Superfície cerebral PGCM 12-05-21

May 05, 2026 20:30 · 46:50 · Portuguese · Whisper Turbo · 4 speakers
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Na primeira parte da aula falamos sobre neuroembiologia e as suas implicações clínicas. Agora vamos nos aprofundar na superfície cerebral. Ela é baseada no teleencefalo e no diencefalo. Esse é o nosso roteiro. Em primeiro lugar, vamos fazer uma breve introdução falando sobre a embriologia e a classificação do córtex cerebral. Em um segundo momento, vamos conversar sobre a classificação anatômica do córtex.
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os sucos e giros cerebrais, as fibras brancas e sobre as classificações filogenética, estrutural e funcional. Essa primeira imagem nos mostra o quanto é complexo a superfície cerebral e o quanto é importante conhecermos e nos localizarmos quando estamos diante do cérebro. Essa é uma foto real de uma cirurgia cerebral. Nela podemos visualizar a dura mater rebatida,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
a janela óssea aberta e a superfície cerebral. É fundamental que a gente se localize durante as nossas cirurgias para que possamos saber os riscos de uma eventual intervenção. Aqui temos a parte anterior, superior, posterior e inferior. Notem que há um importante V sobre um sulco cerebral.
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S… Speaker 4 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
É a veia cerebral média superficial sobre o sulco lateral, ou fissura silviana. Nesse slide, podemos fazer uma breve revisão da embriologia. A partir da porção cranial do tubo neural, temos o prosencefalo, mesencefalo e rombencefalo. O prosencefalo vai se dividir em telencefalo e diencefalo. Essas estruturas, o telencefalo e diencefalo, vão formar os hemisférios cerebrais,
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S… Speaker 4 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e o tálamo, epitálamo, hipotálamo e subtálamo. Ou seja, o cérebro é formado pelo telencefalo e dieencefalo. No estudo da superfície cerebral, é importante sabermos o que é o córtex cerebral. O córtex é a fina camada de substância cinzenta, composta por corpos, neurônios e células da glia, que revestem o centro branco medular do cérebro.
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S… Speaker 3 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Existem quatro classificações das áreas corticais, a primeira anatômica, a segunda filogenética, a terceira estrutural e a quarta funcional. Reparem que primeiro vamos pontuar as estruturas anatômicas, ou seja, vamos primeiro fazer a parte da anatomia descritiva e em um segundo momento tentar correlacionar com a anatomia funcional.
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S… Speaker 3 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Para entendermos a superfície cerebral, devemos considerar o seu revestimento, o estojo ósseo craniano, a foice cerebral, o tentório que divide o compartimento supratentorial e infratentorial na fossa posterior, as fossas média e anterior. Existem três superfícies cerebrais. A primeira é a superfície lateral do cérebro.
