como é? Não, suspende a tomada. E não dá bunda, não sei quando. Se ela não fosse professora, não tivesse sido professora e formado em pedagogia...
10:02
S… Speaker 1 (currículo 2)
Mas o olhar dela era muito mais apurado. E ela foi para a promotoria da replicação. Deu o apavoro também para estar muscular. Foi pai, mãe. Ah, o senhor não vai pagar a pensão? O senhor não vai? Fala, recorre. Não sei o que, recorre. O filho não é seu. O senhor quer fazer DNA? Então o filho é seu. Se o filho é seu, você tem uma obrigação. Tem que pagar a pensão.
10:33
S… Speaker 1 (currículo 2)
Né, que ela chegava lá, tinha um ninho, com a panura, com o cara direto. Você põe no palestre do seu filho, sabe como ele tá? O senhor não tem como fazer. Uma vez, num bimestre, ele lá com a lápis do professor dele. Olha, tá aqui anotado. Sua obrigação. Ah, palestra do seu filho. Você tem que alcançar um paludo com o cara direto. Então, esse conteúdo codificado, ele seleciona. E se você não ampliar seus códigos,
11:03
S… Speaker 1 (currículo 2)
se não tiver acesso a mais códigos, tu acaba limitando o teu universo, inclusive de aprendizagem. Quanto mais você amplia, quanto mais você lê, melhor você lê, melhor você compreende. Quanto mais você for ao cinema, você for ao teatro, você ouvir rádio, quanto mais você abrir essa perspectiva,
11:31
S… Speaker 1 (currículo 2)
mais você vai desenvolver um olhar. Eu costumo dizer que professor não é para qualquer um. Bacharel, qualquer um pode ser, agora professor não. Professor tem que ser pesquisador, tem que ter visão natural, ao mesmo tempo ele precisa ter um componente humano. É um conjunto de coisas que estão em nós.
11:59
S… Speaker 1 (currículo 2)
que não é um curso que te prepara. É exatamente o que sair do teu universo. Quando o pessoal fala, ah, já está velho, já está apresentado. Eu falo, é, o magistério não mantém um jovem. Vocês perguntaram muito pouco naquele dia. A turma passada perguntou, mas eu gosto de K-pop. Eu gosto de raiz.
12:35
S… Speaker 2 (currículo 2)
E aí E aí E aí E aí E aí
12:52
S… Speaker 1 (currículo 2)
Maria Rosa que me atualiza nessas questões. Às 8 horas da manhã, meu avô, para mim é madrugada. Mas eu vim fazer isso. Depois eu vim. Eu estou atenta e botei Maria Rosa para vigiar e pronto. Vamos vender os ingressos, que é para comprar. Porque só vou comprar para sair se eu conseguir os ingressos, que é essa parte difícil. Que é a minha. Tem um atalho de sábio.
13:23
S… Speaker 2 (currículo 2)
Prometi pra ela, porque de 2019 eu não podia. Então, eu fui o próximo, ou o grupo todo, ou o J.O. Se tiver, nós somos diferentes. Essa é o o Direction Virus. É uma direção. Mas eu tô falando disso, tá salvo pra... Isso. Vai dar pra assistir, a gente não pôde.
13:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu estou brincando tudo, mas eu estou passando por um problema grave, essa coisa de eu estar muito ligada no jovem. Não é meu parente, mas é uma pessoa muito próxima, parente da Maria Rosa. Então, esse menino de 23 anos, que formou em psicologia no ano passado, se escritou nesse fim de semana. E está todo mundo sem conseguir entender.
14:09
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu sou ligada, professora, aluno, eu costumo me chamar para conversar, né? Eu chamo, porque eu sinto que tem alguma coisa que não está tão boa, que eu chamo para conversar. Como eu convivei? Tanto bem que até que eu não convivia tanto com ele. Mas a gente se viu no fim de ano. Como assim? Fim de presente. Todo mundo. Então a gente está muito frio, está muito...
14:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
com a mãe dele, entendeu? Qualquer filho é uma coisa única, né? Agora quando tem um só, então tá assim, todo mundo muito... Não sei, a gente não acredita e ao mesmo tempo fica...
15:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu posso perguntar para toda a família um pouco assim, então eu fiquei meio desligada um pouco das mídias, das coisas que eu não vi direitinho, tudo o que aconteceu. A gente está ainda nesse estado de, sei lá, de choque, de coisa, e como não foi, nós não estamos olhando direito os jovens da nossa família, embora ver melhor, ficar mais atentos.
