แสดงเฉพาะ
0:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
Olá, pessoal! Hoje, então, nós vamos bater um papo sobre as cerâmicas odontológicas, que é um material muito utilizado nas restaurações finais, nas peças finais,
0:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
depois que nós fazemos o nosso preparo, o provisório, moldamos, e aí, então, nós vamos solicitar a nossa peça final, né, a nossa coroa final,
0:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
a nossa onlay, overlay, endocral, enfim, tudo aquilo que a gente já abordou anteriormente.
0:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bem, para a gente iniciar a nossa conversa de hoje, então, a gente vai falar sobre da onde que veio, né, como é que funciona essa matéria,
0:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente precisa entender as cerâmicas odontológicas. Então, elas precisam, como qualquer outro material sintético,
0:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
restaurar, né, devolver ao paciente com fidelidade as características do tecido dentário,
1:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
então, tanto da dentina quanto do esmalte, porque são elas que vão reproduzir as características mecânicas, óticas, né,
1:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, nós precisamos que elas, que as cerâmicas, elas reproduzam essas características de tecidos que se comportam de forma diferente,
1:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
então, elas têm aí esse desafio. Então, por isso, a gente também precisa entender quais são as limitações desse material.
1:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
Quando a gente pensa, né, na estrutura da cerâmica, a gente sabe que a cerâmica, ela tem uma fase que é cristalina e uma fase que é amorfa ou vítrea, né,
1:46
S… Speaker 1 (Aula 3)
onde a gente tem a parte vítrea, onde tem vidro. Então, se a cerâmica, ela possui mais fase cristalina,
1:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
ela, provavelmente, ela, a gente está falando, se trata, né, de uma cerâmica que vai ter uma resistência maior.
2:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
Se a gente está falando de uma cerâmica que tem uma fase que possui uma característica mais vítrea,
2:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente está falando de uma cerâmica que tem uma melhor estética, uma melhor translucidez, certo?
2:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
E isso vai impactar na resistência. Por quê? Porque se ela é mais vítrea, ela não tem tanta resistência quanto aquelas que tem mais fase cristalina,
2:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
porque quem tem maior fase cristalina vai ser mais forte, vai ter mais resistência.
2:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bom, a gente vai falar disso ainda mais pra frente, mas quais são as principais vantagens das cerâmicas?
2:50
S… Speaker 2 (Aula 3)
Por que elas são tão famosas na odontologia?
2:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
Primeiramente, porque elas permitem a integridade aos tecidos, claro, obviamente, quando muito bem adaptadas, né?
3:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
Elas possuem biocompatibilidade, como a gente já conversou, qualquer material que vai em boca,
3:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
ele precisa ser biocompatível, possui radiopacidade, estética natural, condutibilidade e coeficiente de expansão térmica.
3:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Imagina, isso é muito importante. Por quê?
3:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque existe uma variação de temperatura pro paciente intrabucal o tempo todo.
3:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, essa condutibilidade e esse coeficiente de expansão térmica, ele tem que ser semelhante aos tecidos dentários,
3:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
como esmalte dentina, porque senão as cerâmicas iriam trincar, né?
3:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
Não iriam, enfim, se comportar da forma que o tecido se comporta diante dessa variação térmica.
3:50
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, isso é possível com as cerâmicas que nós utilizamos na odontologia.
3:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
A resistência à compressão e ao desgaste, é claro que essa resistência nós vamos ver que ela vai variar,
4:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
dependendo do tipo de cerâmica que a gente estiver falando, estabilidade de cor.
4:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui a gente já sabe que a cerâmica, ela não vai alterar a cor, pessoal.
4:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, vamos supor que você tenha um paciente que tenha uma coroa em cerâmica no central, no 11 ou no 21,
4:22
S… Speaker 3 (Aula 3)
e ele quer fazer clareamento.
4:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
Essa cerâmica não vai alterar a cor com o clareamento, então o clareamento vai clarear os dentes dele,
4:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas a cerâmica, ela vai permanecer na cor que ela foi feita, né?
4:36
S… Speaker 2 (Aula 3)
Que ela foi construída.
4:38
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, ela possui propriedades similares, principalmente ao esmalte,
4:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
e aí, né, a gente está falando, lembra do módulo de elasticidade que a gente viu lá na aula de retentores?
4:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui ele também entra, porque ele tem a dureza, né, dos tipos de cerâmica é muito semelhante.
5:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
ao esmalte. Então, as propriedades são similares ao esmalte e a gente tem menor adesão de biofilme.
5:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por que eu tenho menor adesão de biofilme em cerâmica? Porque ela é mais polida.
5:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, se você for comparar uma cerâmica a uma resina acrílica, a resina acrílica, por mais que a gente faça um polimento, né,
5:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
bem feito, adequado, comparado à cerâmica, a gente não consegue o polimento que a gente consegue com a cerâmica.
5:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, pela cerâmica ser mais polida, é mais difícil da gente ter uma adesão do biofilme.
5:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
E quais são as principais desvantagens dessas cerâmicas?
5:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
Alta dureza. Então, vou dar um exemplo. Um dos tipos de cerâmicas mais utilizados é a zircônia atualmente.
5:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, se nós temos a zircônia no dente 26 e no dente 36, é um dente natural, um dente rígido,
6:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
e esse paciente, ele tem algum tipo de bruxismo, seja ele tônico, fásico, ele vai sofrer, né, um apertamento
6:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
ou ranger de dente ali, quem vai sofrer o desgaste vai ser o dente natural. Por quê?
6:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque a zircônia tem uma dureza muito alta. Então, quem vai desgastar primeiro? O dente natural.
6:28
S… Speaker 1 (Aula 3)
O custo, porque é uma peça mais cara, ela é mais friável. O que é friável, pessoal?
6:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
Tem alguns tipos de cerâmica, principalmente a feodispática, a gente vai conversar sobre elas também.
6:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porém, elas, se elas não estiverem já aderidas, né, cimentadas ao substrato dentário,
6:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
elas fraturam com facilidade. Então, isso é ser friável. O que é uma característica que vocês conhecem também do esmalte, né?
7:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
O esmalte, ele também é friável. E é contraindicado em áreas de alto estresse.
7:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bom, vamos entender como é que funciona esse comportamento frágil, né, por que que algumas cerâmicas são friáveis.
7:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bom, quando a gente vai testar uma cerâmica num laboratório de materiais dentários,
7:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente normalmente utiliza um teste, que é o teste de flexão. Por que que a gente utiliza esse teste de flexão?
7:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
Vocês podem ver na tela que nós temos uma barra, certo? E nessa barra, nós temos dois triângulos verdes
7:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
que estão apoiando as extremidades dessa barra e uma força que está incidindo no meio.
7:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, na parte superior da barra, a gente vai fazer compressão.
8:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
Na parte inferior da barra, a gente tem tensão.
8:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, o ensaio de flexão, ele permite a compressão e a tração embaixo, né?
8:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
A compressão na superfície, na parte superior e na parte inferior, a tração.
8:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, até a cerâmica fraturar. E aí, a gente vê quanto esse material resiste.
8:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a gente vai descobrir aí qual é, no ensaio de flexão, o quanto que essa cerâmica resiste
8:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
a compressão e a tração, ok?
8:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bom, e aí, aqui nesse esquema, que está lá no Instagram, que eu já falei com vocês, do Dentino YouTube,
8:51
S… Speaker 1 (Aula 3)
recomendo que vocês acompanhem.
8:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
Eles postam bastante esquemas e pesquisas bem interessantes relacionadas à odontologia.
8:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
Eles mostram exatamente isso, como ocorre essa questão da tração e da compressão.
9:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
Ó, se a gente for observar, vem a força mastigatória e sobre a superfície, né?
9:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
Na parte superior, a gente tem a compressão.
9:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Embaixo, a gente tem a tração.
9:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
E é por isso que lá no laboratório de materiais dentários,
9:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
quando a gente vai testar as cerâmicas, a gente usa o teste de flexão, ok?
9:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
Quais são essas características, né?
9:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente falou que as cerâmicas, elas precisam reproduzir aí as características
9:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
tanto do esmalte quanto da dentina, mecânicas e ópticas também dos dentes.
9:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, se a gente for parar para pensar só nas características ópticas do dente,
9:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
quais são essas características que a cerâmica, ela vai precisar reproduzir?
9:58
S… Speaker 2 (Aula 3)
Bom, a primeira delas é a...
10:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
A translucidez. A translucidez, vocês já conhecem todas elas, mas a gente vai revisar.
10:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
A translucidez é aquela aparência entre a opacidade total, o branco, e a transparência total, o vidro.
10:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, isso aí, a gente precisa identificar como esse dente se comporta diante da translucidez
10:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
para mimetizar esse tecido.
10:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
A fluorescência, que é o estado onde a matéria interage com ondas eletromagnéticas na faixa do visível e do ultravioleta.
10:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
E a opalescência, que a gente sabe que é uma característica de quem? Do esmalte.
10:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, toda vez que a gente falar de opalescência, a gente está falando que é uma característica do esmalte, não da dentina,
10:50
S… Speaker 1 (Aula 3)
que é uma luz branca que vai se refracionar em duas cores, azul e laranja.
10:58
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui, por exemplo, a gente pode ver o exemplo, a opalescência, a questão óptica da opalescência,
11:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
que, como eu disse, é dado pelo esmalte.
11:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
Isso vem da pedra, de uma pedra que já existe, vocês conhecem a pedra opala.
11:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
Aqui, nós podemos ver como que aquela questão que a gente conversou da fluorescência, ela pode ser diferente dependendo do local do dente,
11:28
S… Speaker 1 (Aula 3)
do local que o tecido está no dente.
11:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, por exemplo, uma dentina mais profunda, o esmalte mais cervical, mais opusal, isso vai variando.
11:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, é realmente um desafio para esses materiais sintéticos na hora que eles vão mimetizar os tecidos biológicos.
11:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, pensem dessa forma.
11:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
Imagina que se a gente tem um tecido, a gente precisa reabilitar esse paciente.
12:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
E aí, quando ele está em um ambiente de luz fluorescente, dependendo se esse material não tem a fluorescência semelhante aos dentes naturais,
12:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
é isso que acontece.
12:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
Um exemplo é a resina acrílica.
12:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Resina acrílica não tem, né?
12:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, o provisório, ele iria ficar como se não tivesse nada ali, né?
12:28
S… Speaker 2 (Aula 3)
Bem escuro.
12:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
Aqui, a gente ainda vê, né, uma margem, uma leve fluorescência.
12:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a cerâmica, ela precisa reproduzir isso, porque ele é um material final, de restauração final,
12:40
S… Speaker 1 (Aula 3)
ao contrário das restaurações em resina acrílica.
12:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a opalescência, como eu disse, é uma característica do esmalte,
12:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
e é a forma como o esmalte vai refletir essa luz.
12:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
Como eu disse, ela vai refracionar em uma luz azul e uma luz violeta.
12:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
E toda vez que a gente for solicitar esse material para o laboratório, né,
13:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
nós precisamos dar ao laboratório duas informações importantes.
13:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
A cor que a gente gostaria, né, o mapa cromático dessa coroa.
13:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, você vai dizer para ele se você quer a cervical de uma cor, terço médio de uma cor, incisal de uma cor, né?
13:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
Se é A1, A2, A3, a gente tem que lembrar de matiz, croma e valor, né?
13:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
O A é o matiz, que é o nome da cor.
13:35
S… Speaker 1 (Aula 3)
O número é a saturação, é a quantidade de pigmento que a gente tem nessa cor.
13:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, 1, 2, 3, 3,5, 4.
13:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
E o valor, que é a luminosidade, né?
13:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
Maior luminosidade, menor luminosidade.
13:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, nessa escala Vita Classical,
13:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
essa escala, ela está organizada de acordo com o matiz e croma.
14:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
Existe uma outra escala, que é a 3D Master, que é essa ao lado,
14:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
que ela está organizada já de acordo com o valor.
14:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque é muito comum a gente errar no valor, tá?
14:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente acerta a cor, acerta a saturação, mas erra na luminosidade.
14:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a gente precisa, só retornando aqui ainda na seleção de cor,
14:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
entregar para o nosso laboratório a cor que nós queremos que ele produza, tá?
14:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
A nossa peça, mas a gente também precisa entregar para o laboratório a cor do substrato.
14:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
E qual que é a cor do substrato?
14:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
O que é o substrato?
14:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
É aquilo que estará por baixo da cerâmica, é a cor do nosso dente.
14:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mesmo que seja um fibra de vidro, mesmo que seja um pino metálico, né?
14:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
Um núcleo metálico fundido, você precisa dizer para o laboratório,
14:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
olha, o substrato é um A4, o dente está A4,
14:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
o substrato é um pino de fibra de vidro, o substrato é...
15:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
é um núcleo metálico fundido, que é aquele pino metálico.
15:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a gente precisa dar para o laboratório essa informação também,
15:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
não só a cor que nós queremos.
15:08
S… Speaker 2 (Aula 3)
Por quê?
15:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque é importante para o laboratório saber o que ele está precisando mascarar, certo?
15:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque, lembra, quanto mais escuro o dente, mais área eu preciso entregar.
15:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
O preparo vai ser mais invasivo,
15:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
que o laboratório vai precisar de um espaço maior para entregar a estética.
15:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
E aí, a gente, às vezes, escuta porcelana, cerâmica, porcelana, cerâmica.
15:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
Será que essas duas palavras são sinônimos?
15:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bem, porcelana certamente é uma cerâmica,
15:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas nem toda cerâmica é uma porcelana.
15:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por que eu estou falando isso?
15:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque porcelana, por conceito, é uma cerâmica rica em feodispato.
16:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, por exemplo, as feodispáticas,
16:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
que vai ser a primeira cerâmica que nós vamos conversar sobre hoje,
16:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
elas são ricas em feodispato.
16:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, elas podem ser consideradas porcelana,
16:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas nem toda cerâmica é rica em feodispato.
16:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, por isso que eu disse que toda porcelana,
16:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
ela é uma cerâmica, mas nem toda cerâmica é uma porcelana, ok?
16:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
E, como eu disse, as porcelanas são cerâmicas com alta concentração,
16:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
alta, perdão, concentração de feodispato,
16:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
obtidas por meio da fusão de óxidos em alta temperatura.
16:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, as porcelanas também são conhecidas como as cerâmicas feodispáticas.
16:50
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bem, e aí, a gente pode se perguntar, muitas vezes na clínica, né?
16:58
S… Speaker 1 (Aula 3)
Quando que eu faço resina e quando que eu vou migrar para as cerâmicas?
17:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
Pessoal, vários fatores podem influenciar isso.
17:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
Um deles é a idade do paciente.
17:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, pensem, se o paciente é muito jovem,
17:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
eu não vou pensar numa cerâmica de início, né?
17:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por quê?
17:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque a cerâmica é um tratamento mais invasivo.
17:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente tenta primeiro a resina.
17:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
Agora, se eu tenho uma destruição do dente, né?
17:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
Eu já não tenho mais a coroa,
17:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
o dente tem mais de dois terços dele destruído,
17:38
S… Speaker 1 (Aula 3)
a resina não vai ter aí uma resistência mecânica
17:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
que vai permitir que o dente consiga estar em função, né?
17:50
S… Speaker 1 (Aula 3)
Se você consiga estar ali em boca,
17:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
aguentando a força mastigatória,
17:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
aí sim a gente vai migrar para a cerâmica.
17:58
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas, via de regra,
18:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente vê atualmente nas mídias sociais
18:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
muitos jovens colocando lentes de contato,
18:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
lentes de contato,
18:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
que na verdade já não são materiais tão ultra finos assim, né?
18:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, já não são lentes,
18:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
já são facetas ou até, né?
18:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
Com um milímetro, um milímetro e meio de desgaste
18:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
e que, ao passar dos anos,
18:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
ele vai precisar trocar, né?
18:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
Pode ser necessária a troca desses materiais
18:28
S… Speaker 1 (Aula 3)
e aí pode haver mais desgaste, mais desgaste.
18:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a gente normalmente não migra da cerâmica para a resina,
18:38
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas a gente consegue migrar de uma resina para uma cerâmica.
18:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por isso que, em pacientes jovens,
18:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente dá preferência para as resinas compostas.
18:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque, tudo bem, se não der certo,
18:51
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente não conseguir atingir o nosso objetivo,
18:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
lá na frente a gente consegue migrar de uma resina para uma cerâmica.
18:57
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas, o contrário, não é tão verdade assim.
19:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
Bom, nessa tabela,
19:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
vocês podem ver essa tabela do professor Pascal Manier,
19:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
está no livro dele,
19:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
e vocês podem ver o módulo de elasticidade,
19:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
sim, aquela dureza que a gente falou lá na aula de retentores,
19:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
do esmalte e da dentina,
19:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
que está variando aí,
19:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
do esmalte por volta de 80 gigapascal,
19:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
vocês sabem que existe essa variação,
19:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
porque depende do local, né?
19:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
E da dentina variando em 14,
19:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
e aí a correspondência do material.
19:40
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, vocês podem ver,
19:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
três colunas à frente,
19:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
o material correspondente.
19:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
A cerâmica e a fiodispática tem um módulo de elasticidade
19:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
em torno de 60 a 70 gigapascal.
19:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
Já a dentina,
19:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
entre a resina composta,
19:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
e aí
20:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
tem um módulo de elasticidade entre 10 a 20 gigapascal, então é mais semelhante ao módulo de
20:07
S… Speaker 1 (Aula 3)
elasticidade da dentina. O que a gente conclui com isso? Que qual seria o melhor material para
20:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
substituir apenas o esmalte? Seria a cerâmica feodispática e qual seria o melhor material
20:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
para substituir a dentina? Seriam as resinas compostas. Por quê? Porque o módulo de elasticidade
20:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
da resina composta é mais semelhante à dentina e o módulo de elasticidade das cerâmicas feodispáticas
20:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
é mais semelhante ao do esmalte. Portanto, como eu disse, em qualquer momento migra-se de resina
20:46
S… Speaker 1 (Aula 3)
para a cerâmica. Já o contrário não é verdadeiro, ok? Então, só para vocês verem que existe aí uma,
20:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
ao longo dos anos, uma evolução e uma evolução que não para, tá, pessoal? A gente, aqui, a gente parou
21:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
em 2001, mas nós estamos em 2025. Então, atualmente, a gente já tem sistemas super avançados, né? A gente
21:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
tá falando aí sobre cerâmicas frisadas, injetadas, mais estratificadas, monolíticas, multilayers... Calma que
21:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
vocês vão entender tudo isso ao longo dessa aula. Como que a gente pode classificar as cerâmicas? As
21:38
S… Speaker 1 (Aula 3)
cerâmicas, elas podem ser classificadas, principalmente, de três formas, de três maneiras.
21:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
Como eu disse no início da aula, de acordo com a composição, então, essa cerâmica, ela pode ter
21:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
mais composição cristalina ou cristalina e menos vítrea, ou o contrário, mais matriz vítrea e menos
22:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
mais cristalina ou policristalina. Ela também pode ser classificada de acordo com a sensibilidade ao
22:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
ácido fluorídrico. Por que isso? Porque esse ácido fluorídrico, e não confundam com ácido
22:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
fosfórico, tá? É ácido fluorídrico. Ele vai ser importante na cimentação, na adesão das peças realizadas
22:27
S… Speaker 1 (Aula 3)
em cerâmicas vítreas, tá? Então, as cerâmicas vítreas são ácidos sensíveis. O que significa isso?
22:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
Elas vão passar pelo ácido fluorídrico. Nós vamos aplicar ácido fluorídrico nessas cerâmicas vítreas.
22:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Já as policristalinas, as cristalinas, são ácidos resistentes. Então, elas não vão receber o ácido
22:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
fluorídrico. Também podem ser classificadas de acordo com o método de processamento, né? A manufatura
23:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
dessas cerâmicas, como elas são produzidas. Então, elas podem ser estratificadas, que é bem semelhante
23:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
a, né? A técnica de Nyalon. Então, o ceramista, ele vai colocando o pozinho do esmalte, onde é esmalte,
23:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
o pó da dentina, onde é dentina. Vai estratificando o dente. Por injeção, as cerâmicas injetadas,
23:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
então, nós temos pastilhas, principalmente sistema EMPRES, que agora, né? A gente chama, conhecido como
23:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
EMEX. Existe o sistema EMEX injetável, onde a gente injeta as pastilhas de cerâmica, por sintetização
23:40
S… Speaker 1 (Aula 3)
parcial e infiltração com vidro e a fresagem computacional. O que que é essa fresagem, pessoal?
23:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
Nada mais é do que o CAN. Lembra? Não sei se vocês já ouviram falar do K de CAN. Então, o CAN é a
23:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
manufatura. Então, essa manufatura, ela pode ser por uma frezadora, onde a gente tem ali um bloco
24:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
cerâmico que vai ser frezado, ou também uma impressora que vai imprimir. Então, aqui nesse item 4,
24:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente está se referindo à fresadora, ok? Bom, focando no primeiro método, né? Que a gente vai
24:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
conversar sobre as feodispáticas. Essa cerâmica feodispática, lembra que ela é conhecida como a
24:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
porcelana, porque ela é rica em feodispato, mas ela não tem na composição dela apenas o feodispato.
24:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
Ela possui também a sílica e o caulim. Quais são as principais indicações para essas cerâmicas?
24:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
Restaurações em lei e on lei. Elas conseguem uma reflexão ótica, textura e cor semelhante à estrutura
24:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
dental. Pessoal, a cerâmica feodispática é a cerâmica que tem a maior concentração vítrea.
25:00
S… Speaker 2 (Aula 3)
Isso significa que ela tem uma melhor translucidez, uma melhor estética, mas quando a gente pensa na resistência, ela já não tem tanta resistência assim.
25:11
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, é uma cerâmica que vai fraturar com mais facilidade.
25:16
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, olha só, na fase cristalina, nós temos a lúmina e leucita e na fase vítrea, o feudo de espato de potássio, vidro e oxaluminium.
25:26
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, aqui nós precisamos de uma boa adesão, por quê?
25:32
S… Speaker 2 (Aula 3)
Porque antes da... se a cerâmica não estiver já cimentada, já aderida ao substrato dentário, ela vai ter uma fratura muito fácil, assim, a possibilidade dela fraturar vai ser muito fácil.
25:47
S… Speaker 2 (Aula 3)
Por quê? Porque o módulo, olha o módulo flexural dela, tá entre 80 a 100 megapascal.
25:54
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, é baixo comparada a outras cerâmicas, certo?
26:02
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, vamos anotando aí no caderno de vocês.
26:07
S… Speaker 2 (Aula 3)
Primeiro que vocês coloquem aí uma coluna e escrevam cerâmica feudispática, né?
26:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
Ou porcelana.
26:14
S… Speaker 2 (Aula 3)
E coloquem aí módulo flexural de 80 a 100.
26:18
S… Speaker 2 (Aula 3)
Só para vocês irem comparando ao longo da aula com as outras, para vocês verem como que essa cerâmica, ela tem uma baixa resistência, mas em compensação, ela tem uma estética muito boa, certo?
26:31
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, por isso, a gente precisa de uma boa adesão, por quê?
26:36
S… Speaker 2 (Aula 3)
Depois que ela está aderida, a força do substrato, substrato, se a adesão foi feita de uma forma adequada, o substrato vai promover, vai permitir que essa cerâmica esteja em função, esteja em boca, certo?
26:52
S… Speaker 2 (Aula 3)
É igual um vidro, se a gente tiver um vidro no chão e pisar em cima, ele provavelmente vai quebrar, mas se a gente cola o vidro no chão e pisa em cima, ele não quebra tão fácil assim.
27:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por quê?
27:07
S… Speaker 2 (Aula 3)
Porque o substrato, ele está, ele virou como se fosse, virou um corpo único, né?
27:13
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, ele está ajudando ali na resistência daquele corpo.
27:18
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, aqui vocês podem ver o processo de estratificação, né?
27:24
S… Speaker 2 (Aula 3)
Olha como o ceramista, isso é uma arte, né?
27:28
S… Speaker 2 (Aula 3)
Ele consegue, ele vai, como se fosse a técnica de nialon, pó e líquido, desenhando, colocando, criando esse dente do zero.
27:40
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, ele já vai imaginando a quantidade de dentina que ele tem que colocar, onde que ele precisa colocar esmalte, quantidade de esmalte,
27:48
S… Speaker 2 (Aula 3)
porque depois esse cerâmica, ela vai passar por um processo de queima.
27:53
S… Speaker 2 (Aula 3)
E aí, ele tem que imaginar já como que vai ficar a cor final dessa cerâmica, é claro que não vai ficar vermelho assim.
28:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por quê?
28:05
S… Speaker 2 (Aula 3)
Porque depois que for para o forno, essa cerâmica, ela vai, então, ficar da cor que o ceramista quer, né?
28:12
S… Speaker 2 (Aula 3)
Uma três, uma dois, enfim, vai fazer um mapa cromático do dente que ele construiu.
28:19
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, ele, no momento que ele tá construindo, ele já tá imaginando como que isso vai ficar depois do processo de queima,
28:27
S… Speaker 2 (Aula 3)
que vocês podem ouvir por aí também, como processo de sinterização, processo de queima dessa cerâmica.
28:35
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, olha só, aqui ele já tá criando, ó, os mamelos, a camada de esmalte.
28:42
S… Speaker 2 (Aula 3)
E aí, por fim, a gente tem a peça final, já depois que passou pelo processo de sinterização de queima e também de um processo de glaze.
28:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
O que que é o glaze?
28:56
S… Speaker 2 (Aula 3)
É como se fosse essa camada aí de base, né?
29:00
S… Speaker 2 (Aula 3)
Esse brilho final que a cerâmica tem, parece que passou uma base sobre a cerâmica.
29:06
S… Speaker 2 (Aula 3)
É claro que não é uma base, tá, pessoal?
29:08
S… Speaker 2 (Aula 3)
É só pra vocês entenderem aí a ideia da construção.
29:13
S… Speaker 2 (Aula 3)
Então, aqui a gente tem a coroa total.
29:16
S… Speaker 2 (Aula 3)
Do outro lado, nós temos uma on-lay, certo?
