Hanya ditampilake
0:00
S… Speaker 1 (Filo)
Eu recebi do semiragem?
0:02
S… Speaker 2 (Filo)
Recebi.
0:04
S… Speaker 2 (Filo)
Vocês
0:22
S… Speaker 2 (Filo)
já sabem qual é o nosso propósito hoje,
0:24
S… Speaker 2 (Filo)
né? A gente faz basicamente uma conversa panorâmica para facilitar
0:28
S… Speaker 2 (Filo)
a preparação e a avaliação de vocês.
0:35
S… Speaker 2 (Filo)
As pessoas que estão aqui não me parecem ser as pessoas que mais precisem,
0:39
S… Speaker 2 (Filo)
mas vamos começar o jogo.
0:40
S… Speaker 3 (Filo)
Mas a gente está falando de fenomenologia,
0:43
S… Speaker 3 (Filo)
você está vendo só o país.
0:44
S… Speaker 2 (Filo)
Mas não confunda fenomenologia
0:48
S… Speaker 2 (Filo)
com fenomenalismo.
0:50
S… Speaker 2 (Filo)
Sim, você entendeu.
0:51
S… Speaker 3 (Filo)
É o que está aparecendo para você aí.
0:54
S… Speaker 3 (Filo)
É isso mesmo que eu quero dizer.
0:55
S… Speaker 2 (Filo)
Não, mas isso é fenomenalismo.
0:56
S… Speaker 4 (Filo)
É.
0:57
S… Speaker 2 (Filo)
O fenomenalismo considera que o fenômeno
1:01
S… Speaker 3 (Filo)
tem... Você só vai saber,
1:02
S… Speaker 3 (Filo)
a gente pode falar.
1:03
S… Speaker 3 (Filo)
A gente só vai saber se você está certa depois do resultado.
1:06
S… Speaker 2 (Filo)
Você é professor e sabe que a experiência de professor conta.
1:09
S… Speaker 3 (Filo)
Não, isso não vale.
1:10
S… Speaker 2 (Filo)
Não negue as induções que a gente consegue fazer.
1:13
S… Speaker 1 (Filo)
Isso aí não vale.
1:14
S… Speaker 2 (Filo)
A minha experiência vale.
1:18
S… Speaker 2 (Filo)
Obrigado na sua base.
1:19
S… Speaker 2 (Filo)
Gente,
1:20
S… Speaker 4 (Filo)
tudo bom.
1:21
S… Speaker 2 (Filo)
O meu propósito é ver com vocês hoje,
1:24
S… Speaker 2 (Filo)
só fazer uma conversa panorâmica e acolher que
1:28
S… Speaker 2 (Filo)
tem mais dúvidas que vocês apresentem,
1:30
S… Speaker 2 (Filo)
tá bom?
1:30
S… Speaker 2 (Filo)
De
1:34
S… Speaker 2 (Filo)
um modo que a gente...
1:40
S… Speaker 2 (Filo)
Vai falar,
1:41
S… Speaker 2 (Filo)
talvez, por menos tempo,
1:42
S… Speaker 2 (Filo)
de algumas teses,
1:43
S… Speaker 2 (Filo)
de algumas doutrinas,
1:44
S… Speaker 2 (Filo)
né? De um modo que os nossos dois únicos
1:49
S… Speaker 2 (Filo)
tempos de trabalho,
1:50
S… Speaker 2 (Filo)
os nossos dois únicos,
1:51
S… Speaker 2 (Filo)
as nossas duas únicas horas da aula,
1:53
S… Speaker 2 (Filo)
né? Permitam,
1:54
S… Speaker 2 (Filo)
mas aprendido por quê?
1:56
S… Speaker 2 (Filo)
Aprendido que a gente vai conseguir endereçar o que importa,
2:00
S… Speaker 2 (Filo)
tá?
2:00
S… Speaker 2 (Filo)
Vejam lá.
2:01
S… Speaker 2 (Filo)
Comecemos já montando uma conversa um pouco à
2:05
S… Speaker 2 (Filo)
luz do que eu expliquei sobre a estrutura da avaliação de vocês.
2:08
S… Speaker 2 (Filo)
Certo?
2:10
S… Speaker 2 (Filo)
A nossa avaliação vai seguir quase que cronologicamente dentro do
2:14
S… Speaker 2 (Filo)
texto.
2:15
S… Speaker 2 (Filo)
Eu havia dito a vocês que uma primeira questão
2:19
S… Speaker 2 (Filo)
será sobre o início do texto,
2:22
S… Speaker 2 (Filo)
não é isso?
2:23
S… Speaker 2 (Filo)
Uma primeira questão será sobre o início dessa
2:27
S… Speaker 2 (Filo)
nossa obra de referência,
2:29
S… Speaker 2 (Filo)
que é a filosofia como ciência de rigor.
2:31
S… Speaker 2 (Filo)
Essa questão,
2:32
S… Speaker 2 (Filo)
vocês também sabem,
2:34
S… Speaker 2 (Filo)
valerá apenas dois pontos.