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S… Speaker 3 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
A segunda é a superfície basal. Aqui temos uma visão inferior do cérebro. E por último, existe uma superfície medial, que possui íntimo contato com a foice cerebral. Primeiramente, vamos estudar a superfície lateral. Na superfície lateral, podemos identificar dois importantes sulcos. O primeiro é o sulco lateral ou fissura silviana. E o segundo é o sulco central.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Anterior ao sulco central e superior à fissura silviana, temos o lobo frontal. O lobo frontal possui o giro frontal inferior, giro frontal médio e giro frontal superior. Além desses três giros, temos o giro pré-central ou giro motor.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
a fissura silviana, teremos o lobo parietal. O seu limite posterior se dá por uma linha imaginar entre a impressão do sulco parietoccipital e a incisura préoccipital. Traçamos essa linha e na metade dessa linha ligamos essa região à fissura lateral ou fissura
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Temos, portanto, o lóbulo parietal. O lóbulo parietal temos o giro pós-central, ou giro sensitivo, o lóbulo parietal inferior, com o giro supramarginal e giro angular, e o lóbulo parietal superior. O terceiro lóbulo é o lóbulo temporal. O lóbulo temporal fica abaixo da fissura silviana,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e anterior à metade inferior da linha imaginária entre a impressão do sulco pareto occipital e a incisura pré-occipital. Temos na superfície lateral o giro temporal superior, giro temporal médio e giro temporal inferior. Posterior a essa linha imaginária, temos o quarto lobo, lobo occipital, responsável pela nossa visão.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Especificamente no giro frontal inferior, temos três subdivisões, a sua parte orbital, parte triangular e a parte opercular. Essa será, portanto, a configuração da superfície lateral, considerando os quatro lobos já estudados, frontal, parietal, occipital e temporal. O quinto lobo cerebral é a ínsula.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Ela fica na superfície lateral, escondida entre os lobos frontal e temporal. Na ínsula temos o seu límem, formando o seu limite anterior, um sulco circular ou sulco limitante da ínsula, um sulco central ou insular, os giros curtos anteriores e os giros longos posteriores. Essa é uma visão de uma espécie menatômica.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
mostrando a superfície cerebral lateral. Aqui temos a fissura silviana, ou sulco lateral, o giro pré-central, ou giro motor, o giro pós-central, ou giro sensitivo, e o sulco central. Além disso, a incisura pré-occipital e a impressão do sulco parietoxital. Com essas estruturas, podemos dividir
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
os quatro lobos da superfície lateral. O lobo frontal, o lobo parietal, o lobo temporal e, por último, o lobo occipital. Agora vamos rever a anatomia da superfície basal do lobo frontal. Ela fica apoiada na fossa anterior. Na superfície basal temos o trato olfatório de um lado e de outro. Medial ao trato olfatório,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Temos o giro reto. E lateral, temos um sulco em formato de H. Esse sulco vai determinar os giros orbitais anteriores, giros orbitais laterais, giros orbitais posteriores e giros orbitais mediais. Essa é, portanto, a superfície basal frontal. Essa é uma visão inferior do cérebro, onde podemos ver a superfície basal temporal.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
A primeira estrutura que devemos localizar é o giro temporal inferior, como vimos na superfície lateral. A partir do giro temporal inferior, podemos observar o sulco oxitotemporal, o giro oxitotemporal, o sulco colateral, que vai separar o giro oxitotemporal do giro para-hipocampal,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
E o sulco rinal, que vai separar o húncus do giro occipitotemporal. Agora, vamos observar a superfície medial do cérebro. Na superfície medial do cérebro, nós temos o sulco do símbolo. O sulco do símbolo se estende posteriormente e forma um ramo marginal do sulco do símbolo. E um ramo marginal anterior do sulco do símbolo.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Entre o ramo marginal anterior e posterior, nós temos o lóbulo paracentral. O sulco central fica localizado dentro do lóbulo paracentral. Temos, portanto, uma parte do giro pós-central.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e uma parte do giro pré-central. O giro pré-central é motor e o giro pós-central é sensitivo. Além disso, anteriormente, ou seja, para frente, nós temos o giro frontal superior e a área parofatória. Continuando com o lobo para-central, nós temos, entre o ramo marginal posterior e o sulco parietal, o precúneus dentro do lobo parietal.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Posterior ao giro ao sulco parieto occipital e anterior à fissura calcarina, nós temos o cúnex, pertencente ao lobo occipital. Abaixo da fissura do sulco calcarino, nós temos o giro lingual, que também faz parte do lobo occipital. E se estende e se continua com o giro para hipocampal. Existe um giro circular que vai...