15:29
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu estava investigando, porque ele não deixou o carro, não deixou nada, ninguém sabe. Aí eu fiquei sem pirária, agora é o carro, porque estamos em uma padrinha. Outro, outro grupo de grupos, o local onde se realizam as decisões e o desenvolvimento. Então, as condições políticas, administrativas e institucionais, esse modelo concorrente, são fontes de si mesmas. Entra aquela crítica que eu faço.
16:11
S… Speaker 1 (currículo 2)
Ah, eu vou mudar o currículo, eu faço uma comissão. Faz um grande seminário. Faz aberto o possível. Convida o máximo de pessoas que você puder. Todas as pessoas que possam estar ligadas junto com você. É o meu sonho que a gente fizesse um seminário convidando secretarias de educação, de municipal e estaduais, esse sindicato de escola privada, ex-alunos.
16:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
Fizesse uma discussão nesse curso. Quem saiu? Por que você ficou falso quando saiu? Por que foi muito importante? Vocês que estão nesses estados. O que nós não estamos oferecendo que vocês sentem com? Gente, o RIPLA é sobretudo ouvir. Aí, depois que a gente fizesse isso tudinho, deem sugestões. Aí sim, vamos. Eleveu uma conversa. Um professor, um aluno.
17:17
S… Speaker 1 (currículo 2)
pessoas da comunidade vão fazer essa comissão para que a gente possa apurar esses dados e a partir deles fazer. Mas tu vai fazer um vídeo junto a meias-luz de professores e faz o currículo para eles. Aí passam dois métodos putinhos se devem ser relações étnico-raciais ou relações da primordialidade. Não tem paciência para isso. Então, você cria...
17:46
S… Speaker 1 (currículo 2)
elementos que são fontes em si mesmo. Ou seja, é como se o currículo gerasse uma necessidade e tu vai atender essa necessidade para ele mesmo. E não para quem está usufruindo e que está recebendo as pessoas formadas por esse currículo. E a escola é igual. Uma sâmbula, você deve fazer. E quando a pessoa começa, você deve fazer. Eu nunca fiz oração de aula.
18:22
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque quem já fez, vai logo conhecer melhor os alunos, ele vê como é que pode trabalhar. Aí tu sente que esse fez da sala de aula. Mas esse, porque isso, aquilo, tudo funciona, é que ele nunca foi. Então, isso gera o chamado currículo paralelo ou público. O que é esse currículo paralelo ou público? É aquele que é desenvolvido em sala de aula.
18:50
S… Speaker 1 (currículo 2)
sem ter registro, não usar nenhum. É quando a professora, antigamente, tinha mais autonomia, porque agora os testes obrigam você treinar seus alunos. Antigamente, a pessoa dizia, isso aí não dá certo nadinho o que eles estão dizendo, vou fazer do meu jeito. E ela fazia sem registro. Agora, não tem condição, porque tem os testes que vão cobrar aquilo que elas foram obrigadas a fazer. E mesmo que não funcione, você está na sala, você sabe que a criança não lê,
19:20
S… Speaker 1 (currículo 2)
E ninguém te permite fazer algo diferente. Outro elemento, a sequência histórica, que é o projeto cultural, mas as condições escolares. O que é esse projeto cultural? É o projeto que nem sempre está explícito. O que se pretende? A BNCC, nós vamos depois falar bem especificamente sobre ela. Mas a BNCC é um projeto. Um projeto global e globalizante que não nasceu no Brasil.
19:58
S… Speaker 2 (currículo 2)
O Brasil está...
20:02
S… Speaker 1 (currículo 2)
Ela é um projeto da OCDE. O Brasil nem é membro. Então, para que a gente precisava fazer uma base? E um modelo que já faleu quase no mundo inteiro. O Trump retomou o projeto base nos Estados Unidos, que já tinha fracassado no meio do governo urbano. Nos testes internacionais nos Estados Unidos, estava em 11º.
20:27
S… Speaker 1 (currículo 2)
atrás de Cuba, da Costa Rica, da Irlandia, e foi um chileiro que generalizaram. Aí eles resolveram sair do modelo de base, entrou e retomou o modelo de base. Por que a chamada extrema-direita prefere o modelo de base? Porque, dentre esses preceitos, está a educação, não é para a produção da educação, é forma elícita.