2:39
S… Speaker 2 (Filo)
E isso significa que ela
2:44
S… Speaker 2 (Filo)
é uma questão preparatória,
2:45
S… Speaker 2 (Filo)
é uma questão basicamente para a gente situar vocês no
2:49
S… Speaker 2 (Filo)
cenário geral e para a gente saber se vocês estão partindo
2:53
S… Speaker 2 (Filo)
do ponto devido para interessar outras questões que são de mais robustez,
2:57
S… Speaker 2 (Filo)
de mais exigência teórica,
2:59
S… Speaker 2 (Filo)
conceitual.
3:00
S… Speaker 2 (Filo)
Certo?
3:01
S… Speaker 2 (Filo)
O que eu posso tematizar quando eu escuto com
3:05
S… Speaker 2 (Filo)
vocês o início do texto?
3:06
S… Speaker 2 (Filo)
Como assim eu falo do texto que vai a partir do seu início?
3:11
S… Speaker 2 (Filo)
Nosso texto é um texto de 1911,
3:14
S… Speaker 2 (Filo)
escrito por um autor chamado Edmund Busser,
3:17
S… Speaker 2 (Filo)
que é fundador de um tipo de filosofia muito
3:21
S… Speaker 2 (Filo)
importante para a contemporaneidade como um todo.
3:23
S… Speaker 2 (Filo)
Uma filosofia com a qual a contemporaneidade não cessa de dialogar,
3:28
S… Speaker 2 (Filo)
seja para,
3:29
S… Speaker 2 (Filo)
de algum modo,
3:30
S… Speaker 2 (Filo)
andar nos trilhos que você criou,
3:32
S… Speaker 2 (Filo)
seja para andar em trilhos paralelos e que tentam rejeitar
3:37
S… Speaker 2 (Filo)
um pouco das ideias dele.
3:38
S… Speaker 2 (Filo)
mas que ainda assim valorizam algumas outras,
3:41
S… Speaker 2 (Filo)
sejam trilhos que são quase que oponentes
3:45
S… Speaker 2 (Filo)
mesmo. Quer dizer,
3:46
S… Speaker 2 (Filo)
movimentos posteriores,
3:48
S… Speaker 2 (Filo)
como, por exemplo, o estruturalismo,
3:50
S… Speaker 2 (Filo)
o pós -estruturalismo,
3:51
S… Speaker 2 (Filo)
as filosofias relativistas ou historicistas,
3:54
S… Speaker 2 (Filo)
que rejeitam a fenomenologia.
3:56
S… Speaker 2 (Filo)
que rejeitam a fenomenologia cultural.
3:58
S… Speaker 2 (Filo)
Essa filosofia é importante para o século XX,
4:01
S… Speaker 2 (Filo)
portanto, seja por ser admitida tal e qual,
4:04
S… Speaker 2 (Filo)
seja por ser admitida por um interesse diferencial,
4:08
S… Speaker 2 (Filo)
seja por ser alvo.
4:09
S… Speaker 2 (Filo)
Então,
4:10
S… Speaker 2 (Filo)
o século XX é atravessado por problemas como esses que vocês estão estudando comigo nesse
4:15
S… Speaker 2 (Filo)
curso.
4:17
S… Speaker 2 (Filo)
O meu interesse,
4:18
S… Speaker 2 (Filo)
acredito para vocês,
4:18
S… Speaker 2 (Filo)
era tornar esse curso não exatamente um curso sobre o autor,
4:22
S… Speaker 2 (Filo)
mas um curso sobre um problema epocal,
4:25
S… Speaker 2 (Filo)
sobre um problema mais abrangente.
4:26
S… Speaker 2 (Filo)
Em determinados momentos foi um pouquinho difícil evitar
4:30
S… Speaker 2 (Filo)
um mergulho no que o autor estava dizendo,
4:32
S… Speaker 2 (Filo)
porque era preciso dar inteligibilidade a isso.
4:34
S… Speaker 2 (Filo)
Então a gente recorria a outras obras dele para entender as cadeias argumentativas,
4:38
S… Speaker 2 (Filo)
para entender o que a filosofia dele tinha a ver com aquela discussão.
4:42
S… Speaker 2 (Filo)
Mas o nosso foco não é nesse curso propriamente a filosofia dele.
4:46
S… Speaker 2 (Filo)
O nosso foco é o que ela ilumina em termos de
4:50
S… Speaker 2 (Filo)
dificuldades intelectuais e quais problemas epistêmicos,
4:53
S… Speaker 2 (Filo)
quais problemas,
4:54
S… Speaker 2 (Filo)
portanto, que,
4:55
S… Speaker 2 (Filo)
por óbvio,
4:55
S… Speaker 2 (Filo)
são pertinentes à noção de um curso de filosofia e ciência.
5:00
S… Speaker 2 (Filo)
São esses problemas que o texto abre pra gente.
5:02
S… Speaker 2 (Filo)
Eu acredito que em alguns pontos,
5:05
S… Speaker 2 (Filo)
sobretudo no último encontro,
5:06
S… Speaker 2 (Filo)
isso pode ficar muito bem trabalhado,
5:08
S… Speaker 2 (Filo)
muito bem posto pra vocês.
5:09
S… Speaker 2 (Filo)
A título da conclusão do nosso trajeto.
5:12
S… Speaker 2 (Filo)
Mas como que começa,
5:13
S… Speaker 2 (Filo)
não como se conclui,
5:14
S… Speaker 2 (Filo)
como começa o nosso trajeto?