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
do lobo frontal, parietal e temporal, que se chama giro do símbolo. E abaixo do giro do símbolo nós temos o corpo caloso e o fórmix. O giro do símbolo se estende até virar um ístimo e depois o giro para hipocampal, que vai terminar no uncus. Uncus se chama uncus pela forma de gancho. Lateralmente,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Ao giro lingual, nós temos o sulco colateral e, em seguida, o giro fusiforme ou occipito temporal. Essa é, portanto, a superfície medial do cérebro. Agora que já sabemos as estruturas da superfície medial, vamos reforçar alguns conceitos. O giro parofatório e o giro paraterminal adjacente ao corpo caloso e bem anterior, ou seja, na parte da frente,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Nós temos o giro do símbolo, o lóbulo frontal está localizado logo acima, e aqui nós temos o giro frontal superior, o ramo marginal posterior do sulco do símbolo e o ramo marginal anterior, e teremos, portanto, o lóbulo paracentral, onde temos o giro pós-central sensitivo e o giro pré-central motor.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
pré-cúnios, sulco parietoccipital, cúnios, sulco calcarino, onde a área visual primária, e a língua. Na superfície medial, temos o que é considerado como o sexto lobo cerebral, chamado lobo límbico. Ele é formado pelo giro do símbolo, ístimo do giro do símbolo, giro para hipocampal, o húncus, o hipocampo e o fórmix.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Além disso, os corpos mamilares e o tálamo também fazem parte do lobo límbico. Vamos agora focar na região mesial do lobo temporal, ou região medial do lobo temporal. Nessa região, nós temos a formação hipocampal, o córtex entorrinal e perirrinal e a amida.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
do sistema olfatório primário. A amígdala faz parte do sistema límbico, junto com o hipocampo e formação hipocampal. Essas estruturas formam o uncos, uma região importante na parte medial do lobo temporal. Agora vamos nos ater à formação hipocampal. A formação hipocampal é muito importante, pois é responsável pela memória e comportamento.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Algumas das estruturas são o córtex entorrenal, o subíquulo abaixo do hipocampo, o hipocampo propriamente dito, com o corno diamante número 1 e número 3, e o giro denteado, acima do hipocampo. Na formação hipocampal temos, portanto, o hipocampo propriamente dito, o giro denteado acima do hipocampo, o subíquulo que fica abaixo do hipocampo,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
O córtex entorrinal.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e o idúzio grisio, uma fina massa cinzenta adjacente ao corpo caloso, até a área septal. Essa é a embriogênese da formação hipocampal. Em primeiro lugar temos o giro denteado, depois o hipocampo, depois o subículo e o giro para hipocampal. Notem que há um dobramento da formação hipocampal, a formação do sulco hipocampal,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
E aí temos a disposição final com o giro denteado, hipocampo, subícono e o giro para hipocampal. O fórnix é uma estrutura na superfície medial do cérebro. Ele conecta o hipocampo aos corpos mamilares. Temos, portanto, a coluna do fórnix ou o pilar do fórnix, o corpo do fórnix, a comissura hipocampal ou comissura do fórnix,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
a coluna posterior crura ou perna do fórnix e vai se comunicar com a fímbria do hipocampo. Existem outras estruturas importantes do sistema límbio. A primeira é o núcleo acúmbens. Ele fica localizado abaixo do núcleo caudado em situação medial. A segunda estrutura, que também deve ser considerada, é a área septal.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Ela é responsável por grande parte do nosso comportamento e fica localizada adjacente ao rosto do corpo caloso e perto do septo pelúcio. Depois de conversarmos sobre as superfícies lateral, basal e medial do cérebro e identificarmos os seis lobos frontal, parietal, occipital, temporal, ínsula e lobo límbico,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Vamos falar de uma importante região do cérebro, a região central cerebral, chamada de central core. Notem que toda a informação do córtex ao tronco e medula são carreadas ou retransmitidas por fibras dessa região. Aqui temos diversas fibras aferentes e eferentes que vão formar a coroa radiada ou em formas de raio.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Elas passam pela cápsula interna e ganham o tronco cerebral. Ou seja, a região central do cérebro é um importante local de troca de informações entre o cérebro e as estruturas inferiores, como o tronco cerebral, cerebelo e medula. Anatomicamente, o central cor, ou região central, está localizado entre a ínsula e os ventrículos lateral e terceiro ventrículo.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Temos, portanto, a seguinte configuração. Córtex insular, cápsula extrema, claustro, cápsula externa, putame, globo pálido externo, globo pálido interno, cápsula interna, perna anterior, joelho, perna posterior, núcleo caudado ou tálamo. Além das fibras de projeção que passam pela região central,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Através da cápsula interna, sua perna anterior, joelho e perna posterior, temos também dois ístimos. O ístimo anterior, que comunica a região central ao lobo frontal, e o ístimo posterior, que comunica a região central ao lobo temporal. Na região inferior do ístimo posterior, temos o tronco do lobo temporal.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Essa é a configuração em três dimensões dos chamados núcleos da base, na região central do cérebro. O primeiro é o núcleo caudado, com sua cabeça, corpo e cauda. Em segundo, o putame. Medial ao putame, nós temos o globo pálido. O globo pálido, em conjunto com o putame, forma um núcleo lentiforme, parecendo uma lente biconvexa.