20:57
S… Speaker 1 (currículo 2)
Então, você precisa que a escola forme mão de obra funcional. O discurso é, ah, com esse dinheiro, mais meninos vão ficar expando. Já saindo dinheiro, acabam indo para a escola. Agora, eles dão para a escola, porque mesmo o quê? Se eles não sabem ler. E aí, quando ele sai do terceiro ano, ele se manipula no ano em que ele não vai pagar, ele recebe doce, doce e doce e doce e doce. Isso é o quê? Então, ele dá entrada numa nota e vai entrar na mesa.
21:42
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque 3 mil não dá pra ele abrir um negócio. E a escola todo dia dizendo que ele é empreendedor, ele é empreendedor, se fizer com brigadeiro na cozinha, se tiver uma bicicleta pra entregar comida, ele é empreendedor, ele é empreendedor. E eles acreditam. Eu tenho uma sobrinha neta, que ela agora tá com 9 anos, ela tinha 7. Ela pegou uma esconda, um negócio que você já compra pronto pra fazer pulseira e vender porque ela ia ser empreendedora.
22:13
S… Speaker 1 (currículo 2)
Aí quando chegou com essa história, a senhora quer comprar um segredo. Não, criança não vende nada. Criança não trabalha. A função de criança é aprender a ler. Já sabe ler? Lê aqui pra mim. Olha qualquer história de você. E aí chamei a mãe dela e lhe deu uma duvelhada. Tira essa besteira da cabeça pra mim e bota essa menina pra estudar. Olha o que tu tá arrumando. Uma estudante medíocre que acredita que vai ganhar dinheiro.
22:38
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu disse pra ela, entendeu? Ela vai ter que estudar design, estudar moda, pra criar um design. Aí ela vai ser um empreendedor. Agora, pra isso, meu amor, ela tem que aprender a ler de escrever. Uma escola privada, velho. Não é escola pública, escola privada. Ele metendo essa besteira, né? Cada criança tinha que desenvolver um projeto empreendedor. Tinha feira de empreendedorismo. Eu digo, cara sério que essa mulher não perdeu esse tempo. Tô dizendo isso. Muita coisa importante pra gente.
23:12
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque eles vão recusando, Geografia, História, tudo eles vão recusando, para poder botar essa palavra lá. E tome o teste, tome o teste, tome o teste. Tu testa o que não ensinou. Eu digo, o menino tem que ter que estudar, é só dar quando eu teste. Dizem até que já tem um estudo que as crianças estão ficando ansiosas nesses testes, porque a escola está expondo resultados.
23:40
S… Speaker 2 (currículo 2)
Então, eles estão ficando ansiosos. Ah, meu Deus, vai ter o teste. Eu não posso me sair mal, porque senão todo mundo vai ficar saindo. É o jogo bom. A professora não passava a trabalhar no meio da aula, que eu estava, eu estava estagiando mesmo. E aí, lá eles tiram muitas fotos. Todas as provas, eles tinham que tirar uma foto, fazer um dia de foto, com várias fotos para...
24:04
S… Speaker 2 (currículo 2)
para aportar o resultado. No Enem, a turma era de 17 alunos, 7 quiseram tirar foto, as outras não, com medo do resultado, com medo de não passar tudo dentro do ponto. Aí se eu não passar, como é que vai ser? Aí eles falavam, eles falavam que era um ranking, falavam assim na parede. Na hora que acabava o resultado da prova, saia e eles falavam na parede. Quem era melhor, quem era pior, estava tudo lá. E é o outro dele.
24:30
S… Speaker 1 (currículo 2)
A gente vê nos tem dramas todo dia. Porque o Enem foi criado com base no modelo da Coreia do Sul. Vocês sabem disso? Desse exame nacional da Coreia do Sul para as universidades. O Enem é baseado nesse modelo. Era Haddad que era o ministro da Educação. Porque democratiza. Porque democratiza quando? E é uma informação? Sim! Os pais...
25:01
S… Speaker 2 (currículo 2)
Silcio, estamos dentro da coisa. No embarque, ele fica com uma pedra e muito decora pra cima do promocional. E aí, aconteceu que teve um ano que eu acho que foi no décimo lugar e aí partiu lá, caiu na coordenação. E se alguém esconda a filha dela, só que enquanto passaram, a filha dela estava em cima... Ela nunca foi, não. Aí, quando ela caiu pra décimo, acabou. Desce, desce e rumbo.
25:27
S… Speaker 1 (currículo 2)
Né? Deve estar dentro de qualquer coisa. Mas é esse modelo. Porque há como começou a me interessar o gay pop, né? Embora a música seja uma música da minha já que são.