5:16
S… Speaker 2 (Filo)
Começa com o nosso autor falando basicamente que a filosofia
5:20
S… Speaker 2 (Filo)
sempre teve uma pretensão de ser ciência de rigor.
5:22
S… Speaker 2 (Filo)
O que significa isso,
5:25
S… Speaker 2 (Filo)
gente?
5:26
S… Speaker 2 (Filo)
Significa que a filosofia sempre quis ser alguma coisa como um estudo de laboratório?
5:30
S… Speaker 2 (Filo)
Significa que ela sempre quis ser um estudo causal?
5:33
S… Speaker 2 (Filo)
Um estudo de observação controlada?
5:36
S… Speaker 2 (Filo)
Um estudo de matemática das coisas?
5:38
S… Speaker 2 (Filo)
É óbvio que não pode ser isso.
5:40
S… Speaker 2 (Filo)
Porque esse entendimento de ciência é de Copernico,
5:44
S… Speaker 2 (Filo)
Caneleu,
5:45
S… Speaker 2 (Filo)
Newton, Lecate para cá.
5:47
S… Speaker 2 (Filo)
Isso é muito pouco dentro do histórico.
5:50
S… Speaker 2 (Filo)
Pega aí o pessoal que trabalha medieval,
5:51
S… Speaker 2 (Filo)
o pessoal que trabalha antigo.
5:53
S… Speaker 2 (Filo)
Pensa no colosso que foi na história,
5:55
S… Speaker 2 (Filo)
antes do conhecimento que a gente chama de conhecimento natural.
5:58
S… Speaker 2 (Filo)
Desde lá dos vintos do século V,
6:01
S… Speaker 2 (Filo)
IV anos de Cristo,
6:02
S… Speaker 2 (Filo)
não é?
6:02
S… Speaker 2 (Filo)
Tempo de vida dele,
6:04
S… Speaker 2 (Filo)
até mais ou menos as raízes da modernidade.
6:07
S… Speaker 2 (Filo)
Se vocês pegam autores que,
6:09
S… Speaker 2 (Filo)
de algum modo,
6:10
S… Speaker 2 (Filo)
properem a chamada revolução científica,
6:12
S… Speaker 2 (Filo)
properem o próprio Descartes,
6:15
S… Speaker 2 (Filo)
Galileu,
6:16
S… Speaker 2 (Filo)
a gente pode até...
6:18
S… Speaker 2 (Filo)
Isso é um pouco esquemático,
6:19
S… Speaker 2 (Filo)
mas não é falso,
6:20
S… Speaker 2 (Filo)
né? É um ponto pedagógico,
6:23
S… Speaker 2 (Filo)
mas não é falso.
6:23
S… Speaker 2 (Filo)
A gente pode dizer que figuras comuns estrangeiros interessaram o crescimento da estratégia.
6:28
S… Speaker 2 (Filo)
Copérnico tem uma discussão encerrada com o que foi chamado a
6:32
S… Speaker 2 (Filo)
física, essa não,
6:34
S… Speaker 2 (Filo)
física,
6:35
S… Speaker 2 (Filo)
sublunar e...
6:37
S… Speaker 5 (Filo)
Sub,
6:38
S… Speaker 2 (Filo)
né? Não,
6:40
S… Speaker 2 (Filo)
ainda não.
6:41
S… Speaker 6 (Filo)
Sub.
6:42
S… Speaker 2 (Filo)
É supra, né?
6:43
S… Speaker 2 (Filo)
Supra, não. É isso, a pessoa clica e deixa que tá bem.
6:47
S… Speaker 2 (Filo)
Pois,
6:47
S… Speaker 2 (Filo)
a digitação é um amigo,
6:49
S… Speaker 2 (Filo)
né?
6:49
S… Speaker 2 (Filo)
A doença física dos astros e dos córtex.
6:53
S… Speaker 2 (Filo)
O modelo coopericano está diálogo com isso.
6:55
S… Speaker 2 (Filo)
Se vocês consideram um cooperativo,
6:58
S… Speaker 2 (Filo)
está diálogo com um método aristotélico do DNA animal,
7:01
S… Speaker 2 (Filo)
que embasa conhecimento e sensação.
7:05
S… Speaker 2 (Filo)
As atraições da alma sensível, etc.
7:07
S… Speaker 2 (Filo)
Coisas que você deve ter estudado aí, com o pessoal que eu já falo durante.
7:11
S… Speaker 2 (Filo)
Se vocês pegam a Galileu,
7:13
S… Speaker 2 (Filo)
ele está em briga com a física terrena,
7:16
S… Speaker 2 (Filo)
praticamente, de Aristóteles.
7:17
S… Speaker 2 (Filo)
Vejam quais três nomes estão batendo em Aristóteles e quando.
7:20
S… Speaker 2 (Filo)
Mesmo,
7:23
S… Speaker 2 (Filo)
só tomem isso a tempo.
7:24
S… Speaker 2 (Filo)
Quais são os três nomes citados e quando eles estão tendo
7:28
S… Speaker 2 (Filo)
que discutir com o pensador do século IV,
7:30
S… Speaker 2 (Filo)
15 de Cristo.