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S… Speaker 3 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
O putame com o núcleo caudado formam o chamado estriátomo.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Núcleos da base, a amida, responsável pelo sistema límbico, que fica no uncus e adjacente à formação hipocampal e ao córtex entorrinal e perirrinal. Os núcleos da base têm importante função motora no sistema extrapiramidal. O potame, globo pálido externo, globo pálido interno, tálamo, núcleo caudado e subtálamo.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Além desses, a substância negra no mês encéfalo. Todos esses núcleos ajudam a modular o córtex cerebral e o giro pré-central, ou giro motor. Agora vamos rever uma importante estrutura do diencéfalo, o tálamo. O tálamo fica localizado na região central do cérebro e é considerada uma massa ovoide. Nós temos os núcleos talâmicos mediais, os núcleos talâmicos anteriores, que fazem parte do sistema límbico,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
E os núcleos laterais? Os núcleos laterais, nós temos os núcleos ventral anterior, ventral lateral e ventral intermédio. Esses três primeiros núcleos mais anteriores ajudam na modulação do sistema motor. Os núcleos mais posteriores, os ventrais postrolaterais e ventrais postrimediais, são um relé, ou seja, são um intermediário da via sensitiva.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Esses núcleos carreiam toda a sensibilidade contra a lateral e projetam fibras para o giro pós-central ou giro sensitivo. Mais posteriormente, nós temos a região do pulvinar do tálamo. No pulvinar do tálamo, nós temos o corpo geniculado lateral, que é um relé, o intermediário da via visual, e o corpo geniculado medial, que é um relé, o intermediário da via auditiva.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Nessa figura, podemos ver uma secção do tala, onde é evidenciado os núcleos da região medial, que fazem parte do sistema atipador reticular ascendente, que são responsáveis pela vigília, ou seja, por manter o indivíduo acordado. Os núcleos da região anterior, que fazem parte do sistema límbico e controle das nossas emoções e comportamentos. Os núcleos anteriores, ventral anterior, ventral lateral, ventral intermédio, que fazem parte...