25:41
S… Speaker 1 (currículo 2)
Tanto que eu mostrei para os adolescentes lá de casa, o Jackson 5, o The Supremes, todo mundo, ele nasceu naquela época, foi todo doido por Michael Jackson. Porque essa dança aí é a dança da minha nova dança. Essa música, para ela, eu fui, sou uma geração do pop, do pop rock. E aí, quando eu perguntei, isso aí é pirataria de música negra.
26:09
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque pop é uma música preta. E aí eu comecei a mostrar o Black News e eles ficaram encantados. Mas meu interesse começou pela Coreia do Sul a partir do Enem. Foi lá na comitiva do MEC, foi para a Coreia do Sul para olhar, porque lá no dia do exame não passa avião. A polícia abre o trânsito para todo mundo chegar na prova. Eles fazem um escarregamento.
26:42
S… Speaker 1 (currículo 2)
E todo o processo de escolarização deles é real. Todo. Então, haja menino que se matar porque ele tirou dez, pais oprimir os filhos. As crianças saem da escola oito horas da noite. Criança. Os adolescentes saem meia-noite. E nove horas da manhã, no outro dia, eles têm aula novamente. E aí comecei a assistir sério, falar de educação.
27:16
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eu não sei se vocês assistiram uma, meu Deus, o nome é super cafona, mas a série é boa, que conta a história de um professor. Eles têm um professor estrela, então era o cara bonitão, de carrão, de você, e o professor da escola, cansado, uma pastinha, o cara de velho, eles ranqueiam o professor. E esse professor estrela era professor de uma espécie de pontinho.
27:42
S… Speaker 1 (currículo 2)
Então, ele ganhava mais, ele era todo tecnológico, todo não sei o quê. E o professor da escola era um cara cansado, irritado, que não ensinava direito. Aí eu disse, cara, isso é um... Porque agora eu sou considerado um lugar que na UFA não deu certo. Aí deu certo pra quê? Tem um professor da UFA, que ele tem um Instagram, o cara esqueceu.
28:14
S… Speaker 1 (currículo 2)
Ele foi com a Coreia do Sul há dois anos atrás dos aumentos. Eu fiquei um pouco apavorada e acho que vocês também devem. As professoras lá, aos 60 anos, têm que sair da escola. Só que tu não é aposentado, tu é demitido. Porque tem que ser todo mundo jovem. As professoras são da minha geração.
28:40
S… Speaker 1 (currículo 2)
Foi a geração que pegou o progresso do país. Então, começou a ganhar melhor e tudo. O que eles fizeram? Foram ajudar os pais, porque a Coreia era muito pobre. Então eles foram ajudar os pais, depois da guerra, comprar casa com os pais e tal. E não tem aposentadoria, não tem aposentadoria privada, que é muito caro. Resultado.
29:05
S… Speaker 1 (currículo 2)
se cabe o seu salário de um professor, eles não têm nada. Então, algumas fazem créditos ilegais para a corrida. Então, a mãe não tem dinheiro, porque a educação do tio é muito cara. Então, os pais deixam com essas professoras aposentadas na casa dela. E aí ela faz alguma atividade com as crianças e recebe esse dinheiro. E tem algumas que se prostituam.
29:33
S… Speaker 1 (currículo 2)
Os jovens preferem mulheres de 60 anos porque eles não têm que apresentar desempenho, eles não vão ser comparados com ninguém. Então, elas se prostituem e não decidem. E os professores, os homens, eles fazem serviços braçados, trabalham na construção civil aos 60 anos. E eles começam a ensinar por muitos.
30:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
Isso aí é um sucesso. Tu trabalha a vida todinha, aos 60, vai fora. No máximo vai ser uma homenagem dos alunos. Todo dia eu digo para meus alunos, não em homenagem. Vão para essa estrutura de poder e batalhar pelo dinheiro dos aposentados. Eu quero a minha parte em menino. Vai dar homenagem, eu quero em menino. Então, doutora, vai ter esse nome de amor.
30:32
S… Speaker 1 (currículo 2)
Isso, esse mesmo. Aquele assistiu a nossa. Assista com olhar crítico. Eu também, que é o clube das mães. Também assisti. Quem é o filho melhor? Elas transferem toda a sua expectativa e brigam entre elas. Eu me lembrei do documentário das Paquitas, que elas brigavam muito mais entre elas do que elas.
30:58
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque as próprias famílias. Então, o projeto cultural, ele dá um direcionamento para o currículo. Então, agora se estabeleceu que no Brasil se deve ter ranque. E toda a vida a gente pergunta, como é que vai ranquear? Quais as condições que são dadas para esse ranqueamento? Efetivamente o Enem é democrático? Todo dia eu me pergunto.