7:31
S… Speaker 2 (Filo)
Eles estão discutindo no século XVI e XVI.
7:33
S… Speaker 2 (Filo)
Isso é testemunho e relevância histórica.
7:37
S… Speaker 2 (Filo)
Pense, por quanto tempo as histórias foram um cânone,
7:40
S… Speaker 2 (Filo)
não é?
7:40
S… Speaker 2 (Filo)
Ou então,
7:41
S… Speaker 6 (Filo)
uma figura,
7:42
S… Speaker 2 (Filo)
uma figura colossal para definir o conhecimento natural.
7:46
S… Speaker 2 (Filo)
É por muito mais tempo,
7:48
S… Speaker 2 (Filo)
e é de um nível de relevância civilizatória até,
7:51
S… Speaker 2 (Filo)
por muito mais tempo do que o que a gente está sobre a influência de Carlinhos e Modernos.
7:55
S… Speaker 2 (Filo)
Carlinhos e Modernos são 16 e 17 para cá.
7:58
S… Speaker 2 (Filo)
Então,
7:59
S… Speaker 2 (Filo)
quando eu pergunto,
8:00
S… Speaker 2 (Filo)
o que é uma filosofia de rigor?
8:01
S… Speaker 2 (Filo)
É fazer experimento?
8:02
S… Speaker 2 (Filo)
Não, não tem como ser,
8:03
S… Speaker 2 (Filo)
gente.
8:05
S… Speaker 2 (Filo)
Não tem como ser,
8:06
S… Speaker 2 (Filo)
porque esse fato de experimento,
8:07
S… Speaker 2 (Filo)
como a gente conhece agora,
8:09
S… Speaker 2 (Filo)
é recente,
8:10
S… Speaker 2 (Filo)
é um conto histórico.
8:11
S… Speaker 2 (Filo)
Mesmo,
8:12
S… Speaker 2 (Filo)
pode parecer um pouco percórico quando eu digo isso,
8:14
S… Speaker 2 (Filo)
mas quando a gente põe perspectiva,
8:16
S… Speaker 2 (Filo)
o tempo em que a nossa humanidade está sob influência
8:20
S… Speaker 2 (Filo)
dos feitos modernos,
8:21
S… Speaker 2 (Filo)
dos primeiros experimentalistas,
8:22
S… Speaker 2 (Filo)
é muito bom.
8:23
S… Speaker 2 (Filo)
É um conto histórico em comparação com coisas como o conhecimento histórico,
8:27
S… Speaker 2 (Filo)
por exemplo.
8:27
S… Speaker 2 (Filo)
O que que,
8:29
S… Speaker 2 (Filo)
então, a tal conversa sobre
8:33
S… Speaker 2 (Filo)
a filosofia ser uma ciência de rigor?
8:36
S… Speaker 2 (Filo)
Ela é,
8:37
S… Speaker 2 (Filo)
basicamente,
8:38
S… Speaker 2 (Filo)
uma atenção e um respeito justo ao próprio
8:42
S… Speaker 2 (Filo)
propósito epistêmico da filosofia desde as suas origens.
8:46
S… Speaker 2 (Filo)
São muitas as obras em que você vai voltar a interpretar os gregos.
8:51
S… Speaker 7 (Filo)
Aqui,
8:51
S… Speaker 2 (Filo)
de alguma maneira,
8:52
S… Speaker 2 (Filo)
ele não está fazendo isso aqui na unha,
8:55
S… Speaker 2 (Filo)
no detalhe.
8:56
S… Speaker 2 (Filo)
Em outras obras ele faz melhor,
8:58
S… Speaker 2 (Filo)
como os cursos de filosofia I,
9:00
S… Speaker 2 (Filo)
os anos XX,
9:01
S… Speaker 2 (Filo)
em alguns aspectos.
9:04
S… Speaker 2 (Filo)
crise das ciências europeias,
9:05
S… Speaker 2 (Filo)
a terminologia transcendental,
9:07
S… Speaker 2 (Filo)
e outros outros, ele vai falar um pouquinho mais dos gregos.
9:08
S… Speaker 2 (Filo)
Mas aqui,
9:09
S… Speaker 2 (Filo)
se ele não está dizendo tanto sobre os próprios gregos e os seus pensamentos
9:14
S… Speaker 2 (Filo)
antiguais,
9:14
S… Speaker 2 (Filo)
ele está tomando um grande motivo da filosofia
9:19
S… Speaker 2 (Filo)
helémica.
9:20
S… Speaker 2 (Filo)
E qual é esse motivo,
9:21
S… Speaker 2 (Filo)
gente?
9:22
S… Speaker 2 (Filo)
Calcem a ideia em duas palavrinhas gregas muito básicas.
9:25
S… Speaker 2 (Filo)
Logos,
9:26
S… Speaker 2 (Filo)
eles têm.
9:28
S… Speaker 2 (Filo)
A experiência fundamental que o grego chama de logos é precisamente
9:32
S… Speaker 2 (Filo)
o esforço do discurso nacional.
9:34
S… Speaker 2 (Filo)
A filosofia é logos.