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
da parte motora, os núcleos ventais pós-extralaterais e pós-traumediais, relés da via sensitivo, especialmente o giro pós-central, ou seja, toda a sensibilidade contralateral, o pulvinar do tálamo, onde temos o corpo geniculado medial e corpo geniculado lateral. O corpo geniculado lateral relé da via visual e o corpo geniculado medial da via auditiva.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Uma outra estrutura muito importante do diencefalo é o hipotálamo. Ele fica localizado abaixo do tálamo. No hipotálamo temos o núcleo paraventricular e supraóptico, que inervam a neurohipófise e produzem ADH e ossicina. Além desses núcleos, nós temos o núcleo arqueado, que através de um sistema porta, faz a transmissão para a adenohipófise e a produção de
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
GH, ACTH, FSH, LH, prolactina. Além da influência na hipófise, o hipotálamo também produz núcleos responsáveis pela fome, como os núcleos laterais, e a saciedade, os núcleos ventromediais. O núcleo ventromedial é de interesse neurocirúrgico e da neurofarmacologia, pois o seu estímulo
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
pode diminuir a fome em pacientes que tenham algum distúrbio alimentar. Uma terceira função vital do hipotálamo é a sua influência no sistema nervoso autonômico. Os núcleos anteriores têm influência no sistema nervoso parasimpático e os núcleos posteriores têm influência no sistema nervoso simpático. O sistema nervoso autonômico
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
é fundamental, ele é vital para as funções do organismo. E como o seu próprio nome diz, funciona de maneira autônoma, independente das nossas vontades. Ou seja, é no hipotálamo que temos a regulação
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
de todo esse sistema. Agora que já falamos do córtex e substância cinzenta profunda cerebral, vamos falar um pouco das fibras e circuitos corticais. Existem fibras de projeção, sejam elas aferentes, extratalâmicas ou talâmicas. Como já vimos, o tálamo é um importante relé de vias motoras e sensitivas. E também temos vias eferentes, córtico-estreadas,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
do striatum, ou seja, núcleo caudado e putame, córtico talâmicas para o tálamo anterior, córtico nucleares dos núcleos no tronco cerebral, córticos rubras para o núcleo rubro no mesencefalo, córtico pontinas para a região da ponte no tronco cerebral, córtico reticulares do córtex para a formação reticular no tronco cerebral,
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e córtico-espinhais, do córtex para a medula espinhal. Em relação às fibras comissurais, ou seja, que vão de um hemisfério para o outro, nós temos o corpo caloso, a comissura anterior, responsável pela transmissão de impulsos olfatórios, a comissura posterior, responsável pela transferência de estímulos visuais, a comissura das abêndulas e a comissura do fórmix.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Vamos falar um pouco sobre o corpo caloso. O corpo caloso é composto do rosto do corpo caloso, joelho do corpo caloso, corpo do corpo caloso e esplênio do corpo caloso. Essas estruturas compactas fazem a comunicação de um hemisfério com o outro. Em uma visão superior, podemos ver que essas fibras podem se dispor anteriormente, formando fórceps menor.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
conectando os lobos frontais em forma de radiação, formando um tapete na região parietotemporal ou têmporo parietal e, posteriormente, conectando os lobos occipitais no fórceps maior. Falamos sobre as fibras de projeção, ou seja, que deixam ou chegam ao córtex cerebral.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
as fibras comissurais, que vão de um hemisfério ao outro, e por último as fibras de associação, que são as fibras intra-hemisféricas, localizadas dentro de um hemisfério. São elas o fascículo do símbolo, o fascículo longitudinal superior ou arqueado, o fascículo longitudinal inferior e o fascículo unciforme. Nessa imagem da superfície,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Lateral do cérebro, podemos ver o fascículo longitudinal superior, que conecta o lobo frontal, parietal, occipital e temporal, e o fascículo unciforme, conectando o lobo frontal ao lobo temporal. Na superfície medial, podemos identificar as fibras arqueadas, conectando pequenos giros, o fascículo do símbolo, adjacente ao giro do símbolo, ao ístimo do giro do símbolo, conectando o lobo frontal, parietal,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e temporal, e o fascículo longitudinal inferior, conectando as fibras do lobo occipital ao lobo temporal. A segunda classificação da superfície cortical leva em consideração o arcticórtex, que é o córtex filogeneticamente mais antigo e corresponde ao hipocampo, o paleocórtex, que corresponde ao húncus e à parte anterior do giro paripocampal,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
E o neocórtex, que forma todo o restante do córtex cerebral, ou seja, é um córtex filogeneticamente mais novo e forma a maior parte do cérebro. Para entendermos a terceira classificação do cérebro, que é a classificação estrutural, precisamos entender a citoarquitetura do córtex.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