31:25
S… Speaker 1 (currículo 2)
Foi bem democrático. E o que é pior, ele contribui para o pagamento cultural, porque ele é um projeto. Os alunos, aqui no Maranhão, quando eu fiz vestibulação, eu pensava em vestibular, sabe? Todas as provas eram eliminadoras. Isso que era um teste com ele. Todos, por basear a prova de um ano, iam para casa esperando o cargo do resultado.
31:51
S… Speaker 1 (currículo 2)
Se tu não passasse hoje, acabou pra ti. Se tu passava hoje, fazia a próxima prova. E assim era tudo isso. Até chegar na regração. Quem chegou na regração aqui, posso... E era tudo isso. Era a cultura nacional. Todos estimulados. E mais histórias de marimão e geografia do marimão. Tinha aquele histórico marimão do Marimereles.
32:20
S… Speaker 1 (currículo 2)
A primaria, quem tinha era ouro, passava do vestibular e vendia. Era fria, ela acabou de montar, porque eram provas consideradas difíceis. História, geografia, literatura mariana. Literatura de maneira geral, mas a literatura mariana, a literatura mariana, a história mariana, tinha que perder o livro. Se tu leis, tu leis, tu não respondia.
32:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eles pediam situações que tinham descrito no livro para você. O meu foi aquele livro, o Batman, de Bernardo Coelho de Almeida, de literatura maranhense. E o de literatura geral foi olhar os livros do campo de sério governista. Eu me lembro, eu estava no liceu e aí o governo do estado comprou vários volumes para emprestar os alunos para ler e para poder responder.
33:17
S… Speaker 1 (currículo 2)
Então, era hoje não. A pessoa que é muito criada aqui não sabe a história do seu estado. Ao contrário, pergunte a depreciar seu estado, sua terra, seu lugar. Então, isso é um projeto, porque se tu pede em países, é muito mais fácil tu aderir ao projeto do colonizador. Tu pega essa nova geração, eles só falam de Europa, Estados Unidos e muitos países florentais. Não tem essa visão de ter um lugar.
33:54
S… Speaker 2 (currículo 2)
Por isso, quando eu vejo o pai e a mamãe levando as crianças com boi, com tampão de crioulo, eu digo, cara, tem muito, muito isso. Na quantidade de comentários, a gente recebe críticas do Carnaval Prefeita, que são noites, né? Da coisa do próprio pessoal. Por quê? O olhar deles é o que faz o carnaval do mundo. A gente acha que foi bem maior o contrato, já sai sete anos na escola, então a gente consegue ver essa gente aí. Mas ainda assim, foi preciso ser, eu...
34:45
S… Speaker 2 (currículo 2)
Eu estava pensando em uma característica do Rio Grande do Pará, e ele fez vários vídeos na cultura e falando sobre isso, né, como o pessoal, né, que o Marinho faz as fichas, apresentar essas fichas de fora.
35:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
Sendo que ela tem todo o apoio do Estado inteiro, mas que não acontece. Não só riscar, mas crime também. Não vamos ser inovente, né? Crime também. É uma coisa que é assim, o carnaval nosso está muito influenciado pelo Axé da Bahia, Escola de Samba do Rio de Janeiro, essas coisas. Mas tem coisas que ainda estão sendo mantidas, novos tradicionais, só tem aqui.
35:36
S… Speaker 2 (currículo 2)
Não tem outro lugar. E eu acho que aqui não precisa ser mais unado que esse vídeo. Tirar a Casina da Rosca, que também era uma coisa que era daqui. Então, as novas gerações, elas vêm muito mais influenciadas por esses outros elementos. Tem o Carnaval de Rua, mas o nosso... Porque, inclusive, a batida do nosso samba é aquela batida dos fuzileiros da cruzada.
36:06
S… Speaker 2 (currículo 2)
Só que as escolas de samba estão tocando, não é uma escola turística. Mas o nosso samba batido é aquela que tem, para quem gosta de ser a gente marca uma pessoa de fora, quem ficou louco com aquilo foi Carlinhos Brown. Levaram ele lá na Madre Deus, uma vez que ele veio fazer aqui um show. E o tambor dos blocos tradicionais ele até conhecia. Mas a batida do suzeleiro da Fusarca, ele disse que ele ficou doido com aquilo.
36:35
S… Speaker 2 (currículo 2)
Porque ele dizendo, como o dente de música é uma teça acima, não sei o quê, então ele dizendo que é completamente diferente, porque aquela batida é uma batida mais que sangala, tipo, preto, som de preto mesmo. Então, não tem ainda a pastelaria do axé.