9:37
S… Speaker 2 (Filo)
Ela não é uma mera repetição,
9:40
S… Speaker 2 (Filo)
ou então uma mera incorporação,
9:42
S… Speaker 2 (Filo)
talvez laudatória,
9:43
S… Speaker 2 (Filo)
talvez,
9:44
S… Speaker 2 (Filo)
não sei,
9:46
S… Speaker 2 (Filo)
a gente poderia dizer apologética,
9:48
S… Speaker 2 (Filo)
de interpretações tradicionais de um mundo.
9:50
S… Speaker 2 (Filo)
A filosofia não olha o mundo com as meras lentes da tradição.
9:55
S… Speaker 2 (Filo)
ela quer tornar o mundo uma espécie de palco de intuções.
10:00
S… Speaker 2 (Filo)
Que é entender o mundo por vias racionais.
10:02
S… Speaker 2 (Filo)
A noção de Logos,
10:04
S… Speaker 2 (Filo)
ela encerra dois sentidos fundamentais.
10:06
S… Speaker 2 (Filo)
Discurso ou linguagem,
10:08
S… Speaker 6 (Filo)
né?
10:09
S… Speaker 2 (Filo)
E razão.
10:10
S… Speaker 2 (Filo)
A filosofia encanta ambos.
10:12
S… Speaker 2 (Filo)
A filosofia é um esforço de discursos racionais sobre as
10:16
S… Speaker 2 (Filo)
coisas. E esse discurso racional,
10:18
S… Speaker 2 (Filo)
ele é de que tipo?
10:19
S… Speaker 2 (Filo)
Ele é daquele tipo que nós agregamos na
10:23
S… Speaker 2 (Filo)
noção de Doxa?
10:25
S… Speaker 2 (Filo)
Ou ele é daquele tipo que nós agregamos sobre a noção de Abstander?
10:30
S… Speaker 2 (Filo)
Discursar de modo racional não é só discursar de modo organizado.
10:34
S… Speaker 2 (Filo)
Não é só dar um simile de que
10:38
S… Speaker 2 (Filo)
o que você diz é plausível,
10:40
S… Speaker 2 (Filo)
é aceitável,
10:41
S… Speaker 2 (Filo)
está ali de algum modo bem conjuntado.
10:44
S… Speaker 2 (Filo)
É você tentar dar ao que você diz teoria de verdade.
10:48
S… Speaker 2 (Filo)
É você tentar dar ao que você diz validez argumentativa.
10:52
S… Speaker 2 (Filo)
Estar no que você diz entre as coisas,
10:55
S… Speaker 2 (Filo)
fazendo reivindicações legítimas sobre o que importa.
10:58
S… Speaker 2 (Filo)
sobre o que se discute.
11:00
S… Speaker 2 (Filo)
E isso eu faço com uma outra experiência que não é do meu relato.
11:03
S… Speaker 2 (Filo)
Logo,
11:04
S… Speaker 2 (Filo)
você precisa de respeito a opinar.
11:06
S… Speaker 2 (Filo)
Fazer relatos privados ou certas coisas.
11:08
S… Speaker 2 (Filo)
Relatos circunstanciais,
11:10
S… Speaker 2 (Filo)
que se superam,
11:11
S… Speaker 2 (Filo)
que se substituem,
11:12
S… Speaker 2 (Filo)
pouco duram.
11:12
S… Speaker 2 (Filo)
Agora,
11:13
S… Speaker 2 (Filo)
um esforço que tem a ver com essa noção da Igreja Epistêmia é um esforço
11:17
S… Speaker 2 (Filo)
de rigorosamente conhecer.
11:20
S… Speaker 2 (Filo)
E conhecer tem que ter esse ponto.
11:24
S… Speaker 2 (Filo)
Quem opina?
11:26
S… Speaker 2 (Filo)
Quem oferece uma opinião normalmente toma por ocasião
11:30
S… Speaker 2 (Filo)
um certo assunto sobre o qual está falando,
11:32
S… Speaker 2 (Filo)
ele fala de um certo X,
11:34
S… Speaker 2 (Filo)
mas as coisas que ele fala sobre esse certo X não nos instruem
11:39
S… Speaker 2 (Filo)
tanto sobre o X,
11:39
S… Speaker 2 (Filo)
mas muitas vezes nos instruem sobre quem está falando sobre o X.
11:43
S… Speaker 2 (Filo)
Quer dizer,
11:44
S… Speaker 2 (Filo)
que grande instrução eu vou oferecer a vocês sobre o preto claro,
11:47
S… Speaker 2 (Filo)
mas se eu disser que o preto preto.
11:51
S… Speaker 2 (Filo)
O preto não está qualificado por uma afirmação como essa.
11:54
S… Speaker 2 (Filo)
O laranja não está qualificado por uma afirmação como essa.
11:56
S… Speaker 2 (Filo)
Mas uma relação privada,
11:58
S… Speaker 2 (Filo)
circunstancial,
11:59
S… Speaker 2 (Filo)
com o nome dos dados,
12:00
S… Speaker 1 (Filo)
sim,
12:01
S… Speaker 2 (Filo)
essa relação está qualificada.
12:03
S… Speaker 2 (Filo)
Então a opinião normalmente enuncia sobre algo de objetivo,
12:07
S… Speaker 2 (Filo)
mas não traz uma informação objetiva.