São seis camadas no córtex cerebral. A primeira é molecular, a segunda granular externa, a terceira piramidal externa, a quarta granular interna, a quinta piramidal e a sexta fusiforme ou multiforme. As células piramidais são células motoras e as células granulares são células sensitivas.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Nessa figura, podemos ver diferentes regiões do cérebro e diferentes composições das camadas do córtex cerebral. Por exemplo, no córtex sensitivo, nós temos o aumento da camada granular.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Já no córtex motor, teremos um aumento da camada piramidal interna. No córtex de associação, temos uma distribuição mais uniforme de todas as camadas. Agora, podemos entender a terceira classificação, que é a classificação estrutural. O córtex é dividido em isocórtex, ou seja, tem as seis camadas que falamos anteriormente.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e corresponde ao neocórtex, ou seja, 90% da superfície cerebral é de isocórtex. O isocórtex pode ser homotípico, em que as seis camadas são mais homogêneas, como no córtex associativo, ou heterotípico, em que temos uma predominância de uma determinada camada.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Se for granular, é um córtex mais sensitivo. Se for agranular, é um córtex mais eferente ou motor. O alocórtex tem menos de seis camadas e é representado pelo arque e paleocórtex e corresponde a cerca de 10% da superfície cerebral. Temos como exemplo o hipocampo, uncus e a região anterior do giro para hipocampal.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
A última classificação do córtex é a classificação funcional. Ela leva em consideração as áreas funcionais de projeção, áreas primárias, podem ser sensitivas ou motoras, e as áreas de associação, que são as funções superiores. Elas podem ser secundárias, em que há apenas uma modalidade, pode ser sensitiva ou motora, e a área terciária, que é multimodal.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Em relação às áreas de projeção, as áreas primárias, nós temos as áreas sensitivas, que é a área somestésica, por exemplo, responsável pela dor, temperatura, pressão, tato protopático, sensibilidade vibratória, tato hipocrítico, área visual primária, área auditiva, área vestibular, área olfatória e área gustativa. E além disso, a área motora primária. Aqui podemos identificar na superfície lateral,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
o giro pré-central, responsável pela área motora primária, e o giro pós-central, responsável pela área sensitiva somestésica primária. Eles são divididos, o giro pré-central e o giro pós-central, pelo sulco central. Aqui a gente consegue notar também a fissura silviana, ou sulco lateral. E aqui temos a área auditiva primária,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
e a área visual primária no córtex occipital. Na superfície medial, podemos identificar a continuação do giro pré-central e do giro pós-central, e as áreas motoras primárias e a área sensitiva primária. Além disso, o sulco calcarino, que é responsável pela área visual primária, e o córtex perirrinal, que é responsável pela área olfatória primária.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Nessa imagem, podemos ver que o giro pós-central e o giro pré-central possuem uma somatotopia, ou seja, há uma correspondência de uma região do corpo no córtex cerebral. Para o giro pós-central, nós temos a área da face, da mão, membro superior, tronco e perna. O giro motor, também temos a representação do membro inferior, tronco, mão, face e língua.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Reparem que a área da mão, que é uma área extremamente importante, complexa e delicada, tem uma grande representatividade na superfície cerebral. Existe também a manifestação clínica de doenças na região medial do cérebro que vão produzir fraqueza nos membros inferiores, mas vão poupar os membros superiores. Já lesões que envolvam a superfície lateral do cérebro,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Podem comprometer a região dos membros superiores e face, mas poupar os membros inferiores. Então é importante que a gente reconheça a somatotopia e as suas aplicações clínicas. Agora vamos falar um pouco das áreas de associação secundárias, unimodais. São as áreas sensitivas, área somestésica secundária, área visual secundária e área adjetiva secundária.
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S… Speaker 2 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
E além disso, áreas motoras, área motora suplementar, área pré-motora e área de brocar.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Mais uma vez, a superfície lateral do cérebro. E podemos identificar as áreas secundárias unimodais. Aqui é o exemplo de uma área adjacente ao giro pré-central. É a área pré-motora. Na superfície medial, nós temos a área motora suplementar. Essas regiões do cérebro ajudam na programação e na execução de um determinado movimento.