36:55
S… Speaker 2 (currículo 2)
Ele ficou doido com a tradição. E eles não mudam. Entrou alguns mais jovens, mas eles mantêm a batida tradicional. Eu lembro muito, o turno do quinto tocava muito naquele estilo. E, está se perdendo. Mas, enfim, esse projeto cultural, ele vem exatamente para milar as raízes para impor um outro projeto. É aquela coisa de, ah, vamos integrar os negros.
37:25
S… Speaker 1 (currículo 2)
Mas, para ser integrado, eles precisam estar de cabelo livre, negar religião, negar tudo que ele é. Ele tem que aderir a esse padrão aqui. Então, é bem assim. Mais as condições escolares. Então, tem um projeto de apagamento cultural e de inserção de uma cultura universal. E quem desenvolve nisso são as condições escolares.
37:57
S… Speaker 1 (currículo 2)
E aí o que nós vemos? Escolas privadas trabalham em startup e não sei o quê. E nas escolas públicas, treina o teste. Bom, a startup é melhor do que treinar o teste, se equivale. Porque esse menino de classe 10 também está na cabeça deles de que eles vão ser um jogador. Eles vão ser um novo gênio.
38:32
S… Speaker 1 (currículo 2)
da tecnologia e vão ficar milionários com 30 anos. Quando você corta as suas raízes, essas pessoas não focam na necessidade. Porque se você focar na sua necessidade, você vai conseguir criar o inédito. Você vai a partir dali. Atribui, não sei se é fácil.
39:04
S… Speaker 3 (currículo 2)
que atribuía várias pessoas. Tem um pintor que diz que se você quer ser universal, começa por pintar a tua dele. Eu disse, não, Beethoven não é universal porque ele tocou uma música universal. Ele tocou a música do lugar dele. E nós é que achamos que o lugar dele é melhor que o nosso. Uma vez eu tive um pé de guerra com um fascistazinho, um curso de música. Eu fui colegiada nesse dia. Eu dava aula de didática lá.
39:37
S… Speaker 3 (currículo 2)
e eles faziam uma prova específica, de acordo com o Enem. E a professora tinha posto uma questão de tambor de crioula e uma questão de bumba-boi. Ela virou e disse que aquilo não era música. Tinha que perguntar sobre o impacto. Ah, cara, perdeu meu sangue.
40:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
Ventureiro que vem de outro lugar e quer dizer que nossa música não é música. Ah, não prestou. Na hora que ele acabou de falar, eu me inscrevi. Aí disse exatamente. Ah, ainda mais. Que isso é coisa desses freibismos que querem pôr. Aí ferveu meu sangue duas vezes. Eu me inscrevi. Aí eu disse, olha, eu quero dizer que eu discordo totalmente dessa coisa.
40:28
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque nós estamos num curso de música numa universidade que está no Maramundo, na cidade de São Luís, cujos alunos são de maioria preta. A cultura preta tem uma música. E se esse curso não quer saber que música é essa, ele deve se mudar para outro lugar. O bar é fonte de partida e de chegada. Mas entre essa partida e essa chegada tem que passar pelo bumbaboy, pela matraca, pelo tambor de trilogo.
40:59
S… Speaker 1 (currículo 2)
Aí disse essa frase para ele, se quer ser universal, começa a portância atualmente. Então, se nós não partimos de quem nós somos, nós nunca vamos criar nada novo. Os caras são sabentureiros e vêm de outro lugar puxando a cachorrinha para chegar e desorganizar o que é nosso. Ah, não é bonito. Foi uma confusão, crescimento. E outra coisa, o senhor está dizendo que é feirismo que o senhor está atribuindo a Paulo Freire. Quando o livro de Paulo Freire o senhor já lê? Então, não fale porque você não está.
41:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
O que ele deve é ser paciente. Eu chego num lugar, o único que eu tenho de autorização é de saber o que é significativo. E eu, para criticar alguém, eu tenho que, miseravelmente, estudar. Nem só eu para criticar Paulo Freire, o que eu escrevi, o que eu criei, mas não vestindo a Deus que acaba que é. Esse povo vem de fora, achando que aqui só tem jovens.
42:16
S… Speaker 2 (currículo 2)
E ninguém aqui estuda. Eu saí da coca e do Nama, era que uma garra, ele tem que acordar cedo para ele adorrecer. Outro elemento que é um grupo de problema para se definir comigo é o filosofismo, a base dela. Mesmo que ela não esteja explícita, ela existe.