12:10
S… Speaker 2 (Filo)
Quem quer argumentar,
12:12
S… Speaker 2 (Filo)
vai em qualquer um,
12:13
S… Speaker 2 (Filo)
tenta falar e dar bases,
12:15
S… Speaker 2 (Filo)
aduzir certas razões,
12:17
S… Speaker 2 (Filo)
certos motivos,
12:19
S… Speaker 2 (Filo)
que ajudem a gente a entender porque aquilo que está sendo dito tem um valor
12:23
S… Speaker 2 (Filo)
que excede quem diz,
12:24
S… Speaker 2 (Filo)
e que pode ser compartilhado.
12:26
S… Speaker 2 (Filo)
E aí, na grande prevenção do Ocidente,
12:28
S… Speaker 2 (Filo)
se quer que isso valha a prevenção dele.
12:32
S… Speaker 2 (Filo)
Falamos,
12:32
S… Speaker 2 (Filo)
no caso, sobre esse segmento.
12:34
S… Speaker 2 (Filo)
Mas já está legal se,
12:36
S… Speaker 2 (Filo)
pelo menos, conseguir valer para um grande,
12:38
S… Speaker 2 (Filo)
para um monte de pessoas.
12:39
S… Speaker 2 (Filo)
mesmo que não universalmente,
12:41
S… Speaker 2 (Filo)
dessa maneira tão grota,
12:43
S… Speaker 2 (Filo)
se já dá para mais de um,
12:45
S… Speaker 2 (Filo)
o caminho está bem traçado.
12:47
S… Speaker 2 (Filo)
Então vejam,
12:48
S… Speaker 2 (Filo)
a filosofia...
12:50
S… Speaker 2 (Filo)
que você tem em mente aí,
12:51
S… Speaker 2 (Filo)
e que pode ser dita a filosofia consciência de um povo,
12:54
S… Speaker 2 (Filo)
é esse ideal da filosofia de ser epistêmico,
12:58
S… Speaker 2 (Filo)
de ser um exercício do Logos e de verbalizar epistêmico.
13:01
S… Speaker 2 (Filo)
A filosofia quer conhecer.
13:03
S… Speaker 2 (Filo)
Imagina que bizarria história que seria essa se a gente dissesse
13:07
S… Speaker 2 (Filo)
que a filosofia é mãe das ciências e,
13:09
S… Speaker 2 (Filo)
de algum modo, a gente dissesse que a filosofia não é um projeto de conhecimento.
13:12
S… Speaker 2 (Filo)
Aí vocês podiam adotar esses...
13:16
S… Speaker 2 (Filo)
de cabões aí da cultura,
13:18
S… Speaker 2 (Filo)
que precisam de fila de peixe,
13:19
S… Speaker 2 (Filo)
peixe no velho,
13:20
S… Speaker 2 (Filo)
então que o fruto não cai da árvore,
13:22
S… Speaker 2 (Filo)
coisa assim, né?
13:23
S… Speaker 2 (Filo)
Porque seria uma coisa muito esquisita,
13:25
S… Speaker 2 (Filo)
não lembrava,
13:26
S… Speaker 2 (Filo)
né? Uma área que a gente quer ocupar tudo e um conhecimento,
13:30
S… Speaker 2 (Filo)
vamos só ficar falando aqui um monte de coisa bonita sobre o mundo,
13:33
S… Speaker 2 (Filo)
se isso gerar ciências,
13:34
S… Speaker 2 (Filo)
né? Seria estranho.
13:35
S… Speaker 2 (Filo)
O mundo é muito estranho,
13:37
S… Speaker 2 (Filo)
mas acho que é resposta.
13:38
S… Speaker 2 (Filo)
Talvez não.
13:42
S… Speaker 2 (Filo)
Mas, me parece,
13:43
S… Speaker 2 (Filo)
no caso da filosofia,
13:44
S… Speaker 2 (Filo)
é central,
13:46
S… Speaker 2 (Filo)
é essencial para a gente entender o que ela é de nascença.
13:49
S… Speaker 2 (Filo)
Ela é, por ser isso que ela é,
13:52
S… Speaker 2 (Filo)
um projeto de consciência de rigor.
13:53
S… Speaker 2 (Filo)
Ela quer conhecer.
13:54
S… Speaker 2 (Filo)
Então,
13:55
S… Speaker 2 (Filo)
a ideia de uma filosofia de consciência de rigor é uma filosofia que denuncia objetivamente,
14:00
S… Speaker 2 (Filo)
denuncia verdadeiramente sempre os seus termos de preocupação.
14:06
S… Speaker 2 (Filo)
É uma filosofia que realiza os seus ideais sistêmicos radicais,
14:09
S… Speaker 2 (Filo)
tal como o grego fosse concebido.
14:11
S… Speaker 2 (Filo)
Pode ser pergunta,
14:15
S… Speaker 2 (Filo)
tá? Pode ser um exemplo de pergunta que caísse aqui
14:19
S… Speaker 2 (Filo)
na primeira pergunta.