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
Elas auxiliam o giro pré-central a fazer uma atividade específica. Já as áreas sensitivas secundárias, por exemplo, a área sensitiva secundária visual, adjacente ao córtex primário visual, ela está relacionada na associação de estruturas que são identificadas com a visão. Então, por exemplo, um paciente que tem a sua área primária poupada,
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S… Speaker 1 (Superfície cerebral PGCM 12-05-21)
mas há um comprometimento da área secundária, ele consegue visualizar perfeitamente um determinado objeto, mas ele não vai conseguir saber para o que serve, a sua função e nem para o que deve ser usado. Aqui podemos identificar as áreas visuais secundárias, as áreas motores suplementares, as áreas somestésicas secundárias,
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Enfim, normalmente as áreas secundárias estão adjacentes às áreas primárias e as áreas secundárias são responsáveis por associar o estímulo primário com as outras regiões do cérebro. Por último, existem as áreas de associação terciárias ou supramodais. Elas são responsáveis pelo nosso intelecto, ou seja, a totalidade das operações cognitivas ou mentais.
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São exemplos a memória, memória de trabalho, memória episódica, memória semântica, de procedimento, a nossa linguagem, tanto a nossa linguagem falada, escrita e entendida,
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O cálculo, a atenção, a consciência, orientação temporal espacial, a música, a criatividade e pensamento abstrato, o raciocínio, a função executiva, tanto de planejamento, memória de trabalho, atenção, resolução de problemas, raciocínio verbal, inibição, flexibilidade mental, múltiplas tarefas, o iniciar e monitorizar ações. E além disso, as funções psíquicas.
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Existem diversas funções psíquicas, dentre elas o afeto, humor, pensamento, vontade e motivação, senso e percepção do eu e ambiente, comportamento e a personalidade, com decisões e atitudes. Todas essas áreas de associação são consideradas terciárias. Vamos agora falar um pouco mais das estruturas anatômicas responsáveis por essas áreas. A primeira delas é a área pré-frontal.
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Ela possui múltiplas comunicações com múltiplos logos, entre eles o logo parietal, o logo temporal e logo occipital, além do logo límbico. Ela é responsável pelas escolhas das estratégias mais adequadas, pela manutenção da atenção e do controle do comportamento emocional, principalmente na modulação inibitória, ou seja, o nosso freio social. Em pacientes que têm a área pré-frontal comprometida,
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Eles podem apresentar uma desatenção, uma desiribição, provocando estímulos sexuais sem qualquer tipo de pudor e, além disso, uma falta de planejamento adequado. Nessa imagem é identificada a área motora primária no lobo frontal, a área pré-motora, que é uma área secundária, e a área pré-frontal, que é uma área terciária.
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Toda essa área anterior do lobo frontal é chamada de área pré-frontal. E foi essa área que se desenvolveu muito na nossa espécie. Ela que é a grande responsável pela nossa mudança de comportamento, a nossa mudança na nossa linha evolutiva, na nossa habilidade material e na nossa habilidade intelectual. O lobo frontal responde até um terço.
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de toda a superfície cerebral. Na área pré-frontal especificamente, nós ainda temos três subdivisões. A área dorso-lateral, a área ventro-lateral e a área órbito-frontal. Elas são muito diferentes.
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estudadas e avaliadas em relação às funções superiores. Em relação ao lóbulo parietal e à área parietal, nós temos a percepção espacial e o esquema corporal. Essa área fica localizada em todo o lóbulo parietal inferior, nas margens do sulco lateral superior e parte do lóbulo parietal superior. Fica entre as áreas secundárias auditiva, visual e somestésica.
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Nessa imagem, podemos ver a área parietal, que fica localizada no lóbulo parietal inferior, giro supramarginal e angular, e no lóbulo parietal superior. Essa área é uma área de confluência, perto do giro pós-central, ou seja, perto da área secundária somestésica.