42:43
S… Speaker 1 (currículo 2)
E o que mais se encontra em projeto político-pedagógico é a definição de uma base teórica que o currículo não corresponde. Tu vai ler aquela expressão de linguística, que vão formar pesquisador, que vão formar isso, e reflexivo, e não sei o quê. Vale. Quando tu vai ler, o currículo é uma disciplina para o outro, tudo obrigatório, ponto. Então, o que mais a gente vê é o...
43:13
S… Speaker 1 (currículo 2)
Quando tu lê o projeto, lá está escrito uma coisa, mas toda a estrutura dele não corresponde àquilo que foi dito. O que diz que ele conclui? Que não é possível conceituar o livro, mas é possível identificar concepções curriculares. Essas curriculares são formas que a racionalidade ordenadora do campo teórico-prático adora. Ou seja...
43:46
S… Speaker 1 (currículo 2)
Como esse currículo é racionalizado e desenvolvido? É a partir desse estudo que vai dizer que currículo é isso. Qual é a concepção que está sendo desenvolvido? Uma currícula diz que elas são elaborações parciais para trás. Então, toda e qualquer teoria de currículo, ela é uma elaboração parcial.
44:35
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque não existe um modelo de currículo que você analisa. Você pode ter as mesmas propostas em lugares diferentes, vai dar uma tradição diferente. Porque o que faz o currículo existir? A prática. E as práticas que podem estar até dentro dessa sala. Mudou o professor, muda as práticas. Mudou o aluno, muda as práticas.
45:00
S… Speaker 1 (currículo 2)
Você que está no mero curso, na mero instituição, e as práticas constroem um currículo distinto. Por esse motivo, pode mudar o currículo no papel, mas se não muda as práticas, o currículo não muda. É só o currículo. O que está no papel é só uma proposta.
45:22
S… Speaker 1 (currículo 2)
A nossa principal influência dos Estados Unidos, para a atualidade, e hoje já nem podemos dizer que a OCDE, ela nasce europeia, não nasce dos Estados Unidos, mas a estrutura de pensamento ainda é dos Estados Unidos porque a influência deles no pós-guerra foi muito forte. Eu ativo o nome inglês.
45:47
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque era justa essa desconstrução. Por isso que é interessante, não é tão interessante, porque ele é um indústria, e todo indústria é nojento. Mas a influência dos orientais, elas quebram o padrão de beleza dos Estados Unidos. Porque eles têm o texto dos orientais. A barreira da língua, um monte de meninos estudando mandarim, coreano.
46:17
S… Speaker 1 (currículo 2)
É interessante, o inglês já não é o centro do universo. Então, é interessante esse embate. Eu espero que um dia chegue a se fortalecer a música africana, a música latina, porque a gente tem que ouvir pouca música latina, cantada em espanhol. A gente é fã de artistas latinos que cantam em inglês. Shakira e tal.
46:47
S… Speaker 1 (currículo 2)
O espanhol, por exemplo, era obrigatório, o termo é que tirou, né? Nós deveríamos ter conhecimento. O primeiro é que a gente não quer entender espanhol porque a gente sabe. É um grande problema. Vocês sabiam que na pós-graduação a prova de língua estrangeira que mais é a prova é espanhol? Porque todo mundo acha que sabe. E começa a entender o texto de outro jeito, entendeu?
47:13
S… Speaker 1 (currículo 2)
De todo jeito, equipe, de todo jeito. Quando a gente entrava em Buenos Aires, e... Ah, vamos a pé, vamos pegar um táxi, a gente ia sair pra comer, não sei o que. E aí uma amiga nova chega, pergunta porra, é longe? Aí eu falo, como? Aí a gente diz, longe? É sério?
47:36
S… Speaker 1 (currículo 2)
Longe aí, mas você começa a fazer falsos cognados, né? E inventa falar. O homem não entendeu o que ela dá, né? Então, a gente deveria ter o domínio das suas línguas do continente, né? Porque como eu não consigo falar com meus vizinhos, me preocupo com um grande valor do outro. Nem sabe que a gente fala o português.
48:04
S… Speaker 1 (currículo 2)
Tanto que é tão sério que Anitta foi fazer carreira nos Estados Unidos cantando e espanhol. E aí reforça o estereótipo, porque no Brasil não fala espanhol. Então, a racionalização do currículo, ele considera uma teorização aristótica. A racionalização do currículo...