14:20
S… Speaker 5 (Filo)
Professor,
14:21
S… Speaker 5 (Filo)
e a questão do universalismo,
14:23
S… Speaker 5 (Filo)
universalismo,
14:25
S… Speaker 5 (Filo)
com sentido de respeito,
14:27
S… Speaker 5 (Filo)
isso não é um problema,
14:28
S… Speaker 8 (Filo)
não?
14:29
S… Speaker 8 (Filo)
É,
14:30
S… Speaker 2 (Filo)
eu digo, para qualquer um que pretenda ter discursos universais
14:34
S… Speaker 2 (Filo)
é um problema.
14:35
S… Speaker 2 (Filo)
Bom, então,
14:36
S… Speaker 2 (Filo)
mesmo os cursos,
14:37
S… Speaker 2 (Filo)
como disse agora a pouco,
14:38
S… Speaker 2 (Filo)
que sejam só gerais,
14:40
S… Speaker 2 (Filo)
né? Quer dizer,
14:41
S… Speaker 2 (Filo)
de ampla generalidade,
14:42
S… Speaker 2 (Filo)
mesmo que não radicalmente intensados.
14:44
S… Speaker 2 (Filo)
Os nossos que têm esse tipo de pretensão,
14:48
S… Speaker 2 (Filo)
normalmente,
14:48
S… Speaker 2 (Filo)
têm algum tipo de consideração metodológica sobre como isso pode ser feito,
14:52
S… Speaker 2 (Filo)
né? E,
14:53
S… Speaker 2 (Filo)
no caso específico da obra da Lúcia,
14:56
S… Speaker 2 (Filo)
são dois lados de consideração,
14:59
S… Speaker 2 (Filo)
né? Primeiro é que...
15:00
S… Speaker 2 (Filo)
Ele diz que há uma consideração histórica,
15:01
S… Speaker 2 (Filo)
que é, assim,
15:02
S… Speaker 2 (Filo)
a filosofia aspira a essa condição de ser ciência nos livros,
15:05
S… Speaker 2 (Filo)
ser conhecimentos objetivos ou outras coisas.
15:07
S… Speaker 2 (Filo)
Isso é algo.
15:07
S… Speaker 2 (Filo)
Outra coisa é ver como ele quer fazer isso
15:12
S… Speaker 2 (Filo)
na filosofia dele.
15:12
S… Speaker 2 (Filo)
E aí,
15:14
S… Speaker 2 (Filo)
talvez vocês se lembram de explicar isso ao Jonas,
15:16
S… Speaker 2 (Filo)
que não está diferente ainda,
15:18
S… Speaker 2 (Filo)
quando ele me perguntou como que,
15:21
S… Speaker 2 (Filo)
pelo exame,
15:22
S… Speaker 2 (Filo)
em primeira pessoa,
15:23
S… Speaker 2 (Filo)
das nossas experiências,
15:25
S… Speaker 2 (Filo)
a gente pode chegar a conclusões conceituais.
15:27
S… Speaker 6 (Filo)
Lembra disso?
15:29
S… Speaker 2 (Filo)
E aí eu falei que,
15:30
S… Speaker 2 (Filo)
normalmente, a busca tem um método que se baseia na imaginação
15:34
S… Speaker 2 (Filo)
ou na fantasia,
15:35
S… Speaker 2 (Filo)
na produção de certos objetos pela via da fantasia,
15:38
S… Speaker 2 (Filo)
aqui eu vou usar a palavra imaginação e fantasia por meio de maniáveis,
15:42
S… Speaker 2 (Filo)
que é aí conceitualmente esse é o método.
15:44
S… Speaker 2 (Filo)
Eu consigo um objeto por essa via e
15:48
S… Speaker 2 (Filo)
eu começo a um pouco.
15:50
S… Speaker 2 (Filo)
variações, transformações nesse objeto,
15:52
S… Speaker 2 (Filo)
tanto que eu tenho possível,
15:53
S… Speaker 2 (Filo)
e tentando,
15:54
S… Speaker 2 (Filo)
nesse tipo de variação,
15:56
S… Speaker 2 (Filo)
encontrar o que parece que eu não posso tirar do objeto.
15:59
S… Speaker 2 (Filo)
E o que eu posso tirar?
16:00
S… Speaker 2 (Filo)
Pensa,
16:01
S… Speaker 2 (Filo)
se eu tento variar a ideia de uma camisa,
16:05
S… Speaker 2 (Filo)
Eu vou notar que já,
16:06
S… Speaker 2 (Filo)
para ficar com o contrato que eu fiz antes,
16:09
S… Speaker 2 (Filo)
a camisa pode ser laranja e ela é camisa.
16:11
S… Speaker 2 (Filo)
Pode ser preta e é camisa.
16:12
S… Speaker 2 (Filo)
Pode ser um verde acendentado e é camisa.
16:15
S… Speaker 2 (Filo)
Pode ser branca e é camisa.
16:16
S… Speaker 2 (Filo)
Sei lá,
16:17
S… Speaker 2 (Filo)
pode ser flor de preta e é camisa.
16:18
S… Speaker 2 (Filo)
Pode ser qualquer tipo e é camisa.
16:19
S… Speaker 2 (Filo)
Não parece que não define ser camisa a cor que tem.
16:23
S… Speaker 2 (Filo)
Concorda?