29:24
S… Speaker 2 (Aula 3)
E ainda falando sobre as cerâmicas fio-dispáticas convencionais, né?
29:29
S… Speaker 2 (Aula 3)
Ela tem, então, uma resistência por suporte.
29:32
S… Speaker 2 (Aula 3)
Ela, por exemplo, quando a gente fala na métalo-cerâmica, que foi, né, a mãe de todas aí, é o padrão ouro.
29:41
S… Speaker 2 (Aula 3)
Por que que a gente fala que é o padrão ouro?
29:44
S… Speaker 2 (Aula 3)
Porque é o padrão de comparação pras outras cerâmicas.
29:50
S… Speaker 2 (Aula 3)
Porque a partir da métalo-cerâmica, que é onde a gente tem um follow-up maior,
29:56
S… Speaker 2 (Aula 3)
porque ela, como eu falei, é a mãe de todas, nasceu o primeiro, né?
29:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente tem alguma...
30:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
um acompanhamento maior das metalocerâmicas é que a gente vê se as outras cerâmicas que estão no
30:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
mercado elas estão se comportando da forma que a gente deseja então quem é a cerâmica que tá
30:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
revestindo esse metal porque se é metalo cerâmica embaixo nós temos metal mas quem tá revestindo esse
30:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
metal é a cerâmica feodispática tá então aqui a gente pode ver que ó a resistência por suporte
30:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
estrutura metálica para conferir a resistência para essa porcelana que é friável a gente viu o módulo
30:40
S… Speaker 1 (Aula 3)
flexural dela então a gente tem as metal cerâmicas que são padrão ouro tem uma taxa de sobrevida de
30:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
noventa e cinco por cento em dez anos isso é muita coisa só que a gente sabe que para ter espaço
30:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
eu preciso entregar para o meu ceramista espaço para metal espaço para cerâmica e é por isso que
31:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
lá na técnica técnica da silhueta vocês aprenderam que a gente precisa ter aí uma espessura de um e
31:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
meio a dois milímetros então qual é o principal desafio aí do ceramista ocultar o metal certo
31:18
S… Speaker 1 (Aula 3)
principalmente coloquei aqui na cervical porque porque na cervical é onde a gente vai ter a área
31:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
mais fina então é muito comum se vocês já viram né alguns pacientes a gente observa principalmente quem tem
31:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
perfil fino de gengiva aquele alozinho acinzentado é porque a esse esse metal que tá por baixo da cerâmica
31:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
ele pode oxidar e aí pode dar essa sombrinha nessa região cervical então para vocês entenderem aqui nós
31:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
temos de um lado uma metal cerâmica então a parte interna dela é a infraestrutura metálica também conhecida
32:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
como copping metálico e do outro lado a gente tem uma metal free que que é uma metal free é uma
32:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
cerâmica livre de metal então aqui do outro lado é só cerâmica então pode ser aí um delicato de
32:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
lítio uma zircônia uma lúmina uma feodispática forçada por leucita enfim nós vamos conversar sobre
32:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
todas elas mas são todas livres de metal e aqui nós temos um copping ou a infraestrutura metálica
32:35
S… Speaker 1 (Aula 3)
que é justamente nas metal cerâmica sobre esse copping a gente tem a o processo de cerâmica de
32:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
revestimento ou cerâmica de cobertura quem é que faz esse revestimento quem essa cerâmica é justamente a
32:51
S… Speaker 1 (Aula 3)
uma cerâmica feodispática então aqui a gente tem um modelo troquelizado com um copping em posição copping
32:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
metálico em posição sendo provado né porque porque antigamente a gente provava o copping para ter certeza
33:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
que ele tá adaptado então isso é uma sonda para ver se não tem gap e aí depois se o copping tivesse ok
33:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
adaptado a gente devolve esse copping para o laboratório para ele fazer a aplicação das cerâmicas de cobertura
33:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas atualmente com as frisadas frisadoras a gente normalmente tá recebendo já a cerâmica toda pronta
33:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
porque a gente tá fazendo mais cerâmicas metal é peças de perdão metal free então mais uma vez perdão mais uma
33:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
vez para vocês gravarem ó a gente tem a cerâmica sendo divididas aí elas podem ter mais fase vítrea ou mais
33:58
S… Speaker 1 (Aula 3)
fase cristalina não é que ela é ou só vítrea ou só cristalina tá pessoal não é isso isso aí é uma balança
34:07
S… Speaker 1 (Aula 3)
ela pode ter maior porção vítrea ou mais fase cristalina e aí se ela tem mais fase vítrea ela tem
34:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
maior mais maior translucidez e maior estética se ela tem maior fase cristalina ela tem mais resistência
34:27
S… Speaker 1 (Aula 3)
mecânica bem eu disse para vocês a gente viu anteriormente que as cerâmicas frispáticas elas não
34:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
tem uma resistência tão boa assim elas precisam muito de uma adesão boa era muito comum né durante a
34:46
S… Speaker 1 (Aula 3)
essa cimentação essas cerâmicas já fraturarem e aí vieram as reforçadas com leucita
34:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
justamente para tentar subir um pouco aquele módulo flexural né aquela
35:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
Resistência flexural.
35:01
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui, ó, lembra que eu pedi pra vocês irem anotando?
35:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, vocês vão colocar as cerâmicas reforçadas com leucita, elas também possuem a fase vítrea.
35:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
Só que lá na fase cristalina, elas foram enriquecidas, né, com a leucita, justamente pra dar um pouco mais de resistência.
35:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, olha só, cerâmica vítrea reforçada com 40%, 50% de leucita.
35:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
Também são indicadas pra in-lay, over-lay ou restaurações unitárias.
35:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
E a gente conseguiu aqui uma resistência flexural por volta de 110.
35:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas elas ainda têm uma porção vítrea.
35:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, se elas ainda têm porção vítrea mesmo, né, tendo a parte cristalina um pouco maior, elas são condicionáveis.
35:57
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, as fiodispáticas são condicionáveis, então são ácidos sensíveis.
36:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
Qual ácido?
36:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
Ácido fluorídrico.
36:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
E as reforçadas por leucita também são ácidos sensíveis.
36:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
Condicionáveis com ácido fluorídrico, ok?
36:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
Aqui nós vamos entrar no famoso e no mais comum de silicato de lítio, muito conhecido como Emex.
36:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas, pessoal, Emex é uma marca comercial.
36:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
Aqui nesse slide vocês estão vendo as pastilhas de impressão, de impressão, perdão.
36:35
S… Speaker 1 (Aula 3)
As pastilhas de injeção, né, então elas podem ser injetadas, mas o de silicato também pode ser frezado.
36:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a gente também tem blocos cerâmicos que podem ir pra frezadora, ok?
36:52
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui nesse slide vocês podem ver, ó, o Emex press, press de prensar, de injetado, né, HO, por quê?
37:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque tem uma alta opacidade, MO, uma média opacidade, LT, uma baixa translucidez, e HT, uma alta translucidez.
37:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, o laboratório, por isso que o laboratório precisa saber a cor do substrato, pra saber o que ele precisa mascarar.
37:23
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, vamos lá.
37:25
S… Speaker 1 (Aula 3)
Ela, o silicato de lítio é uma vidrocerâmica, então tá, se é uma cerâmica vidria, vocês já sabem que ela é ácido sensível.
37:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, lá quando a gente for falar de cimentação, de como que adere essa peça ao dente, vocês já sabem que o ácido florídrico, ele vai atuar no silicato de lítio, ok?
37:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas, aqui nós temos 60% de desilicato de lítio, recoberto por florapatita.
37:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
Isso fez com que a resistência desse tipo de cerâmica aumentasse, ok?
38:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, olha só a resistência flexural, foi pra 300 a 400 megapascal.
38:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, elas são condicionáveis com ácido florídrico, podem ser injetadas ou frezadas,
38:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
são indicadas pra inglês, on-lays, overlays, facetas, coroas unitárias e PPF.
38:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
O que é PPF?
38:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
Prótex parcial, fixa, de até três elementos, mas até pré-molar.
38:27
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente não faz PPF, que é prótex parcial, fixa, em região de molares.
38:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por que a gente não faz?
38:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque a chance de fratura, principalmente no conector, na região do conector, onde une um dente ao outro,
38:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
é muito grande, porque a região do conector, ela é menor, ela é mais fina.
38:50
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, a cerâmica fica mais fina nessa região, não tem mais chance de quebrar.
38:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
Por isso que a indicação dela de PPF é até pré-molar.
38:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mas, professora, eu posso fazer uma coroa total, unitária, na região de molar, em silicato de lítio?
39:08
S… Speaker 2 (Aula 3)
Pode.
39:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
O que você não pode fazer é PPF na região de molar, tá bom?
39:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
Já vou dar um spoiler aqui.
39:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
PPF em região de molares é metalocerâmica ou zircone.
39:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui vocês podem ver, numa amplitude maior, as pastilhas.
39:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
E vamos para um caso clínico.
39:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, aqui nós temos um lateral, certo?
39:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
Esse lateral, ele está com um provisório.
39:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
Vamos remover esse provisório.
39:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
Abaixo desse provisório, a gente tem um dente preparado.
39:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
E a gente tem um núcleo metálico fundido, que é um retentor, certo?
39:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
Metálico.
39:50
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, o laboratório aí vai ter o desafio de ter que mascarar um metal.
39:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, por isso, lembrem sempre de mandar a...
40:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
cor do substrato
40:01
S… Speaker 1 (Aula 3)
para o laboratório.
40:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
Aí o laboratório mandou no modelo
40:07
S… Speaker 1 (Aula 3)
troquelizado, vocês estão vendo que
40:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
o dente está individualizado,
40:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
existe um recorte ali, então esse é um
40:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
troquel, o
40:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
copping, a infraestrutura
40:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
para ser provado
40:19
S… Speaker 1 (Aula 3)
em boca. Então aqui a gente
40:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
está fazendo a prova do
40:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
copping para ver
40:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
a adaptação, então a gente sonda,
40:28
S… Speaker 1 (Aula 3)
pode fazer uma
40:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
radiografia, deve fazer
40:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
uma radiografia, de preferência
40:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
interproximal, conhecida como
40:35
S… Speaker 1 (Aula 3)
bitewing, para saber se
40:37
S… Speaker 1 (Aula 3)
está com uma adaptação
40:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
nas proximais, além
40:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
da sondagem, e aí
40:43
S… Speaker 1 (Aula 3)
a gente então pede a aplicação,
40:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
se estiver tudo ok, da cerâmica de cobertura
40:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
para fazer a cimentação
40:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
da peça final.
40:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
A gente, no silicato,
40:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
ele também pode ser estratificado
40:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
sobre o copping,
41:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
ok? Então aqui vocês podem ver
41:02
S… Speaker 1 (Aula 3)
o processo, né, de fabricação
41:04
S… Speaker 1 (Aula 3)
de estratificação, vejam como
41:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
o ceramista, né, um artista
41:08
S… Speaker 1 (Aula 3)
ele vai
41:10
S… Speaker 1 (Aula 3)
construindo sobre o copping
41:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
o dente do zero,
41:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
aonde ele precisa botar
41:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
mais dentina, menos dentina,
41:18
S… Speaker 1 (Aula 3)
mais esmalte, menos esmalte,
41:20
S… Speaker 1 (Aula 3)
depois ele vai sofrer, vai levar
41:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
sua peça para queima
41:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
e vai fazer o glaze,
41:28
S… Speaker 1 (Aula 3)
vai queimar, vai passar por
41:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
um processo de sinterização,
41:31
S… Speaker 1 (Aula 3)
e aí a peça vai estar pronta
41:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
para ser instalada em boca.
41:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
Existe também já, atualmente,
41:39
S… Speaker 1 (Aula 3)
no mercado, silicato
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S… Speaker 1 (Aula 3)
de lítio. Pessoal, não confundam
41:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
de silicato de lítio com silicato
41:45
S… Speaker 1 (Aula 3)
de lítio, são dois tipos
41:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
de cerâmica diferentes,
41:49
S… Speaker 1 (Aula 3)
ok? O silicato
41:51
S… Speaker 1 (Aula 3)
de lítio nada mais é do que
41:53
S… Speaker 1 (Aula 3)
é um de silicato, porém,
41:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
reforçado com o dióxido
41:57
S… Speaker 1 (Aula 3)
de zircone.
41:59
S… Speaker 1 (Aula 3)
Só que
42:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
ela continua sendo
42:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
por ter, por ser
42:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
também
42:07
S… Speaker 1 (Aula 3)
é um de silicato
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S… Speaker 1 (Aula 3)
com partículas de zircone,
42:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
mas ainda possui
42:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
uma fase vítrea,
42:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
ela é uma cerâmica condicionável,
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S… Speaker 1 (Aula 3)
ok?
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S… Speaker 1 (Aula 3)
Algumas marcas
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S… Speaker 1 (Aula 3)
conhecidas no mercado
42:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
é a Vita-Suprint,
42:24
S… Speaker 1 (Aula 3)
Celta-Celtraduo,
42:26
S… Speaker 1 (Aula 3)
eles estão indicados
42:27
S… Speaker 1 (Aula 3)
para facetas
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S… Speaker 1 (Aula 3)
e coroas
42:29
S… Speaker 1 (Aula 3)
posteriores.
42:30
S… Speaker 1 (Aula 3)
Assim, a mesma indicação
42:32
S… Speaker 1 (Aula 3)
do de silicato
42:33
S… Speaker 1 (Aula 3)
de lítio.
42:34
S… Speaker 1 (Aula 3)
Sobe um pouco
42:36
S… Speaker 1 (Aula 3)
o módulo flexural,
42:38
S… Speaker 1 (Aula 3)
por que que subiu um pouco
42:40
S… Speaker 1 (Aula 3)
o módulo flexural
42:41
S… Speaker 1 (Aula 3)
de silicato de lítio
42:42
S… Speaker 1 (Aula 3)
em relação ao
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S… Speaker 1 (Aula 3)
de silicato de lítio?
42:44
S… Speaker 1 (Aula 3)
Porque aqui
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S… Speaker 1 (Aula 3)
existe, então,
42:46
S… Speaker 1 (Aula 3)
esse reforço
42:47
S… Speaker 1 (Aula 3)
com essas partículas
42:48
S… Speaker 1 (Aula 3)
de dióxido de zircone.
42:54
S… Speaker 1 (Aula 3)
Então, agora
42:55
S… Speaker 1 (Aula 3)
nós vamos abordar
42:56
S… Speaker 1 (Aula 3)
os sistemas cerâmicos
42:58
S… Speaker 1 (Aula 3)
infiltrados.
43:00
S… Speaker 1 (Aula 3)
Pessoal,
43:01
S… Speaker 1 (Aula 3)
a Vita,
43:03
S… Speaker 1 (Aula 3)
até um tempo atrás,
43:05
S… Speaker 1 (Aula 3)
tinha no mercado
43:06
S… Speaker 1 (Aula 3)
o sistema
43:07
S… Speaker 1 (Aula 3)
em cerã.
43:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
O sistema
43:09
S… Speaker 1 (Aula 3)
em cerã,
43:11
S… Speaker 1 (Aula 3)
eles tinham
43:12
S… Speaker 1 (Aula 3)
três tipos,
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S… Speaker 1 (Aula 3)
né?
43:13
S… Speaker 1 (Aula 3)
Em cerã,
43:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
lúmina,
43:14
S… Speaker 1 (Aula 3)
que era o mais comum,
43:15
S… Speaker 1 (Aula 3)
em cerã,
43:16
S… Speaker 1 (Aula 3)
espinel,
43:17
S… Speaker 1 (Aula 3)
e o inserã zircone.
43:21
S… Speaker 1 (Aula 3)
Mudava
43:22
S… Speaker 1 (Aula 3)
a resistência flexural

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