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perto da área secundária auditiva e perto da área secundária visual. Então ela integra todas essas sensibilidades e ajuda no nosso esquema corporal e percepção espacial. Uma outra região importante da superfície cerebral são as áreas límbicas. Ela é responsável pela memória, comportamento, emoções e olfato. Está representada anatomicamente pelo circuito de papéis
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área septal, núcleo acúmbens e o corpo amidaloide. Essas são as estruturas das áreas límpicas. Nós temos a região paraterminal e paralfatória, no lobo frontal, o giro do símbolo, o ístimo do giro do símbolo, o giro paripocampal, a formação hipocampal com o córtex entorrinal, hipocampo, giro denteado, subícono,
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a fímbria, fórnix, corpos mamilares, fascículo mamilo-talâmico, núcleos anteriores do tálamo e as projeções talâmicas para o giro do símbolo. Notem que aqui temos um circuito, o circuito de Papês. Esse é, portanto, o circuito de Papês. Ele se inicia no hipocampo, trafega pelo fórnix, em sua coluna do fórnix,
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Chega aos corpos mamilares, atravessa o fascículo mamilotalâmico, passa pelo grupo anterior do tálamo e volta para o giro do símbolo e ístimo do giro do símbolo, giro para o acampal e ganha o uncus novamente. Esse circuito é responsável pelo funcionamento do sistema límbico, pela memória, comportamento e emoções.
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e corticais respeitam uma simetria, ou seja, elas estão mais presentes em um hemisfério do que em outro. No hemisfério dominante nós temos a linguagem, a praxis, que é a nossa construção e o nosso desenvolvimento motor, a agnosis, que é o reconhecimento de determinado objeto, foto, pessoa, cálculos.
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Além disso, no hemisfério contralateral, nós temos uma dominância para a música, pintura e percepção de relações espaciais, principalmente o esquema corporal. Um exemplo na simetria dos hemisférios está na área da linguagem. A área da linguagem geralmente está localizada no nosso hemisfério dominante, que na maioria das pessoas é o lado esquerdo. Aqui podemos ver a área motora da fala.
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que é a região de Broca, que fica localizada no giro frontal inferior, e a área sensitiva da fala, a área aferente da fala, que é a área de Wernicke, localizada no giro temporal superior em sua região posterior. Entre elas, há uma comunicação através de fibras brancas do fascículo arqueado. Quando temos uma lesão na área de Broca,
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teremos uma afasia não fluente, uma afasia motora. O paciente será capaz de entender tudo, porque há uma aferência, mas ele não consegue se expressar, pois há uma lesão na área motora da fala. Já uma lesão na área de Wernicke provocará uma afasia sensitiva, ou seja, o paciente não conseguirá entender, mas ele conseguirá falar frases.
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desconexas, sem qualquer tipo de significado. A afasia é dita fluente. Nessa figura podemos identificar mais uma vez a área da linguagem. Aqui temos a área de Broca, no giro frontal inferior, na parte triangular e opercular, e a área de Wernicke, localizada no giro temporal superior, em sua porção posterior.
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Com o conhecimento anatômico, podemos detectar diversas síndromes corticais, dentre elas as síndromes demenciais, onde há um declínio cognitivo das funções psíquicas superiores adquiridas durante a vida. Isso geralmente decorre de doenças neurodegenerativas. O retardo mental é quando o indivíduo não consegue desenvolver as suas atividades e funções psíquicas superiores.
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Ocorre, por exemplo, em um paciente que tem encefalopatia hipóxica. As agnosias são representadas pela dificuldade de reconhecer objetos, pessoas e funções. Nas apraxias, temos a dificuldade na execução motora. A descalculia é determinada pela dificuldade de fazer cálculos. Na síndrome da M-negligência,
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Há uma lesão na região parietal não dominante, ou seja, no hemisfério direito da maioria das pessoas. O paciente simplesmente negligencia o lado esquerdo do seu corpo. Nas afasias, temos a interrupção parcial ou total das áreas de linguagem. Muito obrigado e até a próxima aula.

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