Audio1
May 06, 2026 16:02
· 4:41
· Portuguese
· Whisper Large V3
· 2 speakers
Dës Transkriptioun ass a 27 Deeg
Upgrade fir permanent Speicherung →
Just ze gesinn
0:00
S…
Speaker 1 (Audio1)
É o tesouro da junta? Isso não se importa. Isso é para depois eu fazer daqui outra coisa. Quando é que tiraram? Em 1959, em Abril. Tiraram o quê? Os hós. Os hós cavaram a terra toda, mandaram o cemitério e tiraram os hós que estão lá em cima nos cemitérios.
0:22
S…
Speaker 2 (Audio1)
E a capela? A capela caiu. Nessa altura foi por isso que fizeram o cemitério. Estão lá dois almos grandes.
0:31
S…
Speaker 1 (Audio1)
Ah, primeiro existiu a capela. Existiu a capela, depois a capela caiu e depois fizeram o cemitério. Mas depois, creio que foi em 1900, fizeram o cemitério novo lá em cima. E aquele campanário, o sino que o senhor fez. Era aí que tocava o sino da capela. Tocava o sino da capela e caiu. Pronto, está lá uma marca da capela, está lá uma placa grande e tem o sino. E porquê que fizeram a trasladação dos ossos?
1:01
S…
Speaker 2 (Audio1)
Porque as pessoas iam lá. Depois caiu a parede da casa, claro. Caiu a parede e depois tiveram que fazer a parede nova. E depois, na altura, falou assim, trasladaram tudo lá para cima. Tiraram-se os ossos todos. Foi São Jardim, que é só flores, picos.
1:22
S…
Speaker 2 (Audio1)
Flores de picos? Sim, aquelas flores, rosas. Mas isso é lindo. Não, é bom. Rosália. Rosália. E ela tinha que ter um motivo. Estava lá no cruzeiro, o cruzeiro que estava aqui na altura, foi o campanário para fazer o círculo e o cruzeiro levaram-no para lá e depois voíam o chafariz. Sim.
1:47
S…
Speaker 1 (Audio1)
E em relação a esta igreja, tem alguma história, alguma coisa que tenha engraçado? Não posso saber. Não, não, não, alguma coisa que tenha acontecido aqui, um casamento famoso ou algum nada? Eu casei aqui há 52 anos. Está a ver, está a ver, já está. E como é que se chamava o padre? É? Era o padre António Gil de Silvares. De Silvares? Sim, António Gil de Silvares. E esta história de Aldeia de São Francisco pertencer ao Fundão e depois à Covilhã? Depois há Pampolhor, nós estamos a...
2:17
S…
Speaker 2 (Audio1)
Nós tivemos que controlar as vozes.
2:24
S…
Speaker 2 (Audio1)
Não é para melhor? Não é para melhor. E depois, em 1928, creio que foi em 1928, que foi essa história que passou a... Era Budulhão. E Budulhão começou além a... Em 1928, ou vamos lançar o nome da freguesia de Budulhão? Qual é? E o que é que se lembra desse... Ah, não se lembra. O que é que ouvia? O que é que ouviu? O que é que o povo? O que é que a população? Lá fosse Budulhão porque houve um casamento, não foi?
2:52
S…
Speaker 2 (Audio1)
Pois, foi uma grande bolsa. Uma grande bolsa. Uma grande bolsa. Uma grande bolsa. Uma grande bolsa.
2:58
S…
Speaker 1 (Audio1)
Não foi uma boda, foi um modulhão, porque havia tanto. O problema aqui foi o que deu no mal. Havia lá a moeda dos dias, caras, tudo caído. E a mudança do nome foi pacífico? A mudança do nome, toda a gente aceitou? Não sei. O que é que as pessoas diziam? O que é que diz o... Não sei, não. Em 1928 eu estava cá. Sim, sim, os seus pais não falaram. Os meus pais foram que aceitar.
3:25
S…
Speaker 2 (Audio1)
Não, mas não é o problema de aceitar, é que as pessoas antigas tinham mal a pronunciar. Aqui falava-se, como é que chamavam? Chamam-lhes o patois, que é as falas estrangeiras, do princípio do século. As pessoas falavam de alguma maneira. A gente, se for falar para outras terras, sobretudo no norte, não compreende, é que uma na Espanha.
3:53
S…
Speaker 1 (Audio1)
É isso? Tipo o dialecto. Sim, tenho uma colega minha que tem história sobre precisamente o citaque, o dialecto aqui da aldeia de São Francisco de Assis. É uma coisa muito característica.
4:09
S…
Speaker 2 (Audio1)
O Bodilhão? Não, mas começou a... Não, não. O nome era o nome. Não, não era o nome. Mas isso fazia o nome. Ainda há dias, disse o Padre André. Mas isso fazes disto. Sim, o Bodilhão. Eu disse ao Padre André, porque é que puxaram o nome? E disse-lhe, já sabe como é que puxaram o nome à sua terra? Não. O pai estava a fazer a comida, estava a assar carne e disse para a mulher, ó mulher, traz-lhe a Louryçol. E ficou Louryçol.
This transcript was generated by AI (automatic speech recognition). May contain errors — verify against the original audio for critical use. AI policy
Zesummenfassung
D'Resultat ass eng synchroniséiert Transkriptioun vun der Transkriptiouns-Iwwersetzung.
Zesummenfaassung...
D'Lëscht vun de lëtzebuergesche Transkriptiounen
Et gëtt verschidden Aarte vu Referenzen, déi et och gëtt.