48:28
S… Speaker 1 (currículo 2)
De acordo com as bases estadunidenses, a gente tem que parar de falar americano. Eles são estadunidenses. Você já viu um vídeo de uma menina dos Estados Unidos que o cara vai explicar para ela que é a América? Ela, não, é o Estado Unido. Não, é o Estado Unido. É só esse pedacinho aqui. A maioria deles, não. A maioria deles, na verdade. Então, é a histórica por quê? Porque eles têm uma base.
48:57
S… Speaker 1 (currículo 2)
se apoiam no modelo comportamentalista, que eles não mudam, eles fazem variações, mas a base é a mesma, que é essa mesma da OCDE, é tecnicista, você visa estimular o desenvolvimento de comportamento, mas tu não muda disso, estima, resposta, reforço, faz variações, o objetivo comportamental virou competência.
49:25
S… Speaker 1 (currículo 2)
É centrado no fazer, que virou o desenvolvimento de habilidade. Ou seja, quando você analisa, a base é a mesma. Por isso eles falam que é a histórica. As funções. Eles consideram que são. Qual é a função? São os modelos que selecionam temas e perspectivas. Perspectiva formativa e de profissionalidade para professores buscando a racionalidade das práticas.
49:54
S… Speaker 2 (currículo 2)
Então a principal função do livro é criar padrões.
50:01
S… Speaker 1 (currículo 2)
padrão de ensino e padrão de formato, de estudante e de formato. E por que isso? Porque a principal função da educação para esse mercado que domina a educação atualmente não é formar cidadão, é formar consumidor. Então eles precisam de um padrão de conhecimento.
50:28
S… Speaker 1 (currículo 2)
para que eles lancem o produto que vai ser aceito por aquele público. Em vez dele adaptar o produto, ele adapta o consumidor. Isso por quê? Porque ele conta com toda a força dos Estados nacionais para fazer isso. Quem aprova a BNCC? O Congresso. O Ministério da Educação é o que compra e secretaria. Ou seja, toda a estrutura do Estado, ela contribui para construir esse padrão.
51:01
S… Speaker 1 (currículo 2)
que um produto ele tinha que gastar com pesquisa. Gente, isso é tão grave que não sei se vocês estão ajudando nessa. Agora, os meninos comem macarrão com pimenta, igual a série do tempo. Ele tirou macarrão com pimenta. Já vem umas bacias assim. Aí ele joga água e bota um pouco. Deus é pura pimenta. Deus lhe lhe daqui a pouco não pode gastar dinheiro desse mundo. Porque é moda.
51:34
S… Speaker 1 (currículo 2)
Eles mudam a nossa palavra. Os ultraprocessados são muito mais agradáveis. Eu nasci nos anos 70. Eu sou a única da minha família que tomou leite em pó, dos meus irmãos.
51:50
S… Speaker 1 (currículo 2)
Porque antes comprava o leite na vacaria. E o ano da vacaria já guardava a vaca mais gorda, mais bonita, para vender, mais saudável, para vender o leite para quem tinha criança pequena. O resto, ele costurava água, não sei o quê. É, mamãe que dizia isso, não sei se é verdade. Vá para a vacaria. A gente ia levando, não sei se é. Ou o livro. Chegava lá, o ano botava e fazia para cá. Só que eu já tomei de fogo. Porque tomei mingau de dois anos, cazula, né?
52:29
S… Speaker 2 (currículo 2)
e aí e aí
52:45
S… Speaker 1 (currículo 2)
Pensa, aí tomava um limão na casa. Mas doia pela armadeira. Toda vez que os caras doentes, me pegavam a armadeira. Mas foi uma luta para tirar a armadeira. Mas aí passou uma farinha fronza, né? Que tomou essas coisas. Que era um mingau de macaxeiro, farinha de macaxeira, farinha de arroz. E veio pra fundo, não deu de nada. Agora eu só menti um lá pra fora. Os quartos inteiros. Não dá pra saber.
53:16
S… Speaker 1 (currículo 2)
Qual é o principal desafio que nós temos para a elaboração dos currículos? Analisar uma realidade global para transformar os problemas práticos que colocam. Ou seja, o currículo precisa dar elementos para que a gente consiga analisar a realidade. E a partir daí...
53:40
S… Speaker 1 (currículo 2)
procurou elementos que transformem os problemas práticos que essa realidade apresenta para nós. Então, nós vamos ser professores. A OCDE está lá na caixa prévia. Chega tudo aqui para o menino. E agora? Então, nós precisamos ajudar comigo para compreender essa proposta e, principalmente, compreender o desafio da sua sala de aula para esta mão. Certo? Então, por hoje, vamos nascer

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