16:24
S… Speaker 2 (Filo)
Pois é,
16:26
S… Speaker 2 (Filo)
agora se fosse uma espécie de letalho de pano...
16:30
S… Speaker 2 (Filo)
que tem apenas,
16:31
S… Speaker 2 (Filo)
que tem uma estrutura quadrada ou circular,
16:35
S… Speaker 2 (Filo)
qualquer que seja,
16:35
S… Speaker 2 (Filo)
mas que não vale uma espécie de volta em si mesmo,
16:38
S… Speaker 2 (Filo)
que não tem nenhuma espécie de plume,
16:41
S… Speaker 2 (Filo)
como então espaço interno.
16:42
S… Speaker 2 (Filo)
Isso fosse como uma panela,
16:44
S… Speaker 2 (Filo)
um pertex, que tem uma estrutura de papia.
16:45
S… Speaker 2 (Filo)
Será que seria a camisa?
16:47
S… Speaker 2 (Filo)
Parece que tem alguma coisa,
16:49
S… Speaker 2 (Filo)
um formato ali que tem que estar para ser preservado,
16:52
S… Speaker 2 (Filo)
para ser, certo?
16:53
S… Speaker 2 (Filo)
É só ser um recado de pano de qualquer tipo de roupa.
16:57
S… Speaker 2 (Filo)
É esse tipo de educação esquina que vai levando o outro a
17:02
S… Speaker 2 (Filo)
fazer reivindicações que sejam reivindicações sobre o que é conceitual,
17:05
S… Speaker 2 (Filo)
sobre o que é estrutural,
17:06
S… Speaker 2 (Filo)
sobre o que é necessário em certos fenómenos.
17:08
S… Speaker 2 (Filo)
Quer dizer,
17:09
S… Speaker 2 (Filo)
ele não tem nenhum problema com universalização.
17:11
S… Speaker 2 (Filo)
Os cursos sobre -universais,
17:13
S… Speaker 2 (Filo)
muitas vezes,
17:14
S… Speaker 2 (Filo)
no pensamento contra o problema,
17:16
S… Speaker 2 (Filo)
é um curso muito atacado.
17:17
S… Speaker 2 (Filo)
Às vezes de uma maneira muito profunda e inteligente,
17:21
S… Speaker 2 (Filo)
às vezes de uma maneira só um pouco animada,
17:23
S… Speaker 2 (Filo)
um pouco empolgada e...
17:25
S… Speaker 6 (Filo)
Um pouco rasa,
17:26
S… Speaker 2 (Filo)
apressada.
17:27
S… Speaker 6 (Filo)
Então,
17:28
S… Speaker 2 (Filo)
há tanto boas discussões contra a noção da universalidade,
17:31
S… Speaker 2 (Filo)
quanto há mais discussões.
17:33
S… Speaker 2 (Filo)
Isso é um modelo óbvio.
17:35
S… Speaker 2 (Filo)
Mas é preciso colocar isso com bastante clareza.
17:40
S… Speaker 2 (Filo)
As pessoas,
17:41
S… Speaker 2 (Filo)
às vezes, acham que fenomenologia,
17:42
S… Speaker 2 (Filo)
por apelar à experiência,
17:43
S… Speaker 2 (Filo)
é uma espécie de filosofia impressionista.
17:46
S… Speaker 2 (Filo)
Do que as pessoas vivem de uma maneira muito particular,
17:50
S… Speaker 2 (Filo)
de uma maneira muito pessoal e privada,
17:52
S… Speaker 2 (Filo)
não é?
17:53
S… Speaker 2 (Filo)
Não é isso.
17:54
S… Speaker 2 (Filo)
de algum modo,
17:55
S… Speaker 2 (Filo)
mesmo que os próprios existencialistas não tenham perfeito nisso,
17:58
S… Speaker 2 (Filo)
é uma certa interpretação influenciada pela filosofia existencial e
18:02
S… Speaker 2 (Filo)
é uma interpretação com os seres humanos,
18:04
S… Speaker 2 (Filo)
em âmbitos que são menos de filosofia e mais entusiasmados na filosofia.
18:08
S… Speaker 2 (Filo)
Tem uma certa época,
18:10
S… Speaker 2 (Filo)
uma recepção inapropriada na função presidencial,
18:13
S… Speaker 2 (Filo)
achar que tem uma analogia nisso.
18:15
S… Speaker 2 (Filo)
Cada qual existe um jogo móvel,
18:17
S… Speaker 2 (Filo)
cada qual vive o seu sentido de um jogo móvel,
18:19
S… Speaker 2 (Filo)
cada qual está em uma paradinha ali.
18:20
S… Speaker 5 (Filo)
Então,
18:21
S… Speaker 2 (Filo)
voltar aos fenômenos da consciência é falar disso que é privado e intransferível.
18:25
S… Speaker 2 (Filo)
Não é.
18:27
S… Speaker 2 (Filo)
E você definitivamente não é.
18:29
S… Speaker 2 (Filo)
Todos os franceses que eu conheço também não é exatamente isso.
18:32
S… Speaker 2 (Filo)
É um pouco mais firme a coisa.
18:35
S… Speaker 2 (Filo)
Então, não é um impressionismo.
18:36
S… Speaker 2 (Filo)
Pensa nisso.

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